Voz do Silêncio

Cerca de 891 frases e pensamentos: Voz do Silêncio

⁠Não se deixe compelir por atividades em vão, deixe ser guiado pela voz que grita em silêncio ao intimo do seu coração;

Inserida por JULIOAUKAY

Escuta a voz do silêncio, o mal procura infiltrar-se no meio do bem, com a aparência de coisa boa. Deus fala-nos no silêncio.

Inserida por MariliaMasgalos

Ao conseguires escutar a voz melodiosa do silêncio, conhecerás a voz de Deus.

Inserida por MariliaMasgalos

Calou-se
A voz do silêncio
Com razão
Pediu ao tempo
Que dissesse
Pois o tempo
Sempre há de falar mais alto
Penso o quão seria bom
Se o incauto aprendesse
A prestar atenção no silêncio.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠"O silêncio é a voz gritante da sabedoria."

Inserida por macjhogo

⁠"Meu silêncio é a minha voz, falando quando as palavras se tornam inúteis."

Inserida por macjhogo

Quando a voz do teu silêncio
te falar de amor.
Não demore pra dizer...
Eu Te Amo!

Inserida por RitaSimoes

⁠as lembranças
as memórias
o silêncio
o amor morreu
tua voz
perdi a hora da vida
o luto do sentimento.

Inserida por warleiantunes

⁠O silêncio pode apagar uma voz, mas jamais pode enterrar a verdade.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠No silêncio da mente, a voz do espírito desperta. É lá que a verdadeira força se revela e o impossível se dissolve.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠No silêncio do universo, ecoa a voz do Criador, moldando com amor o destino de cada alma.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠O meu silêncio incomoda... Talvez por que os ouvidos não ouvem a voz do coração.Afinal não é qualquer um que entende este idioma . Não que eu seja perfeito, mas apenas diferente!

Inserida por RonnyRoots

No silêncio ficamos mais atentos á nossa voz interior.

Inserida por IvenioHermes

" Somente o silêncio e capaz de escutar a voz do coração."♥️♥️✨

Inserida por KadudaFreitas

⁠O Silêncio que Fica

No silêncio das noites sem voz,
Onde o eco do riso se apaga,
Fico só, com a saudade feroz,
E o vazio que em meu peito naufraga.

Os amigos partiram no vento,
Como folhas caídas no chão,
E eu, prisioneiro do tempo,
Sigo preso à minha solidão.

O amor, que um dia brilhou,
Hoje é estrela distante, sem cor,
E aqui, onde tudo parou,
Resta apenas o peso da dor.

Mas entre sombras e ausências,
Talvez haja um novo amanhecer,
E nas margens da minha paciência,
Quem sabe, eu volte a renascer.

Pois a solitude é escolha cruel,
Mas no fundo há algo a ensinar:
Que mesmo no vácuo de um céu,
Ainda podemos voar.

Inserida por matheushruiz

⁠E quando eu me perco em vc eu me encontro...seus beijos , seu jeito .. seu silêncio ou tua voz baixinha ao meu ouvido...dizendo pra mim não pare ... vc é a presa eu o predador ... vc é o desejo , o meu maior orgulho .. vc é fogo , paixão, é sedução, é a brincadeira que mais gosto mas também é meu caso sério..meu porto seguro ..vc é meu tudo ..meu paraíso.. meu céu, meu inferno .. é me pecado , minha punição vc é meu anjo , malícia, meu caminho sem volta ..minha droga, meu vício.. vc é a porta que eu abri e perdi a chave .. te amo pra sempre minha dona ...minha metade..

Inserida por bebelia2000

⁠Engulo a seco.. e o silêncio é a minha fala , a minha voz solitária.. eu e minhas paranòias.. e nada é por acaso ..melhor ser sozinho .. do que mal acompanhado... algumas pessoas não merecem nossas lágrimas...

Inserida por bebelia2000

⁠Eu sou o silêncio que cala tua voz... Sou o vento que sopra teus cabelos .. eu sou a saudade bandida que aperta teu peito... Eu sou o amor que mora no teu coração .....

Inserida por bebelia2000

⁠O silêncio é a voz da verdade.
O silêncio é a cura da realidade.

Inserida por paulocelente

Quando a Voz do Espiritismo se Perde Onde Nunca Deveria ter Saído. Parte I.

Há algo de silenciosamente grave acontecendo no Movimento Espírita contemporâneo. Uma displicência suave, quase imperceptível, mas devastadora: falar em nome do Espiritismo sem conhecer a base das bases da Obra Codificada; viver sob o rótulo espírita sustentando princípios que não pertencem ao seu corpo doutrinário; importar concepções veneráveis de outras tradições que respeitamos profundamente mas que não compõem o edifício proposto por Allan Kardec.

É nesse ponto que a frase atribuída a Léon Denis “O Espiritismo não é a religião do futuro, mas será o futuro das religiões” revela sua real grandeza e, paradoxalmente, a advertência que muitos não percebem.

A advertência velada na frase de Léon Denis.

Denis não afirmou que o Espiritismo será o triunfo de uma nova crença sobre as outras, nem que substituirá formas milenares de experiência religiosa. Ele fala de futuro, não de supremacia; de integração, não de dominação.

Seu entendimento era que, com o avanço da razão e da sensibilidade, as religiões naturalmente absorveriam princípios como a imortalidade em progresso, a reencarnação, a comunicabilidade dos Espíritos e a causalidade moral.

Mas Denis parte de um pressuposto inegociável:
_ Que o Espiritismo permaneça fiel a si mesmo.
_ Que mantenha sua pureza metodológica, sua ética investigativa, sua racionalidade moral e filosófica.

Sem isso, o que poderia ser o futuro das religiões tornar-se-á, ironicamente, um campo confuso onde o Espiritismo se dilui em sincretismos, rituais, misticismos e práticas que nada têm a ver com sua proposta original.

A displicência que abre feridas silenciosas.

Há uma tendência preocupante e crescente de falar em nome da Doutrina Espírita usando conceitos que não são espíritas:

_ Práticas ritualísticas,

_ Elementos mágicos,

_ Crenças fatalistas,

_ Espiritualidades intuitivas não verificadas,

_ Sincretismos que obscurecem,

_ e discursos emocionais que não se sustentam na Codificação.


Essa mistura, ainda que bem-intencionada, produz um falso verniz de Espiritismo que seduz, mas não educa; conforta, mas não ilumina; empolga, mas não esclarece.

É exatamente o oposto do que Kardec legou.

E aqui reside o núcleo do problema:
_ Sem o estudo sério, a obra espírita perde identidade.
_ Sem rigor, perde autoridade moral.
_ Sem fidelidade ao método, perde a capacidade de contribuir para o futuro das religiões justamente o alerta de Denis.


O Movimento Espírita entre o avanço e o retrocesso.

Se não atentarmos para a fidelidade doutrinária, o que Denis viu como um movimento de síntese universal poderá tornar-se uma fragmentação interior.

Se o Espiritismo pretende auxiliar outras religiões a se libertarem de dogmas e equívocos, como poderá fazê-lo se ele próprio começar a carregar dogmas novos, rituais novos, crenças antigas recicladas e práticas que a Codificação nunca legitimou?

O risco é evidente:
_ O futuro das religiões não absorverá o Espiritismo.
_ Será o Espiritismo que absorverá acréscimos indevidos, esvaziando-se até tornar-se irreconhecível perante sua própria gênese.

E aqui, cabe a frase que precisa ser dita com toda a gravidade necessária:
– Os fins não justificam os meios.
A Doutrina não precisa se enfeitar com o que não lhe pertence para tocar corações. Seu brilho é próprio.


Chamado à acuidade e ao compromisso moral.

A seriedade da Doutrina não está na rigidez, mas na honestidade intelectual.
Está na coragem de dizer:
_ “Não sei.”
_ “Não pertence ao Espiritismo.”
_ “Respeito, mas não adoto.”

O verdadeiro seguidor da Codificação não teme parecer menos espiritual aos olhos dos outros.
Ele teme, isto sim, comprometer uma Obra que não lhe pertence.
É esse senso de responsabilidade que falta e que precisamos reacender.

Porque falar em nome do Espiritismo é ato ético.
E viver como espírita é ato de lucidez profunda.

Que cada palavra nossa em nome da Doutrina seja uma ponte, não um desvio; uma luz, não um adorno; uma precisão, nunca um improviso.
O Espiritismo não se impõe - esclarece.
Não subjulga — liberta.
Não mistura — integra.
E para integrar, precisa antes permanecer fiel à sua identidade.

Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4