Voce Nao Merece Sofrer

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Umbanda é amor

Umbanda não tem homens e não tem mulheres têm médiums, com a humildade visando a prática da caridade característica principal do culto; que este teria como base o evangelho cristão e como mestre maior Jesus. Onde os uniformes usados pelos médiums são brancos e a entrada descalços, onde todos os atendimentos são gratuitos. O altar não emprega luxos, não esperamos por milagres para testemunhos, pois milagres o fazemos a todo momento e o trabalho continua, não trazemos "demônios" assim como outras não expulsamos almas escuras, reconectamos o negativos para ajudar a trazer luz e doutrinando os enfermos ou enquanto outras trás vários tipos de espíritos todos os dias trazemos os mesmo por anos em função de ajudar o próximo. Mundo físico e espiritual se interagem juntos todos em prol da evolução, umbanda é sincretismo de vários elementos, não obriga a seguir nenhuma religião, a única coisa que umbanda vai lhe dizer é; COMO POSSO TE AJUDAR. Com os espíritos evoluídos nos aprenderemos com os atrasados nos ensinaremos assim a todos terão a oportunidade de comunicação, a verdadeira umbanda não faz maldades, não se vinga do vizinho ou do colega de trabalho não separa casamentos, não faz amarrações. A caridade o amor bondade humildade paz simplicidade dignidade união fé evolução, umbanda é todos os elementos positivo é a junção. Umbanda é uma religião que durará até o final dos séculos que é para harmonizar as famílias brasileiras. Sou filho de Deus e me orgulho de ser da umbanda.

Não desperdice a oportunidade de ser feliz, saiba valorizar realmente as pessoas que te amam!

Não pare para refletir, seu reflexo está em todas as partes é só observar...
O importante é agir, isso sim só se encontra dentro de você!

Quem ama cuida e não desiste tão fácil! Por mais que passemos por vários obstáculos, não desistimos. Esse é o verdadeiro sentido da vida, esse é uma das alternativas que temos para que o verdadeiro amor flua naturalmente!

Pessoas mentem, evidências não.

Não há dor maior, sentimento de incapacidade e impotência, que tentar amar alguém que só consegue te odiar, que não tem nenhum respeito, nenhuma admiração por você. E isso constatado o melhor é abrir mão, não se envolver, se afastar. Porque há pessoas na vida, que só querem pôr as outras pessoas pra baixo, humilhar, sem nenhum respeito. Nenhuma compaixão, nenhum amor. E mesmo doendo a alma, também disso devemos escolher abrir mão. Todo ingrato carrega consigo o poder de afastar quem se importa de verdade com ele, quem se preciso daria a própria vida. Que amarguem na sua superioridade e deixem os demais mortais viverem. Amar alguém ingrato não compensa. É preciso amar mais você antes disso.

Quem crê nas próprias forças não fica na dependência do conforto alheio.

Ter poder e não saber usá-lo é coisa de tolo.

Eu não gosto de conto-de-fadas, meu negócio é realidade.

Maysa Quando fala o Coração

Nota: Frase da minissérie "Maysa Quando Fala o Coração"

Voltei, enfim, pra minha posição preferida: defensiva total. Ninguém me invade, não deixo. Se der mole, eu expulso. Se for gol, eu marco impedimento. Sou a juíza meu bem, só joga quem pode, quem aguenta. Jogador a menos pra mim não faz falta. Beijos, fui viver.

Nós podemos viver pra crer, esperar pelo o que pode acontecer... Só não podemos chorar pelo o que não demos chances de ser feito.

Minha vida não tem qualquer finalidade, sem direção, sem objetivo, não faz sentido e, no entanto, estou feliz.

Tentei dormir
Mas, o sono não vem...
Tento encontrar uma desculpa
que me tire essa vergonha
Sues olhos se encontram com os meus
Voce segura minhas mãos
Tua boca encosta na minha
E agora não existe eu e você
Lágrimas beijam minha face, você as enxuga, me abraça e tudo passa
Minhas pernas ficam bambas
eu quase desmaio,
você me segura e me leva embora...
Suas asas são negras, teus olhos doces, teu sorriso meigo, tua voz me acalma...
Você é o Anjo da Noite

MINHA DEMÊNCIA

Não é fácil definir minha personalidade. Não a tenho. Um dia sou uma coisa (coisa literalmente); no outro dia sou outra. Vivo em constante metamorfose reversível, não como o personagem kafkiano que foi se transformando de gente em barata e nunca mais voltou a ser gente. Meu caso é diferente. Um dia me sinto muito gente, grande até. No outro me percebo como uma bosta fedorenta e desprezível. Tudo depende de como consigo aceitar ou não a loucura de um mundo formado por hipócritas, cretinos, violentos e, o que é pior, imbecis, já que, isso tudo somado, dá no que deu essa humanidade que integro, mas que abomino, desde que raríssimos são os que conseguem enxergar o óbvio. Quase todos são como vacas: seguem uns atrás dos outros, sem o cuidado de verem se quem lidera o rebanho tem capacidade para tanto. Mas o pior de tudo é que o mundo se divide em muitas boiadas, quase sempre comandadas por “touros” que se fazem senhores de todos, havendo mesmo aqueles que interferem nos destinos de quase todos os outros rebanhos. E os idiotas que vão atrás, por safadeza (os touros menores); preguiça mental, ou idiotia progressiva (os touros sem berros), sabem que não está bom, mas não se unem para tomar o comando para formar um sistema social onde todos comandem e ninguém mande, ou seja, onde cada um seja dono de si, respeitadas as individualidades para o bem-estar próprio de cada um ou do coletivo.
Isto posto, e como muitos males já me vêm de longa data, desde quando eu mal sabia como escrever uma carta anônima, mas identificável, para a desejável mulher do vizinho, comecei agora, já não muito longe dos finalmente da meia-idade, a perceber que uma certa demência pode aniquilar-me, se eu continuar dando apalpadelas nas bundas flácidas, fedorentas e horríveis dos meios políticos e sociais do mundo e do meu próprio país.
Informar-me já não me atrai com nenhum prazer; me deplora, deprime, convulsiona. A mesmice é um óbice repelente às forças progressistas, e o conservadorismo travestido de liberalismo falseia desavergonhadamente as idéias de um futuro solidário, de uma justiça independente, nunca refém da libertinagem ideológica da ditadura capitalista, do elitismo oligárquico ou individualista que estraçalha os seres de menor força e destrói o planeta a uma velocidade vertiginosa.
Ler as desgraças do mundo é algo que vem de encontrar-me apático, abatido, sem mais vontade de lutar, desde que o mal do ter sempre venceu a dignidade do ser e, à medida que o homem evolui em ciências exatas, ou mais se enfronha nos terrenos das humanidades, mais carrasco ele se torna, porque, paradoxalmente, a sabedoria o torna mais senhor de si e de outrem, prevalecendo mais e mais a falta de escrúpulos, de sentimentos de justiça e de “vergonha na cara”.
Ver e ouvir um político de cargo de comando ou de Leis, ou qualquer outro cargo de alto, médio ou baixo escalão, ocupar postos ilegitimamente (pelo voto da ignorância, por enxertos de recursos corporativistas, pelo dom maldito da palavra, rica de retórica e paupérrima em sentimentos), tanto em meu país quanto em qualquer parte do mundo, chega a causar-me uma sensação de ódio mortal e a tirar-me muitos momentos de sono e de serenidade.
Passo horas a fio analisando injustiças, indiferenças com o terrível sofrimento de bilhões de pessoas subjugadas pelo neoliberalismo nefasto e dadivoso com a cruel macro-economia que destrói o bom senso, que afasta homens sem caráter e nenhum escrúpulo dos problemas que impingem dores inenarráveis aos pouco bafejados pela sorte, ou que não tiveram como alcançar o reino do roubo, da corrupção e da insensibilidade.
Passei muitos anos da minha vida sonhando que um dia eu não veria mais famintos, nem seres como eu vivendo pelas ruas, sem-educação, sem-teto, sem-terras, sem-respeito, sendo violentados em seus legítimos direitos, desde que nascidos seres vivos pensantes.
As classes mas abastadas dão as costas a esses humanos que povoam o mundo em condições piores do que vermes, pois vermes estão sempre em seus devidos lugares. Não lhes interessa, ou por imbecilidade ou por medo de que desiguais se tornem mais iguais, repartir conhecimentos, bens morais e materiais. Então se arvoram de donos do mundo e, embora vão servir de comida para os mesmos vermes que devorarão os miseráveis, ou virarem cinzas num forno crematório, sempre julgam que isso é algo que o dinheiro pode até minorar.
Tudo isto (poderia escrever mil páginas) embalado e, caprichosamente instalado em minha mente, me assusta e me dá sinais inequívocos de que não posso mais pensar. Minha impotência e minha insignificância ante os direitistas mal informados, sempre deu em nada, e agora, embora ainda precocemente, sinto que posso caminhar para uma demência incurável e ficar louco de vez.
Não posso mais tolerar o que vejo nem assimilar o que leio e ouço, sem que estremecimentos me abalem de maneira assustadora. Tenho medo de perder de vez a razão e sucumbir definitivamente.
Assim, é uma questão de lucidez para a sobrevivência o meu afastamento total e irrestrito dos problemas que minha incompetência não me permitem nem permitirão jamais resolver. As forças do mal já contaminaram, combaliram e aparvalharam os cérebros formados sob a égide da moderna barbárie do neoliberalismo.
Está aqui decretado o fim de um contestador, Nada impedindo que novos fatos positivos venham alterar esta minha decisão.

A paixão não é o problema. O problema é mendigar afeto. Cobrar o amor do outro sendo que eu não tenho amor próprio

Gabriel Chalita

Nota: Autoria não confirmada.

Todo homem que se achega a Cristo, verá que Ele é capaz de salvá-lo - não apenas capaz de salvá-lo um pouco, libertá-lo de um pequeno pecado, livrá-lo de uma pequena tribulação, carregá-lo um pouco e depois deixá-lo cair - e sim, capaz de salvá-lo até a máxima extensão do seu pecado, e de suas tribulações, até ao mais profundo das suas tristezas e ao extremo da sua existência. Cristo diz a todo o que vem a Ele: "Venha pobre pecador, não precisa perguntar se tenho poder para salvar. Eu não perguntarei quão longe foi em seu pecado; Eu posso salvá-lo completa e perfeitamente."

Formula

Não existe receita para esquecer quem se ama, o amor não se esquece, não se destrói, não se arranca, não se elimina; amor é o sentimento mais sublime do mundo, no qual poucos sabem desfrutá-lo e dar seu real valor...
o amor adormece e é isso q tenho tentado fazer nos últimos tempos, adormecê-lo e aprender a viver com isso dentro de mim, fazendo de tudo para não acordá-lo, porque o amor é igual a um vulcão até pode adormecer, mas ninguém pode fazer nada para acabar com ele, mas quando acorda... é uma loucura, entra em erupção, machucando a todos, trazendo enxurradas de coisas do passado que nos fazem sofrer, destruindo tudo aquilo q foi construído ao longo do tempo que esteve adormecido, por isso devemos ter muito cuidado para não desperta-lo e fazer com que adormeça pra sempre como muitos vulcões!

Não ofenda, não julgue as pessoas pelo "o que ouviu falar destas".

Se fosse bom se chamaria open bar, não relacionamento.

Não Consigo

Não consigo pára de pensar em nossa amizade
Sempre torcia para não acabar por equívoco
Por ignorância minha
Por confundir as coisas e realizar burrada
Tento esquecer mais não consigo
Choro dia e noite...
Há se você soubesse um por cento (1%) do que sofro...
Pela nossa afeição
Não vejo por que pedi
Estava cego para o mundo
Não consegui ver o horizonte
Não sinti que fui errado no momento
Estava anestesiado
Mais fui muito covarde
E reconheço tudo isto
Em não pensar direito
Mais quero que você me entenda
Confudi tudo...
O mundo...
Meus pensamentos...
Pensei que não ia te abalar
Magoar-te
Ou sei lá... Sinto que te magoei...
Lamento muito por isto meu amigo
Queria uma chanche...
Só uma...
Para que eu posso aprender a viver...
Estou começando a vida agora
Minha vida é pequena...
É complicada...
É passageira...
Ajo sem pensar às vezes
Preciso de alguém para mim ajudar
Para mim desabafar
Que ele me entenda como:
Irmão
Amigo
Pai
Como Deus!!!
Que tenha coração...
Que me compreenda
Que me ouça...
Assistir o fato verídico...
Qual conflito meu coração estava passando
E anotando coisas que não foram reais e sim fictícias...