Vou Morrer
Acho que o diabo me mandou hoje toda a sua assessoria. Ah! Mas agora vou afiar minha pena para transformá-la num dardo que molharei em bile e veneno".
(Um inimigo do povo)
Meu primeiro blog o nome saiu errado era pra ser Ğäßý Šäķämäķı então se sair errado outra vez eu vou botar outro aviso e só mais uma coisa Continuo Anjo Negro?
“Amanhã, dia de Corpus Christi. Não vou comungar, não tenho vontade, apesar da paz que sinto. A despeito das minhas dúvidas, dos meus erros, acredito, acredito. A verdadeira fé deve ser mesmo a vontade de crer, de aceitar com humildade como faço agora. É pensar: quero crer, portanto creio. Esta a força que nos leva à frente. Não se deter no pensamento do que é certo ou errado, verdadeiro ou não, mas querer com toda força, aceitar, aceitar. Mas mesmo assim, aceitando, não sei por que, não tenho vontade de comungar. Adio, adio sempre, para uma época que não sei quando, talvez quando não tiver mais tempo. Penso comigo: quando me aposentar irei diariamente à missa como mamãe, Tidoce e Dazinha faziam. Será que me aposentarei um dia? Para mim a aposentadoria é um prêmio tão esperado que chego a temê-lo. Serão dias de sol, de música, de alegria. A liberdade em parte, pois com Nonô na situação em que se acha não me é possível tê-la integralmente. Mas a liberdade exatamente como é mais bela, a liberdade que o amor dá. Não desejo nem nunca desejei a liberdade integral, desde a morte da minha mãe. Liberdade sim, mas presa pelo amor a alguém, a alguma coisa. Liberdade total para mim significa abandono, falta de amor. Preciso querer alguém, prender-me, sentir que necessitam de mim, mesmo apesar do meu receio, das minhas queixas. O que poderei fazer da liberdade total? Arrastá-la como um fardo, invejando as cadeias do amor dos outros e suspirando por elas. Sentarei num banco de praça numa manhã fria e de sol, vendo as árvores, sentindo o vento, ouvindo o vozerio das crianças que brincam, os rumores da vida meio distante através da névoa dos anos vividos. Andarei devagar pelas ruas, pisando as folhas caídas no outono, tentando adivinhas o mistério de cada casa adormecida na manhã fria. E à noite, sentada no quarto de música, ouvirei tudo que amo, olhando os quadros, os retratos na parede, pensando com doçura nos que já se foram, rebuscando na memória um som, um gesto, um sorriso esquecido no tempo.
A vitrola para e me levanto para tirar o disco. Nonô vem saindo do quarto, cheio de tinta. Vou ajuda-lo a lavar as mãos. Irrita-se porque tento enxaguar mais uma vez os dedos que ele julga limpos, me empurra, zanga-se. É sempre assim. Insisto e enxugo vagarosamente os seus dedos, tirando qualquer resto de tinta que por acaso tenha ficado, com um pano velho. Do banheiro encaminha-se para a sala de música, onde liga a televisão e senta-se na poltrona favorita. Acompanho-o me sentando também a seu lado e começamos a ver um filme onde um dos personagens num dado momento faça de inferno. Sacode a cabeça e escreve no caderno, me mostrando: “Não tem inferno, juro a você.”
Olho-o em silêncio e ele mantém o meu olhar, reafirmando com a cabeça:
- Não, não.
Estou com ele, mas quantas vezes não tenho discutido no confessionário a esse propósito! Foi mesmo origem de um desentendimento meu com um padre a quem detestei no momento. Passei muito tempo sem voltar ao confessionário, para quê? Se não admitiam que eu fosse sincera? Que me adiantava dizer que acredito na existência do inferno, se dentro de mim penso o contrário? Nonô, por exemplo, já tem o seu inferno aqui mesmo. Quase cinco anos emparedado vivo, haverá maior inferno? Nem mesmo a morte, libertação, apesar do medo que a precede.”
Vida Vida – pp. 201 e 202
"Acho que quando as coisas começarem a dá certo, eu vou até estranhar e perguntar se estou na minha vida mesmo"
Loja da Vida
Chego na loja da vida
E vou comprar a felicidade
E me perguntam: O que é isso que compras?
Lhes respondo: Um legado,
O único legado que levarei comigo
Pois o resto é para ficar aqui
Riquezas, conquistas, sonhos...
Pois deixarei eles para a próxima geração
Para que eles também encontrem o caminho para essa loja,
E não,
Certeza que não estarão de bolsos vazios.
Me perguntam: Porque?
Lhes respondo: Porque não?
Numa jornada em busca de dinheiro e riquezas você ganha fama e poder, mas isso de nada vale aqui.
Numa jornada de dor e solidão você encontra escuridão e tristeza, mas não da para usar isso como moeda.
Numa jornada de paz e harmonia você encontra respostas para perguntas, mas não para chegar a esse local.
Então deixem eu perguntar a vocês
Porque não teriam algo em seus bolsos?
Lembranças, Momentos, Alegrias
Confiamos aos outros nossos legados
Desafiamos os outros a nos alcançarem
Pois não partiremos com nada disso
somente essas 3 coisas.
Me perguntam: Quer mais alguma coisa?
Lhes respondo: Não obrigado, podem ficar com o troco.
Pois tudo que preciso estar nesse pacote, que envolve meus amores,amizades, desejos, emoções, felicidades, histórias, lugares...
Mágicas do sorriso.
Então até mais loja, carrego comigo o que aqui comprei
E provavelmente não irei voltar
Lhes pergunto: Alguma coisa a dizer?
Me respondem: Volte sempre!
Nas chuva de confete deixo a minha dor,
Solidão bate no peito mais vou ignorar,
Estou em uma multidão de eu tentando te encontrar,
A desilusão mostra o que tem pra me dar.
Não sou desse mundo, mas, estou neste mundo. Pra tal, escrevo algo que vou deixar neste mundo. Mas, que também levarei comigo lá do outro lado com Deus. "O AMOR".
Vou lembrar pra sempre o beijo que você não me deu...
Lembro o momento em que você em minha vida apareceu...
Ocupados demais com a vida nem percebemos o que aconteceu...
Eram duas almas separadas
A vida deu a oportunidade de seguirem juntas na mesma jornada
O barulho ao nosso redor
ocupou nossa mente e coração.
Foi tanto riso e diversão
Compromissos...
Eram toda a nossa atenção.
'Será que nunca mais vamos nos reencontrar?'
Fiquei calada... Tinha medo do que falar.
Você segurou minhas mãos... frias
Eu mal ouvia o que você dizia
Meu coração tum-tum forte era tudo o que eu ouvia.
Você falou, e falou...
Minha mente divagou...
Minha mão levemente sua mão apertou...
Suas mãos macias estavam quentes
Eu só queria era ficar assim pra sempre.
Hora de partir.
Um abraço leve
Será que a lei é mesmo cada um seu caminho sozinho seguir?
Saudades imensas do seu beijo que não ganhei.
Saudades de ti…
Quero-te hoje. Como te quis ontem. Como vou querer-te amanhã.
Vivo-te todos os dias dentro de mim, como se estivesses a um milímetro do meu toque. Os meus olhos afundando-se nos teus. A tua mão enterrando-se na minha. Os dedos numa carícia. O abraço surgindo. O carinho que brota. Tranquilo. E tão urgente. Lágrimas de alegria. Gratidão. Dentro e fora de mim. No nosso mundo. No nosso espaço. No nosso infinito. Amor. Amizade. Companheirismo. Compreensão mútua. Nas palavras sussurradas. No grito ao mundo. No riso espontâneo. No silêncio de nós. No nós de tudo.
Quero-te hoje. E em todos os hojes do amanhã. Como és. Como sou. Como somos. Adultos, crianças, loucos, meigos e selvagens, mas de nós. Para ser. Para sermos. Sem limites. Tão bonito hoje. Maravilhoso amanhã. Por mais de mil anos. Eu sinto. Vivo a certeza. A tua cabeça descansando no meu colo. O meu rosto pousado no teu peito. Não temas. Eu não receio. Deixo-te estar. Deixa-me ser. Vem. Ou deixa-me ir. Acredito em ti. Só quero amar-te. Cuidar-te. Proteger-te. Estar contigo. Sempre contigo. Até Deus nos chamar. E muito mais além disso.
Vou ao mercado fazer algumas aquisições para alimentar minha alma faminta.
Ando com fome do saber, de amor e de compaixão.
Espero poder encher o carrinho e saciar meu momento e experimentar em seus detalhes as nuances do sabor desta delícia que nos enche e nos deixa em êxtase.
EU NÃO VOU DESISTIR DE VOCÊ
Voltar para ti, é o que eu quero
Ter você, é o que eu desejo
Estar ao seu lado, é o que eu peço
Não, eu não vou desistir de você
Te perdi uma vez, foi necessário
Me afastei demais, foi viável
Nós em caminhos opostos, teve de ser assim
Mas, eu não vou desistir de você
Soltei o que me prendia, não foi fácil
Tirarei o que te segura, se for preciso
Deixe-me alcançá-la, me dê sua mão
Pois, eu não vou desistir de você
Só você me completa, pelo seu jeito doce eu faço promessas que para sempre vou te amar e nunca te magoar.
Autor : Victor Muller
Eu vou celebrar
A vida no olhar
As asas do pensar
A alegria do sonhar
Celebrar o universo
Inextinguível em cada ser
Celebrar todo começo
Que me alegro em ter
Quero toda vida
Em sua veracidade
Queda ou partida
E noutro dia
Lavar o rosto
Ver no olhar à vida
Mais uma vez eu preciso te dizer que não dá pra esconder o que sinto por você. Eu vou em frente, vou seguir meu coração vem e pega minha mão, eu só quero amar você.
É engraçado porque não é mais como antes, entende? Eu vou te olhar, vou lembrar de tudo, mas o meu coração não vai mais pulsar intenso, porque acabou, e eu sei que acabou. Hoje eu te vi e a unica coisa que fiz foi sorrir e pensar, foi maravilhoso enquanto durou, apesar de não ter durado. Não sofri, e eu fiquei feliz por isso, porque estou livre, sempre estive, hoje muito mais que ontem, porque eu deixei você ir sem medo. Pela primeira vez na vida eu não tive medo de te deixar ir. Eu sabia que a tua ida seria uma chegada para mim. Tudo chegou depois que você se foi, tudo floriu. Não que você não tinha sido importante, você ainda é, mas não com a mesma intensidade que antes. Hoje alguém me olhou e disse que eu estava mais feliz, transbordando alegria. E eu olhei e disse, eu me libertei, enfim, o deixei ir. Novos ares, novas experiências. Tudo novo.
Não me venham com discursos de piedade, eu sei bem como é cada um de vocês, e sem dó nem piedade vou falar na sua cara o que ninguém tem coragem de te dizer.
