Vou dar Volta ao Mundo
Mesmo diante das adversidades, é preciso dar vazão à própria natureza. Se ser bom é a nossa sina, que o sejamos — ainda que custe um mar de lágrimas, ou para que não sucumbamos à mesmice.
O hip-hop, como expressão artística e cultural, tem sido historicamente uma forma poderosa de dar voz à comunidade negra e denunciar as injustiças e opressões sofridas por ela. É importante ressaltar que o hip-hop não foi criado como incentivo ao crime, mas sim como uma forma de resistência e empoderamento. A narrativa que associa o hip-hop ao crime é, muitas vezes, uma generalização simplista e preconceituosa.
Cada cultura tem suas próprias expressões artísticas e musicais, e o reggaeton, por exemplo, é uma manifestação cultural importante para a comunidade latina. No entanto, isso não significa que o hip-hop deva ser desvalorizado ou associado de forma injusta ao crime.
É fundamental reconhecer e respeitar a diversidade cultural e as diferentes formas de expressão artística de cada comunidade. Negar a importância e a legitimidade do hip-hop como um espaço de resistência e representatividade para os negros é perpetuar a colonização cultural e o racismo estrutural.
Portanto, é essencial promover o diálogo e o entendimento mútuo entre as diferentes culturas e valorizar o hip-hop como uma forma legítima de expressão artística e social, sem cair em estereótipos e preconceitos infundados. É preciso reconhecer a riqueza e a diversidade das manifestações culturais e musicais, respeitando a história e as lutas de cada comunidade.
Quando se tem alguém disposto a dar cento e dez por cento, certamente há aquele que só faz o mínimo, com o mínimo de coragem e quase nada de empenho.
"A falsidade pode ferir, mas também nos ensina a dar mais valor à pureza dos vínculos verdadeiros."
Sinto que o apego está a dar sua última respiração e uma nova fase com uma nova pessoa esteja próxima, não sou mais o mesmo de antes, obrigado abismo, obrigado oh pessoa que deixou de me amar, obrigado meu querido irmão e minha querida amiga por me aconselhar e acolher.
“Quando eu não significo nada “
Às vezes eu queria saber dar nome ao que sinto… mas eu não sei. Existe um sentimento que me consome por dentro, silencioso, sorrateiro… e quando menos espero, ele chega. Em muitos momentos da minha vida, eu estou tão bem — leve, feliz, com o coração em paz. E, de repente, algo pesa. Vem uma angústia que me tira o ar, que prende na garganta um nó que parece querer gritar… mas eu nem sei o quê.
Queria gritar por tudo o que eu não vivi, por tudo o que deixei pra depois. Por momentos que sonhei e que nunca aconteceram. Queria colocar pra fora essa confusão de sentimentos que me transborda e me esvazia ao mesmo tempo.
É estranho, sabe? Porque eu sinto que estou evoluindo, sim. Que estou progredindo, vencendo lutas internas, enfrentando feridas antigas. Mas, ao mesmo tempo, sinto como se estivesse presa, girando em círculos… parada no mesmo lugar, sem entender exatamente pra onde estou indo.
Às vezes o mundo perde a cor. Outras vezes, tudo parece ter ganhado tons que eu nunca tinha enxergado antes. É tudo tão intenso, tão profundo, que eu mesma me perco em mim.
Pessoas incríveis passaram pela minha vida, e sou grata por cada uma. Mas nenhuma delas ficou. E isso também machuca.
Tem dias em que eu queria viver pra sempre, pra experimentar tudo que a vida ainda pode me oferecer. E tem dias em que eu não queria mais viver… porque não encontro sentido em nada. É uma mistura de sentimentos, de saudades, de vazios, de pequenos prazeres, de lembranças boas e decepções profundas.
Mas uma coisa é certa: hoje eu lido melhor com a minha dor do que há um ano e meio atrás. A rejeição ainda me dói, sim. Ainda me visita de vez em quando, mas já não me destrói como antes. Eu ainda choro — muito. Mas não todos os dias. Essa semana, por exemplo, foi só uma vez.
A verdade é que eu ainda estou me procurando. Tentando me reencontrar como mulher, como pessoa, como mãe, como profissional. Caminho com coragem, mesmo sem saber ao certo o destino. Vivo buscando algo que ainda não sei o que é. Mas sigo. Porque mesmo sem respostas, há algo em mim que ainda acredita — mesmo que seja só um pouco — que tudo isso ainda vai fazer sentido.
Não cobre consideração de ninguém, eles não são obrigados a te dar nada, inclusive aquilo que não tem.
Às vezes, tudo o que a gente precisa é dar um voto de confiança para a vida. Tipo quando você fecha os olhos, respira fundo e diz: "não sei onde isso vai dar, mas vou." Porque tem dias que não pedem força. Pedem fé. E fé, ao contrário do que dizem, não é ausência de dúvida, é aquele abraço que a gente dá em si mesmo quando tudo parece incerto. Às vezes, você só precisa acreditar. Deixar a fé falar mais alto que as circunstâncias, deixar o medo de lado e experimentar tomar uma dose de coragem, porque se tem uma coisa que a vida exige da gente é coragem. Ainda há detalhes para serem desvendados e momentos para sentir que a vida valeu. Existe beleza escondida em dias comuns e quando a gente aprende a enxergar com o coração, tudo muda. Tem sempre uma possibilidade esperando por nós. Num gesto sem pressa. Numa lembrança boa que volta para lembrar que a gente sobreviveu. Como se a vida dissesse: "Vai. Ainda dá tempo de ser feliz." A vida, com sua mania de surpreender, sempre nos devolve alguma parte esquecida da esperança. E a gente segue. Pois, no fundo, mesmo quando fingimos não acreditar, carregamos dentro da gente aquele restinho de sonho que ninguém conseguiu apagar. E talvez seja exatamente isso o milagre: continuar, apesar de tudo.
"Dar murro em ponta de faca". Ditado que expressa A NOSSA FRUSTRAÇÃO EM NÃO PODER AGIR A CONTENTO. Mas creia: nada acontece por acaso, o que tiver que passar, o que lhe foi destinado, ira ocorrer. Só não confunda: liberdade com libertinagem. Essa nunca!
Como os estudos demoram a dar frutos na era do “aqui e agora”, atalhos estão em voga, saberes vão embora, educação perde a rota.
Maria, grávida de Jesus, o Messias e Filho de Deus, pronta para dar à luz, não teve uma hospedaria especial, muito menos uma suíte master.
O ministério e as promessas de Deus não têm a ver com status, mas com serviço e humildade."
"Maria, grávida de Jesus, o Messias e Filho de Deus, pronta para dar à luz, não teve uma hospedaria especial, muito menos uma suíte master. O ministério e as promessas de Deus não têm a ver com status, mas com serviço e humildade."
Talvez seja melhor dar um tempo na carreira literária do que sentir que minha alma se recusa a encerrar.
Jesus Cristo já dizia:
"Não pode a árvore boa dar maus frutos."
Quando alguém te ignora, fere, trai ou se afasta sem compaixão diante da primeira adversidade, revela que seu coração continua preso a si, distante do verdadeiro amor que compreende e acolhe.
Mesmo que a dor seja real, escolha sempre o perdão.
O medo tem um jeito silencioso de nos afastar do que mais queremos. Às vezes, a coragem é só dar um passo mesmo tremendo.
O medo é bom quando alerta, no entanto ruim quando nos trava. E no fundo, a gente só cresce quando vai mesmo com medo
Deixe uma herança de caráter e ética.
Ensine a pescar, não apenas a dar o peixe, prática única.
Não se afogue no excesso;
saboreie com moderação.
O verdadeiro tesouro está na família
e nos valores em união.
Livro: O respiro da inspiração
A ideia de que "todos têm o direito de dar palpite" serve como justificativa para o desprezo pelas ciências sociais.
Muito pouco se fala sobre ele: o PAI que escolheu permanecer, lutar junto com a sua família e dar o seu melhor todos os dias. Esse pai também é bom, também é maravilhoso. Ele também leva o filho à escola, às terapias, também se dedica, também carrega no peito as batalhas invisíveis. Às vezes tímido, mas quando é preciso, solta seu leão interior para proteger e defender seu filho(a) autista.
Esse pai, muitas vezes, chora escondido. É raro ver suas lágrimas, porque ele finge estar bem para não sobrecarregar ainda mais a esposa, que já enfrenta diariamente os desafios da maternidade atípica. Esse pai, mesmo guardando muito para si, continua ali: incentivando, apoiando, amando sua família e seu filho(a).
É verdade que existem pais que abandonam. Mas para aqueles que ficam, que vestem a camisa de parceiros de verdade, é essencial que a sociedade também os enxergue, que também os acolha com amor e reconhecimento. Porque eles não estão “fazendo um favor” estão agindo por amor, por responsabilidade, por um compromisso que nasceu junto com o coração de PAI.
Pai de verdade não mede esforços para garantir que nada falte para sua família, e merece ser lembrado, valorizado e respeitado por isso.
Esse é o pai que eu escolhi para minha FILHA(O) autista: um pai que fica, que luta, que ama e que merece ser visto.
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