Vou Morrer
Tenho duas certezas na vida. A primeira que vou, como todos vamos, morrer.
A segunda, se ainda não morri é porque continuo vivo.
Por isso, até morrer, vou viver de Viver.
Eu queria morrer, mas não posso...
Então vou sobrevivendo, enquanto ainda tenho forças.
As angústias são reais e a palpitação é voraz!
Sinto um gélido ardor na ponta dos dedos e caminho em memórias, o eterno se solidifica num mundo fluido de aspirações vãs.
Símbolos que não transmitem ideias, finjo lucidez e me escondo na multidão, queria estar mais uma vez sobrevoando o caos.
Sinto que vou morrer! Posso, portanto,
dizer-te a verdade santa e nua: Não quero mais teu amor! Porém minha alma Aqui, além, mais longe, é sempre tua.
"Se um dia o nosso amor morrer, vou escrever em sua lápide: aqui jaz um amor que começou ao som do jazz.
Eminência
Será que vou ser reconhecido quando morrer?
Ou virará o vento o meu nome, sem o ler?
Quero aproveitar tudo antes — a luz, o verso,
O gosto do mundo, doce e diverso.
Viver ou sonhar?
Pois o tempo é um rio, rápido e discreto.
Busco o sucesso eminente, a glória.
Mas será que ela preenche a alma vazia?
Talvez o que importe não seja o destino,
Mas o fogo no peito, o passo divino.
Que eu queime em chamas, intenso e completo,
Vivo ou sonhando —
Mas nunca quieto.
Hoje eu me sinto péssima, eu realmente queria morrer, mas amanhã sei que vou estar sorrindo e vai ser como se isso nunca tivesse passado na minha cabeça. Ciclos sem fim,
Só tenho duas certezas na vida. Uma, que vou morrer. A outra, é que se não morri ainda é porque estou vivo
A primavera me dá coisas. Dá do que viver. E sinto que um dia na primavera é que vou morrer. De amor pungente e coração enfraquecido.
"Tudo que eu fiz foi só pra você
Toda noite sinto que eu vou morrer
Te espero ou tento te esquecer
Drgas só vai me matar
Pensar vai me torturar
A chance com ela é de zero
Meia noite olhando pro teto
Me sinto morto
Po isso não tento
Eu ainda te amo
Não o que eu te fiz
Arma meu próprio reflexo
Tão sozinho
Porque terminou"
