31 anos
Deus de Israel
Bendito seja o Deus de Israel! Que tem salvo ao longo de 2000 anos, milhões de pessoas para si! Bendito os que invocam tão grande Deus na terra! Em toda a terra, não há Deus, como este Deus! Ora vem sobre todas as nações! Tu sim Deus de Verdade!
Esperar você
Foi constante
Em meu ser
Durante esses anos
Agora
Esperar você
Parece uma eternidade
Sem fim
Durante esses anos
A minha voz foi perdida
Em meio ao caos
Que se encontrava o meu ser
No meio das desilusões
Das procrastinações
E das auto sabotagens
Perdi aos poucos
As rédeas da minha existência
Por fim me tornei frágil
Sem rumo
E com medo do mundo
Entretanto a volta na vida foi pela dor
De se reconstruir, modificar-se
E regenerar a esperança de se ter
Uma vida com a felicidade verdadeira
Presente dentro do ser
O Lugar Onde Ficou
Estou exatamente aqui,
no mesmo lugar de dois anos atrás,
onde nossos lábios se tocaram
pela primeira vez.
Sento no mesmo gramado,
tiro a mesma foto,
mas não há ninguém para conversar,
ninguém para rir comigo.
Só o silêncio no teu lugar.
Demorei para voltar.
Foi preciso tempo,
foi preciso coragem.
Mas tudo aqui parece um eco,
um reflexo no lago, sem resposta.
Se eu pudesse avisar
aquele eu do passado,
diria que esse instante não voltaria,
e que o gosto daquele primeiro beijo, tão doce,
hoje tem o sabor da saudade.
Poesia: O passado influência
Quientos anos atrás
A população negra era mercadoria
Eram vendidos igual bixos
Ou até menos que isso
Hoje em dia
A população negra é maioria
Na cadeia,
No crime,
E na periferia
Isso mostra que o passado influência.
Anos de vivências, de construção, de desconstrução, e a palavra de DEUS martelando no meu cérebro, pra entender.
O ser humano tem a base da primeira infância, a adolescência que é um turbilhão de hormônios, anos e anos de construção, dores, traumas, vivências, percas, ganhos. Se tudo isso contou pra formação do meu caráter e continua contando até hoje; pois ainda tenho muito a aprender. Como posso te julgar pela profundidade do que eu vivo? Se as atitudes do outro me incomoda eu que me afaste. O que eu vivo é diferente do que o outro viveu e vive. Não posso defini-lo simplesmente!!
Sou admirador dos preceitos das Forças Especiais, primeiramente do BOPE, desde os meus 13 anos de idade por influencia do filme Tropa de Elite.
RESILIÊNCIA:
Os meus 27 anos de vida e os 7 anos e 10 meses de Exército na graduação de Cabo, fizeram-me um ser resiliente.
Portanto, a resiliência facilita minha vida. Porém não resolve nada.
Eu, Marcos Kamorra,
Dediquei 7 anos e 10 meses, 24h/dia, 7 dias/semana, initerruptos, da minha vida, exclusivamente para o Exército Brasileiro em defesa da pátria.
Eu CONHECI e VIVI a instituição.
Porém, você que conhece o Exército por meio de televisão, rádio e internet, sabe mais que eu né?
Um dia você tem 18 anos e torna-se um militar. No outro dia, depois de uma formatura, você torna-se um civil.
Em meio ao caos político completo meus 21 anos de idade e neste dia banal aprendi mais que em qualquer outro.
Normalmente na minha cabeça surgem várias questões, das coisas mais simples de responder as mais difíceis de até mesmo pensar...
Uma amostra grátis de pequenas perguntas que respondo para mim.
O que torna um dia banal? (Responda para si)
O que torna um dia importante? (Responda para si )
Um dia insignificante não precisa deixar de ser importante.
Um dia branco pode ter bordas coloridas e ainda sim ser um dia para esquecer.
Um dia de felicidade pode ser um grande dia de tristeza.
Um dia banal pode ser o melhor dia da sua vida.
Optei por não comemorar meu aniversário e foi didático, engraçado que quando você resolve comemorar algo ele passa a ter importância e quando você decide que não quer comemorar ele vale tanto quanto cinzas ao vento.
A muito tempo decidi me fechar de certas amizades, de certas conveniências pois aprendi da pior ou melhor forma possível, que sempre será eu e ninguém estará no meu lugar.
21 anos e 0 a 100.
Pois a constância da importância de quem sou só vale para mim.
Pois minha vida já esteve na beira no abismo e pq as vezes lá é meu lugar de refúgio.
E então a insignificância só me consome quando me sinto e não quando me rotulam.
E então sou Égila, Égila sou pois não há nenhuma outra igual ou parecida, sou pequena, sou forte, sou destemida até que venha uma lágrima e me torne inexpressiva.
A Aranha
Não era a aranha.
Era o fio invisível
que me prendia há anos
no mesmo canto do quarto.
A aranha só apareceu
quando o cansaço já tinha nome,
quando o corpo já vivia
em modo de vigília permanente,
como se a paz fosse um boato.
Ela não ameaçava —
eu é que já estava ferida.
Ela não atacava —
eu é que vinha lutando sem armas,
no escuro,
há tempo demais.
A aranha virou símbolo:
do medo que não dorme,
do pensamento que insiste,
do dia que apaga o pouco de luz
que tentou nascer.
Eu não queria o fim.
Eu queria descanso.
Queria um lugar onde o peito
não precisasse se defender o tempo todo.
Queria existir
sem estar sempre aguentando.
E alguém gritou “levanta”,
como se levantar fosse simples,
como se coragem curasse exaustão,
como se a dor tivesse botão de desligar.
Mas ali, naquele instante,
o que me salvou
não foi a vassoura,
nem a força,
nem a razão.
Foi o fio mais frágil de todos:
ser vista.
Ser ouvida.
Permanecer.
A aranha ficou.
O medo também.
Mas eu fiquei mais um pouco —
e, por enquanto,
isso basta.
Mais 7 anos de azar
Quebrei mais um espelho
Mais um ciclo de ma sorte pq eu não sei como me acalmar
e são sempre neles que eu desconto a minha raiva
Mesmo sendo supersticiosa, é sempre um espelho que eu quebro quando alguem me machuca muito e eu não sei como me proteger disso
Eu acho que em 7 anos eu quebrei 3 espelhos
São 21 anos de azar em um único ciclo de 7
Por que quando alguém quebra meu coração, é a minha imagem que eu agrido
é a mim mesma que eu puno, enquanto os outros saem impunes de toda dor que me causaram
E mais 7 anos de azar
Conto: A força da Palavra.
A mulher, uma empresária bem-sucedida, havia passado dois anos na Itália, aprimorando seu amor pela arte e pela cultura. Enquanto estava fora, sua filha, uma jovem designer de interiores, decidiu reformar a casa da mãe. Ela me contratou para fazer mudanças na decoração e pintar a casa.
Eu trabalhei arduamente para criar um espaço moderno e aconchegante, pensando que a mulher iria adorar as mudanças. No entanto, quando ela chegou de viagem e viu a casa transformada, sua reação foi completamente diferente do que eu esperava. Ela se enfureceu e começou a falar palavras de baixo calão, dizendo que eu havia destruído a casa dela.
A filha, sentindo-se culpada, me pagou o dobro para desfazer tudo o que havíamos feito e restaurar a casa ao seu estado original. Eu e minha equipe trabalhamos dia e noite para colocar tudo nos lugares certos e deixar a casa como estava antes.
No entanto, o tiro saiu pela culatra. Em apenas três meses, as lajotas e o reboco da casa começaram a se deteriorar rapidamente, como se as palavras furiosas da mulher tivessem abalado a estrutura da casa. As paredes começaram a rachar, as lajotas se soltaram e o reboco começou a cair.
Foi como se a casa tivesse sido afetada pela energia negativa da mulher, e agora estava pagando o preço. Eu não pude deixar de pensar que as palavras têm poder, e que a raiva e a negatividade podem ter consequências inesperadas.
A história termina com a mulher refletindo sobre o que havia acontecido e percebendo que talvez tivesse sido mais fácil aceitar as mudanças e agradecer à filha pelo esforço. Mas agora, a casa precisava de uma nova reforma, e a mulher precisava lidar com as consequências de sua própria raiva.
" NADA! "
Passaram-se já alguns anos e nada, permaneço igual
Tal igual as ruas esboracadas do meu bairro
Já fui tanta coisa mas nada, arranca de mim o que Eu tenho de racional
Como a dita fantasia dos sonhos acordados
Ás vezes me sinto tão insuficiente para mim mesmo
Eu tenho medo de fechar os olhos e abri-los quando velho
Meu pensamento tornou-se insignificante como todo o resto
Perdi meu ser crítico para este senso comum modesto
Ainda ontem tinha catorze e hoje celebro os meus vinte e três
Passei por tantas transformações e lições dos quartéis
Não sei se estas palavras surgem da embriaguez
Mas nada produz um sentimento como se Eu tivesse alguma invalidez
Não me arrependo de ter sido Eu mesmo
Mas de cada acto meu que foram tão pequenos
Quando precisei ser grande fui sereno
Como se Eu fosse as gotículas de águas que chamam sempre pelo o inverno
Os sonhos desgastam-se quando nos desapontamos
A paciência e a persistência ás vezes nos abandonam no combinado
A coragem segue os fracassados
Pois nada ocorre conforme pensamos
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