Voz
Que o som da minha voz ecoe o mais distante possível,
e chegue até você numa mensagem de Amor e Paz.
Sinto tanta saudade do teu beijo, do teu abraço, do teu sorriso, da tua voz, do teu cheiro, enfim saudade de ti.
Saudade...
Saudade da tua voz
Saudade das tuas carícias
Saudade do teu corpo
Dos teus beijos as delícias
Saudade dos teus cabelos
Do teu olhar as malícias
Saudade do teu perfume
Misturado com teu cheiro
E teu sussurro frenético de ciúme
Pelo quarto inteiro
Saudade! Por favor mande notícias.
Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.
1 Tessalonicenses 4:16
Vão tentar arrumar um meio de neutralizar seus pensamentos e de calar sua voz, pois você pensando e falando incomoda.
No silêncio que antecede o nascer do dia,
há um registro escrito sem tinta nem voz,
onde o tempo se curva em linhas invisíveis
e o espaço se descortina como uma página em branco.
Cada instante é uma letra que se inscreve
no vasto compêndio da existência,
um sinal de que o agora é eterno
e o futuro, ainda por decifrar.
Em cada partícula, há uma história não contada,
um universo pulsante de possibilidades latentes,
onde a matéria se faz verso e a energia, refrão
de um cântico que transcende a lógica do olhar.
Não há fronteiras entre o ser e o nada,
apenas a dança contínua dos elementos
que se entrelaçam como pensamentos
na imensidão de um cosmos que se recria a cada sopro.
As ideias fluem como rios sem destino,
modelando pontes entre o que é e o que pode ser,
num diálogo silencioso entre o intangível
e o palpável, onde o querer se transforma
na matéria bruta da realidade.
E a mente, esse espaço em constante mutação,
se expande para abarcar horizontes inéditos,
desafiando o próprio conceito de limite.
Há, na cadência das estrelas, um compasso
que não se faz medido por relógios ou calendários,
mas pela sutileza de cada respiração,
pelo encontro espontâneo entre o sonho e o despertar.
E assim, o universo se revela em fragmentos
de pura possibilidade, onde cada suspiro
é uma nota em uma sinfonia sem partitura,
um convite para que o ser se reinvente.
Quebrar as barreiras do conhecido
é mergulhar no oceano profundo da incerteza,
onde o risco e a descoberta se fundem
num único impulso, num salto de fé
que reescreve as regras do existir.
Não há verdades fixas, apenas o movimento
incessante de transformar o que foi em novo,
de encontrar, no caos, a ordem que se oculta.
E se a razão, por vezes, se mostra insuficiente,
que seja então a intuição a bússola do espírito,
guiando-nos pelos caminhos inexplorados
da imaginação e da contemplação.
Pois cada pensamento é uma semente
de um futuro que ainda se faz presente,
um reflexo do universo que se recria
no mistério de um agora que nunca se repete.
Neste manuscrito do infinito,
onde a existência se desdobra em versos silenciosos,
a cada página virada, surge o convite
para que o ser se descubra e se renove,
para que o enigma do próprio estar se descifre
na simplicidade de um momento,
na grandiosidade de um suspiro compartilhado
com o cosmos em sua eterna dança de possibilidades.
"Não deixe que a sua voz interna sabote o que você pensa a seu respeito, sobre o motivo de ser ou não aceito por uma sociedade deteriorada pelo vazio de um colapso mental, e por uma geração com a identidade manchada pelo vômito de seu ego inflamado."
"O louvor e a pregação manchados pelo pecado podem até ressoar nas igrejas, mas a voz da verdade ecoa na eternidade: sem santidade, ninguém verá a Deus."
(Hebreus 12:14)
"Você escreve para transformar, não para impressionar.
Então: escreva com sua voz — e que ela seja ouvida."
