Você Nasceu pra Mim
Não... o celular não vibrou
Nem o sol nasceu
O herói morreu
O poeta não se inspirou
A menina não sorriu
O ponteiro não andou
Não estamos em abril
Nem acredito no amor
Não? Não!
Eu nego a negação.
Homem do mar, pág. 58
Era uma vez
Uma vez no sentimento na magoa, de tristeza enche uma lagoa
da felicidade nasceu rancor o que semeiou odiou não relaxou se exaltou e descordou que não era uma vez, era uma das vezes...
Tenho 52 anos, um olho apenas, a carne nasceu por dentro do osso como falava o saudoso humorista “espanta” que Deus levou de forma precoce mais, pense num ser humano GRATO a Deus sou eu, no mundo do “TER” não sou nada, pois, nada tenho, mais no universo do “SER” sou gigante, tenho brilho e sua luz incomoda grandiosamente. Obrigado meu PAI, GRATIDÃO com toda sua plenitude.
Jesus, o Galileu dos gentios (Isaías 9.1) que nasceu e cresceu entre os que eram desprezados pelos Judeus (João 7.41; João 7.52), fez com que os improváveis se tornassem parte da família de Deus.
Hj o dia nasceu e vc não estava nele. O galo não cantou, passarinhos não vieram e nem o sol apareceu. Claro! Seu sorriso cessou. Ele que ascendia o sol, apareceu a chuva, o céu se derramava. A brisa era fria, o calor do seu abraço fará falta...para sempre Paula!
Meu pai.
Meu pai nasceu em 1919 e teria hoje, se fosse vivo, 101 anos.
Infelizmente ele se foi em 1999 portanto há vinte e um anos.
Tenho vagas lembranças de como teriam sido os primeiros anos da sua vida pelos seus relatos já quase esquecidos.
Para falar a verdade, é dificílimo imaginar meu pai aos cinco, dez ou quinze anos, vivendo na cidade de São Paulo onde as novidades o teriam deixado tão surpreso, como para mim o advento da televisão colorida em meados dos anos setenta ou a internet nos anos noventa.
Naquela época as grandes novidades devem ter sido a chegada ao Brasil dos primeiros carros, a popularização do rádio e o acesso aos primeiros cursos universitários.
Meu pai contou que o primeiro carro que meu avô comprou, um Ford 1929, da sua alegria em ter um rádio e de como ele conseguiu fazer à noite, o curso de ciências contábeis e atuariais da Faculdade Álvares Penteado do Largo de São Francisco.
Tempos difíceis, dizia ele que vivenciou o gasogênio, tinha dificuldade em saber das notícias internacionais pelo rádio e tinha que chegar em casa, por imposição do meu avô, obrigatoriamente às nove horas da noite, ainda que as aulas terminassem depois desse horário.
É bem verdade que ele tinha certas regalias que a maioria dos jovens não tinham . Ele já podia dar suas voltinhas com o carro da família uma vez que desde os dezoito anos ele é quem dirigia porque meu avô tinha dificuldade para fazê-lo, para não dizer que dirigia muito mal.
Foi numa dessas voltinhas pela Rua Frei Caneca que ele viu pela primeira vez a minha mãe. Deve ter sido um impacto fulminante porque a minha mãe era seguramente a garota mais bonita de toda São Paulo. Prova disso, são as fotos que sempre publico.
Além de linda, minha mãe dançava balé, era formada em música pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e dava consertos públicos aos dezenove anos de idade. Sua educação foi primorosa. Era a mais bonita, a mais inteligente e a primeira filha mulher. Ouvi dizer que era o xodó do pai e da mãe com muita razão.
Segundo meu pai, a troca de olhares foi rápida, as primeiras conversas furtivas e o namoro alguma coisa perto de uma história de terror uma vez que o meu avô era um português no mínimo turrão.
Quando meu pai foi pedir minha mãe em namoro, a conversa teria se tornado um desafio uma vez que meu avô disse que com filha dele ninguém brincava e que ele não admitiria namoro ou noivado prolongado.
Quem conheceu meu pai sabe que o sangue espanhol dele fervia nas veias quando era confrontado e ele teria perguntado ao meu avô quanto tempo seria suficiente ou demasiado e meu avô teria dito que não poderia demorar mais que seis meses.
Oh! Deus! Imagino a cara do meu pai, que esperava autorização para ir ao cinema com minha mãe na companhia de alguma irmã e sair de lá noivo para casar.
Segundo relatos fidedignos, meu pai teria imediatamente marcado a data do casamento para daí a quatro meses e o grande problema nem foi esse e sim contar para o meu avô, o seu pai que ele casaria no final daquele mesmo ano.
Houvesse esse termo naquela época e eu diria que “a casa caiu”.
Meu pai me contou a condição imposta pelo padrasto para que ele se casasse seria ir morar em Vera Cruz, uma cidadezinha do meio do Estado de São Paulo, que hoje tem uns de dez mil habitantes, naquela época só uma rua pequena e sem saída.
A minha mãe me contou que foi uma correria louca. A noiva tinha que fazer o enxoval, e promover a festa e o dinheiro mal dava para o dia a dia da família Pacheco.
Apesar dos pesares meu pai e minha mãe casaram-se dentro dos escassos quatro meses. O vestido da noiva era uma obra-prima, a festa foi perfeita e até pouco tempo, havia em casa alguns lençóis de puro linho do enxoval original. No mais, eu estou aqui para contar essa história louca e verídica.
História do cara mais incrível que eu conheci, meu pai Antônio Guzman Mariscal.
Contabilista rádio amador, criador de pássaros de canto, espanhol esquentado, homem íntegro e honesto que fez tudo que podia pelos filhos, do qual eu me orgulho de ter muitos princípios. E o nome Guzman.
Assim como sol nasceu pra iluminar o dia , a lua veio pra encanta e da magia pra noite ,eu nasce pra viver do seu lado eternamente, e nunca vou desiste do meu amor por você.
...vejo..ouço...triste constato
piu
que a poesia não nasceu para este mundo nem eu que não entendo como se pode lançar aos céu estrondosos fogos comemorativos quando sabemos que acabamos de ultrapassar os cem mil mortos pela pandemia e mesmo assim comemorações são feitas claro que não com a poesia pois ela deste mundo não é nem eu nem comungo com tal desfaçatez que a poesia deste mundo não é mesmo por isto nem pontuação fornecerá...MAS É CLARO QUE É ZERO
Canoa
E quem nasceu para amar, as águas não podem sufocar, corra nas asas do vento para seu amor conquistar.
Você nasceu com uma brasa no peito, e uma flecha na alma. Por que então, criou raiz enxertada em outra planta? Que nem voa como pode, e nem vive como deve?
Em Guimarães aconteceu...
algo de muito importante, pois!
Foi o tempo, em que Portugal, nasceu.
Como um só Português povo.
E foi assim, oh vós que não sabeis!
E para que outra verdade, tal não penseis!
Pois Portugal nasceu um dia...
Isso eu tanto mencionar queria.
Estava o Islamita, povo neste país...
Mas Deus tal assim não quis.
Que formou reinos cristãos,
que em união, deram as mãos!
Depois da de luta contra o Islão,
formaram-se reinos: De Castela,
Navarra, Aragão e também de Leão!
Que dos cruzados, tiveram a mão!
Tendo o rei Afonso VI de Leão,
À França pedido ajuda contra o Islão...
Vieram dois cavaleiros, cruzados, guerreiros,
que de Borgonha vieram ligeiros!...
Foram o conde Dom Henrique,
E o conde Dom Raimundo,
que contra os mouros, ninguém lhes resiste.
Pois estavam estes em quase, todo o mundo...!
Para recompensa dos cruzados,
O Afonso VI, uma doação aos ousados,
Cavaleiros fez, com satisfação!
E com grande emoção!...
Ao conde Dom Henrique, Portucalen doou.
Ao conde dom Raimundo a Galiza entregou.
E com suas filhas os bem casou.
Que por seu sogro ficou!...
Dona Teresa foi a que Dom Henrique casou,
E deste casamento, um príncipe, nasceu.
O menino Afonso Henriques, que assim se chamou.
Mas o menino muito cresceu e logo se fortaleceu.
O conde Dom Henrique, a Portucalen independente,
de Leão tanto queria, que tal tinha em mente,
Mas isso, foi grande tormento...quem diria!
Porque o rei de Leão, tal não queria.
Mas, a morte a Dom Henrique matou,
E Dona Teresa o território proclamou!
Para a casa de seu pai o destinou.
Até que seu filho, não gostou.
Jovem era de idade, quando a igreja de Braga,
e a nobreza de portucalen, o infante apoiou.
Ele em Coimbra, aos quinze anos, cavaleiro se denominou.
E da sua mãe não temeu, ainda que com muita praga!
O jovem príncipe estas terras amou,
E de Seu pai se lembrou e a mãe enfrentou.
Com força avançou para São Mamede.
Sem nenhum da mãe mesmo medo!
As de Portucalen tropas, venceram,
as de Dona Teresa perderam.
Dona Teresa por seu filho presa terá sido.
E assim um país terá nascido!
O reino de Portugal em Guimarães nasceu,
Com o rei Dom Afonso Henriques, o conquistador,
Que a esta terra, ao povo, todo bem o deu,
E de Portugal, foi rei e senhor!
Qual é o problema?
Por que você não foca no que nasceu para fazer?
É hora de agir, chega de auto-piedade; tá difícil? Mude, transforme tudo a sua volta com atitude determinante, a sua atitude, sua.
Cada pessoa carrega uma desculpa para não fazer o que diz querer; desistir porquê não é justo? Quem foi que disse que tem que ser justo?
Nada é para ser, se você não se mexer nada acontece!
Melhor que chorar pela indecisão é saber que a sua escolha nasceu da sua consciência. E que as consequências já estarão computadas nesta.
O medo um dos mais primitivos instintos, ele nasceu da ideia da auto-preservação, pois o medo serve para alerta-lhe, ele lhe mostra do que deve se manter cauteloso, você deve possuir-lo, pois a vida possui uma beleza um tanto mortal, para aqueles que passam de forma ignota por essa natureza, viverão na inocência da ignorância humana.
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