Voce Chegou sem Pedir Licenca

Cerca de 262697 frases e pensamentos: Voce Chegou sem Pedir Licenca

Você é a única pela qual eu faria do possível ao impossível pra te conquistar.

Isso não é amor, isso é vício. Se todo dia você toma um choque na tomada de casa, vai acabar achando que precisa disso pra viver. Mude seu foco!

Então, com sua licença, deixe eu e minha culpa em paz. Eu e meu delicioso perdão por mim mesmo. Eu só te peço uma coisa. Pare de culpar a vida. Pare de ter pena de você. Se assuma. Se aceite. Se culpe. Se estrepe. Se mate. Mas se perdoe. Pelo amor de Deus, se perdoe. Somos todos culpados, se quisermos. Somos todos felizes, se deixarmos.

Peço licença à população brasileira que me ouve para dizer que, mais uma vez, de maneira tenebrosa, aviltante, repugnante, sórdida, torpe, vil, ignominiosa, ela está sendo enganada - e isso é uma torpeza sem limites.

Agora se me der licença… preciso ir socar um dinossauro.

Dá licença, medo? Minha felicidade quer passar.

O significado da palavra confiança
Confiar é dar licença; dar crédito a alguém, ou alguma coisa; é esperar que nossas expectativas sejam correspondidas.

Meu coração continua batendo - taquicárdico, como sempre. Dá licença, Bob Dylan: it’s all right man, I’m just bleeding.

Existem policiais que parecem mais bandido disfarçado com licença pra matar. É o bandido legalizado.

SEM MEIO TERMO.

Não se vive aos cadinhos. Não se esmola vida. Não se pede licença para existir. Não se existe de favor. Viver é apoderar-se dos instantes, copular com os dias, apossar-se do estar sendo, emprenhar-se do mundo, dos sentidos, do agora. Viver é rasgar-se por dentro, deixar-se arranhar pelos cílios do medo, vibrar na alta freqüência do desmedido, enfiar a língua entre os dentes da insanidade, parir-se ao contrário todas as manhãs. Viver não é um exercício de preservação, mas de flagelo. Não há resguardo possível àqueles que estão vivos, nem prudência, nem moderação. Vida é o caminho que se faz todos os dias entre a loucura e a sanidade. Estar vivo é não ter medo de se perder nesse percurso.

" O relógio corre, mas quando imagino teus gestos, o tempo curva-se como se pedisse licença para existir. "

Mais bom dia, boa tarde e boa noite. Mais educação. Mais com licença, de nada, me desculpa, obrigada, por favor. Mais livros. E mais leitores. Mais cheirinho de casa limpa e roupa nova. Mais feriado. Mais dias de sol e vento no rosto. Mais outono e primavera. Mais namoro. Mais mãos dadas. Mais abraços acolhedores. Mais conforto. Mais carinho nas costas. Mais massagem nos pés.

. Minha criança -trecho maior
Artur da Távola

Peço licença para falar na minha criança, a que mora aqui dentro e não me abandonará jamais. Talvez com a morte eu até regresse a ela. Os quase setenta anos que dela me separam não a removem. Ela ali está, magra e tímida, a me olhar e ditar comportamentos e reações.

Minha criança esteve em todos os meus filhos e aparece no meus sete netos. Ela se refaz da morte da irmã e abre os olhos para o mundo, com a certeza de que veio ao mundo para alguma missão, embora sempre se considere inferior ao tamanho da mesma.

Minha criança sente enorme saudade de pai e da mãe com quem o adulto já não conta salvo no exemplo, na saudade e nas orações quando me domina uma fugidia sensação de estarem, incorpóreos, a meu lado, mas sem se manifestarem.

Minha criança possui incomensuráveis solidões diante do mistério do infinito. Ainda recua diante do violento, embora não o tema, e ainda se infiltra em episódios de distração e inocência inexplicáveis num homem com minha carga de vivências. Minha criança ainda gosta de abraço caloroso, proteções misteriosas e de um modo de rezar que o adulto nunca mais conseguiu tais a entrega e a total confiança no mistério e na proteção de Deus.

Minha criança carrega o melhor de mim, é portadora de meu modo triste de falar de coisas alegres e de algum susto misterioso sempre que se lhe impõe alguma expectativa d enfermidade. Minha criança é inteira, mansa, bondosa e linda. Eu a amo, preservo, e dou boas gargalhadas quando a vejo infiltrar-se nas graves decisões de algumas de minhas responsabilidades adultas. Ninguém a vê, salvo eu. Ninguém a acaricia, salvo eu, que a estimo, procuro e admiro mais a cada dia e com quem converso histórias infinitas, que somente a imaginação pode conceber no universo maravilhoso da fabulação interior e solitária.

Diariamente passeio com minha criança e estou muito feliz por cumprimentá-la, levar-lhe balas, nuvens, aquele cão da meninice, as canções de minha mãe e os carinhos de meu pai.

O amor é um furacão
Sem licença prá entrar
Forte é fogo e é água
É o caminho e é destino
Faz frio e calor
É inverno, é verão
O amor é uma estação...
Que aquece e tira o medo
É um risco é o sucesso
É um acaso é a sorte
Caminho é a vida e a morte..
Tempestade de desejos
Que surge no coração
E se espalha ao corpo inteiro..
Uma brincadeira um jogo
Que obriga a perdoar..
Não tem asas e faz voar
O amor é uma magia
Que aquece o coração
Hoje mais do que nunca
É preciso acreditar



E como cantava o fantástico:John Denver



O amor está em toda a parte, eu vejo-o
És tudo o que podes ser, vai e sê-o.
A vida é perfeita, eu acredito.
Vem jogar o jogo do amor, comigo.



A vida só vale a pena ser vivida com amor.
(seja ele qual for em tudo existe amor..)

Mas se vc não acredita nos meus sonhos
e que não posso realizá-los, dá licença.
EU acredito em mim.

Fim e começo

A noite caiu com licença da Câmara
Se a noite não caíse
Que seriam dos lampiões?

Oswald de Andrade
ANDRADE, O. Poesias reunidas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971

O vento pediu licença a árvore e tirou a folha pra dançar.

Quero licença poética,
E quebrar a censura, e ser livre
Para poder mandar alguém
Para onde eu quiser,
E também ser mandado
Ao bel prazer.

Valter Bitencourt Júnior
Você Pode: Antologia, 2018.

Quando o silêncio do outro, se torna indiferença ou covardia, peça licença e saia de cena. E por favor, não chore, não implore atenção, siga em frente e não olhe para trás. Seu coração é seu guia. Seja consciência, seja verdade, seja ousadia.

O que a boca não ousa dizer,
a vontade grita em silêncio,
um fogo que não pede licença,
um desejo atrevido, irreverente,
que rasga o espaço entre nós.


Não há amarras, não há frescura,
só a fúria doce da entrega,
um vendaval de pele e alma,
que nos arrasta para a felicidade
sem pedir permissão ao mundo.


É ousadia que se faz poesia,
é verdade que se veste de romance,
é o instante em que tudo se cala
para que nós sejamos apenas nós.