Voce foi Melhor Tio do Mundo
Olá, dia comum
Com você o Sol chegou... ou foi você que com o Sol chegou?
Abro a janela... tudo tão igual a ontem, a anteontem... a trasanteontem...
Esvoaça a cortina... o perfume das rosas do jardim... o canto dos pássaros... tudo tão ordinário... tão banal... tão usual.
O passante solitário...
O barulho da água do chuveiro... do café o cheiro.
A porta que se abre... o rangido do portão... a multidão. O corre-corre diário... as batidas... tum-tum... tum-tum... do coração.
Dia comum: o Sol nasce e se põe quase sempre no mesmo horário... uma rotina tão rotineira...
... diariamente, dia comum, você acontece: aparece e desaparece... sempre da mesma maneira.
Tudo tão trivial... nada de especial... só mais um dia no meio de tantos outros dias... nada fora do comum... nada incomum... nada insólito... tudo tão corriqueiro... tudo tão normal... natural.
Viver sua chegada... viver sua saída: eterna lida.
“Dia comum, deixe-me perceber o tesouro que você é. Deixe-me aprender com você, amá-lo, abençoá-lo, antes da sua partida.” (Mary Jean Iron)
Dia comum, deixe-me perceber que você é excepcional.
Mais um amor se foi...
E você sente, uma vez mais, que
a vida segue por caminhos diferentes
por caminhos q você não sabe quais...
Mas continua seguindo... vc... a vida...
Por
caminhos iguais...
Por
caminhos desiguais...
Qual a diferença?
Que diferença faz?
São iguais? São diferentes? Por quê? Pra quem?
Pra quem vive sem ninguém?
Ou pra quem já tem alguém?
Iguais ou desiguais..... no fim
só o que realmente importa,
é que você mantenha sempre aberta a porta!
O que resta agora
que você foi pra sempre embora?
Não há cor, não há calor
a vida perdeu todo o seu sabor.
O seu olhar distraído
ao me dizer adeus
deixou meu coração partido
e perdidos meus braços sem os seus.
O que resta agora?
Uma vida descolorida,
uma alma deprimida...
e um coração solitário que chora...
agora que você foi embora :(
Uma hora... um dia... um ano..
ou por toda a eternidade,
é só você quem vai me querer mal
foi só com você que errei afinal.
Um mal que só a você faz mal,
meu mal nem magoa tanto assim,
só não queria você perto de mim...
só por isso não disse sim.
Foi erro de verdade
ter agido com sinceridade?
Não queria na minha vida
tanta falsidade...
Meu mal... meu bem
fiz um bem...
e pra você também.
Pensei que você fosse meu...
uma esperança enorme
guardei no coração
mas foi tudo em vão.
Agora vejo o quanto você
me enganou,
o melhor do meu tempo roubou.
Hoje eu estava olhando o mar...
e me veio uma impressão
de que pra você o respeito é pura ilusão...
não existe de verdade,
e que você não conhece sinceridade...
Tudo bem você viver assim,
mas não faça com os outros
tamanha maldade...
E você se foi...
sem dizer adeus,
sem beijar os lábios meus,
abandonou tudo em mim que era seu.
O que faço agora
que você foi embora?
Choro todo o choro guardado em mim?
Espero toda a esperança chegar ao fim?
Suplico pra você voltar pra mim?
Aceito que seu amor chegou ao fim?
Eu te amo... e vou te amar até o fim.
Volta pra mim... volta sim...
eu vou te esperar até o fim.
Deixe-me uma prova de que você não foi sonho, não.
Prove-me que não foi fruto de minha imaginação,
Quando eu abrir os olhos e der de cara com a realidade....
Espero que tudo tenha sido verdade.
Você, a pessoa ideal.
Você, amor sem igual.
Você, sonho real.
Você, remotamente irreal...
Você veio? Ou foi puro devaneio?
Culpe-se! Sim, culpe-se.
Não foi culpa minha você ter atravessado meu caminho.
Eu seguia feliz sozinho...
Culpe-se! Sim, culpe-se.
Pela dor que causou,
pelo amor que não me amou,
pelo que faltou.
Culpe-se! Sim, culpe-se.
Pelos desencontros, pelos quase encontros...
Pelas pedras que você no meu caminho colocou...
Pela dor que você deixou.
Culpe-se! Sim, culpe-se.
Por agora eu odiar ficar sozinho...
Por eu atravessar o seu caminho.
esbarrar, olhar, sorrir...
e fazer de conta que errei o caminho...
Culpe-se!
Quem foi que ensinou que, quando você está seguro de que é amado, pode se sentir seguro?
O que há de segurança no sentimento?
Há tantos que não duram sequer um momento.
Seguro, você deita na rede,
fecha os olhos
e descuidado deixa seu amado.
E seu amado - que quer seu cuidado -
descuidado, olha pro lado...
e, enquanto você fica de olhos fechados,
deixa de ser seu amado.
Cuidado!
Queria liberdade...
Pedi pra você partir.
E você gentilmente me atendeu.
Foi... se foi.
E sabe quem tomou seu lugar?
Uma saudade... uma saudade de matar.
Ela chegou, nada gentilmente, todo o meu coração tomou.
Nele se instalou, pôs a mesa, pediu sobremesa...
Tomou conta... não pagou a conta.
E agora me dou conta
de que sem você de viver não dou mais conta,
sofro por demais da conta.
Pedi pra você partir...
Gentilmente
agora, de joelhos, estou a implorar:
Será que você pode voltar?
E a dor ultrapassou o limite,
foi quase fatal,
sumiu com meu sorriso
transformou você em meu inimigo mortal.
E você vê minha aura, não é?
se asssustou com o que viu
ficou com medo e fugiu...
voltou pro seu mundo real?
Ou mundo irreal, mundo de fantasia,
que aos poucos se revela?
Revela você, sua aura, que eu também consigo ver...
revela o que meu coração vê...
e fica fazendo de conta que não vê.
Lembra que eu falei que meu amor
é mais forte que a morte?
Pois então, mesmo com o que vi
sobrevivi...aos poucos volto ao normal
meu ex-inimigo mortal.
Definitivamente, meu amor, é mais forte que a morte
sou mais forte que a morte....
não há dor que eu não suporte!
Mas, confesso, também fiquei com medo de mim, sim...
por isso fugi.
E você se foi...
e a paz encheu meu coração,
e os meus olhos estão tão descansados agora que você foi embora.
E alguém me disse que você está pensando em voltar...
só pode ser brincadeira... depois de tudo o que fez, bem longe deveria ficar.
Se você voltar não vou mais perdoar,
cansei de ser um brinquedo feito só pra você brincar,
magoar,
desrespeitar,
caçoar,
enganar.
Vamos combinar?
Se você voltar.
faz de conta que não vê
toda vez que o seu brinquedo cruzar por você...
pode ser?
Tudo vem de Deus
A alegria que você está sentindo agora
A alegria que foi embora
Tudo vem de Deus.
Dá pra aceitar na boa a alegria que vem
mas a alegria que vai...
Você acredita nisto:
"(Deus)... nunca perturba a alegria dos seus filhos se não for para lhes preparar uma mais certa e maior."
Acredita?
Era perfeito: eu e você.
Uma estúpida desconfiança
lá se foi por água abaixo
toda e qualquer confiança.
Você já percebeu como a mentira atrapalha
uma vez que você falha
noutra eu me atrapalho:
acredito ou não?
Pode ser tudo a mais pura verdade
mas também a mais (im)pura falsidade
estúpida mentira...
Conselho: então, nem tente
não confio nunca mais em quem mente.
Deixar de ser
Hoje foi mais um dia daqueles
Daqueles que você nunca sabe
Aqueles dias que você nem sabe
Que realmente dia é.
Hoje eu não consegui ver o sol
Hoje talvez o sol nem tenha aparecido
Hoje quem sabe nem tenha sido dia
Quem sabe talvez eu nem tenha sido eu.
Será possível não ser eu?
Será realmente possível não se ser?
Será possível desnascer? (existe?)
Será que dá pra desviver?
Hoje o sol não me visitou como faz de costume
Hoje não houve fresta, não houve claridão pela manhã
Não houve sequer uma olhada de canto
Não se ouviu nenhum canto.
Afinal, o que houve hoje?
Ontem, o que haverá amanhã?
Porquê não se sabe, não se dá pra saber?
Como vou saber o hoje, o ontem e o amanhã?
Se eu mesmo não sei de mim?
Se eu saio de mim?
Se não gosto de fins
Se eu nunca estou afim?
O que será de mim?
Ao meu lado
Não deixa meu coração saber
Que há tempos você se foi
Sem dizer que não voltava.
A ilusão da volta é meu alento...
Mas as lágrimas denunciam,
Já não há como esperar
Por quem se foi pra não voltar.
O tempo é de chorar...
Meu coração carente
Bate triste e relutante
Por você a cada instante.
Está aberto pra você voltar...
Edney Valentim Araújo
Você se foi
Eu andei... eu caminhei... eu segui adiante,
Todos os caminhos parecem iguais
Quando só tenho você por direção.
Não te vi não te toquei, mas sei que está lá.
Olhei para traz,
O que eu vi foi um fragmento
Do lugar de onde partimos.
Nos passos do tempo você se foi.
A cada passo ficou a saudade
De um tempo que não se foi em meus sentimentos.
Ficou você, ficou meu amor, ficou essa dor.
Edney Valentim Araújo
Tudo que existe, já foi feito ou criado, mas tudo aquilo que é futuro está esperando você para fazê-lo!
Sobre o Dízimo
- Primeiro, é importante você saber que foi com o imperador Constantino que o dízimo voltou a ser exigido novamente; isso a partir do 3° Século. Antes de Constantino, o dízimo não era praticado por Jesus, os Apóstolos e nem a igreja primitiva. Os motivos da volta da cobrança do dízimo foram por causa da institucionalização do Cristianismo por Constantino, que gerou uma máquina monstruosa de templos, sacerdotes e funcionários, assim, o estado precisava arrecadar fundos para manter essa máquina gigantesca.
- Segundo, antes da Lei, o dízimo era uma ação voluntária e expressão de agradecimento, reconhecimento e honra a Deus. Abraão deu o dízimo de forma voluntária, ninguém lhe obrigou (Gênesis 14:20). Melquisedeque não pediu e nem cobrou, muito menos inventou que se Abraão não desse, um espírito devorador iria devorar as finanças dele.
- Terceiro, na lei, o dízimo foi institucionalizado e passou a ser de carácter obrigatório, não pelo dinheiro ou bem em si, mas pelo propósito do mesmo.
Ele servia para os mantimentos do templo (MALAQUIAS 3:10) e para as necessidades e mantimentos dos levitas, que não haviam recebido terras e serviam exclusivamente no templo.(Números 18:21 e 24). Assim, quando o povo parava de devolver o dízimo (o que gerava falta de mantimento no templo e de recursos para a subsistência dos levitas e suas famílias), Deus os punia com pestes. As pestes de insetos, principalmente gafanhotos (Joel 1:4), devoravam as plantações e as outras formas de pestes matavam os animais. Isso levava o povo a um estado de fome, necessidades e aflições (pois as duas maiores fontes económicas eram afetadas), que fazia o povo lembrar o mal que causavam aos levitas (ao não ajudar com o dízimo) e consequentemente, se arrepender e voltar a ser fiel a Lei e Deus. Por isso é que em Malaquias 3:10 Deus promete repreender o devorador (gafanhotos, pestes, pragas) caso o povo voltasse a ser fiel. Ou seja, ele impediria as pestes de gafanhotos de destruírem as plantações e assim, arruinarem uma das bases da economia. Aqui, não tem espírito algum envolvido. Em suma, o sacerdócio Levítico é a causa, ou uma das causas primárias da institucionalização e obrigatoriedade do dízimo. E não estando mais ele em vigor e tendo desaparecido, suas exigências não ratificadas no novo pacto ou aliança deixam de vigorar.
- Quarto, com o advento da Graça, não estando mais nós debaixo do sacerdócio levítico (que era temporário e sombra do vindouro), mas debaixo do sacerdócio de Cristo, que é eterno, superior e da ordem de Melquisedeque (Hebreus 7, Hebreus 5:10, etc.), o dízimo voltou no seu lugar de antes, como uma contribuição voluntária (oferta na nova aliança) e espontânea, livre de coerção ou imposição. Assim, é uma tremenda mentira afirmar que se alguém não devolver o dízimo um "espírito devorador" vai acabar com a vida financeira de tal. O devorador na Bíblia é literalmente um gafanhoto, não um espírito (Joel 1:4).
Dito tudo isto, entenda que, o dízimo é bíblico, mas não é evangélico; ou seja, não faz parte da Nova Aliança. E essas ameaças de maldição para quem não dizima mensalmente são invenções dos mercenários e malandros da fé para roubarem seu dinheiro suado.
Pense nisso e cuidado com os empresários da fé!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Se você se afastou de Cristo por causa dos homens, foi porque sua aliança com os homens foi maior que a com Cristo.
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