Voar como um Passaro Ate seu Coracao
“Às vezes eu percebo que eu me sinto muito melhor quando eu paro de agir como se devesse algo a esse mundo.”
Me sentindo perdido na escuridão
Como em uma noite escura e fria
Onde só se via escuridão e neblina
Então encontrei a luz
Essa luz tem um rosto e um jeito perfeito
Invadiu meu coração e não sai da minha mente
Sorriso que irradia, olhar penetrante
Abraço envolvente e um beijo ardente
Jeito manhoso e dengoso,
Misterioso e bondoso
Um brilho no olhar que causa inveja as estrelas
Mulher forte e delicada
Guerreira, mas uma dama honrada!
ÁG
A Política e Seus Amores de Estação
As lideranças políticas, assim como as estações do ano, vão se renovando com o tempo. Grandes nomes que um dia foram reverenciados acabam esquecidos, engolidos pelo ritmo veloz da história. Novas vozes surgem, ocupam palanques, inflamam multidões e, por vezes, também desaparecem — tudo é cíclico. Nada é eterno, nem mesmo na política.
Ideias mudam. Posições mudam. Mas quem mais muda é o povo. Muda de opinião, de partido, de ídolo. Muda até de memória. É curioso como a admiração incondicional pode, de uma hora para outra, se transformar em desprezo absoluto. Que o diga Getúlio Vargas, questionado com dureza poucos dias antes de apertar o gatilho do próprio destino. O mesmo povo que o acusava foi às ruas em lágrimas, em um luto nacional tão apaixonado quanto a desconfiança que o antecedeu.
Anos depois, foi a vez de Fernando Collor. Jovem, bem-apessoado, com discurso eloquente, conquistou a maioria esmagadora dos votos. Preferiram o novo ao conhecido — Brizola, Ulysses, Covas... velhos de guerra. Collor era a promessa embalada para o futuro. Mas o tempo, senhor das reviravoltas, mostrou que a política brasileira também ama com intensidade, esquece e julga com rapidez.
A paixão na política é quase sazonal. Tem primavera e tem inverno. Quem não entender isso, corre o risco de se decepcionar profundamente. Talvez a única constante seja essa: a instabilidade dos sentimentos populares. Líderes vêm e vão, mas o ciclo — esse sim — permanece.
Renato Jaguarão.
Vocês puderam viver a vida e fingir que nada foi como foi. Só eu fui deixada com a verdade.
Eu sou analítica, mas não fria. Sinto o que a maioria não percebe que nao sei como mas leio silêncios, interpreto entrelinhas e enxergo nuances que muitos ignoram. Vejo além dos gestos e questiono o que se cala. Carrego no peito um laboratório de dores que ninguém catalogou, feito de mapas mentais e cicatrizes emocionais, de hipóteses sobre o mundo e feridas que ainda não viraram tese.
Ser analítica não é uma escolha: é uma forma de existir, é medir a profundidade de um abismo com os olhos abertos e, mesmo assim, tentar atravessá-lo. Não se trata de falta de fé, mas de excesso de percepção, é saber que um sorriso pode mentir e que um toque pode calar, é doer no ponto exato onde os outros passam batido.
Ser analítica me custa noites mal dormidas, me leva a refletir sobre o que ninguém disse, me faz questionar até os próprios sentimentos, mas também me salva dos enganos que machucam sem nome, é viver entre o sentir e o pensar, entre o racional e o sensível, como quem caminha sobre uma linha fina entre dois mundos.
No fim, ser analítica é existir com lupa em um mundo que prefere o raso, é doer com consciência, é amar com profundidade. É viver mesmo que doa com verdade.
"Não há modelo viável de medidas econômicas e sociais que dispense a utilidade da ciência como promotora do desenvolvimento tecnológico. A linguagem, enquanto ferramenta essencial, e a tecnologia, enquanto instrumento de transformação, são imprescindíveis para a adequação humana. É na ruptura de tradições ultrapassadas que se abrem caminhos para novos parâmetros de liberdade e igualdade."
**Entre instantes e eternidades**
Num sopro nasce o dia, num sopro ele se vai,
Como folhas ao vento que o tempo desfaz.
A vida é caminho não reta, mas curva,
Feita de silêncios, partidas e voltas turvas.
Há beleza em cada ruga do tempo,
Em cada erro que virou ensinamento.
O sorriso do agora, o choro do ontem,
Constroem o ser que somos e que seremos também.
Medimos a vida em horas, minutos,
Mas seu valor mora nos instantes absolutos:
Um olhar sincero, um abraço apertado,
Ou o suspiro que precede o inesperado.
A vida não pede promessas eternas,
Só presença nas breves cenas.
E quando tudo parecer sem razão,
Talvez viver seja só… sentir com o coração.
A ideia de que "todos têm o direito de dar palpite" serve como justificativa para o desprezo pelas ciências sociais.
O desprezo pelas ciências sociais como a sociologia exemplo de uma, revela uma ignorância sobre a complexidade da vida em comunidade.
Aqueles que ousam apontar realidades ignoradas são frequentemente rotulados como "loucos", meramente por desvelarem o que muitos sequer imaginam existir.
A sanidade, para alguns, é não questionar; portanto, quem aponta a verdade oculta é visto como "doido".
Qualquer sermão que não nasce da oração não é uma mensagem de Deus. Não importa como aprendeu o pregador.
Arminianismo Brasil
“Palavras da moda são como bexigas soltas sem amarrar o bico! Elas saem voando alucinadas pela sala, aleatoriamente. Mas, rapidamente caem vazias ao chão”.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: QUE COISA É SENCIENTE E INTELIGENTE NUM ROBÔ?
1. Como se chama a coisa influenciável que supostamente é senciente e inteligente num Robô?
R/: A coisa influenciável que supostamente é inteligente num Robô chama-se Unidade Lógica Aritmética (ULA). Num Organismo Máquina, como no caso de um Robô, não existe a coisa influenciável que é senciente.
2. Como se chama a coisa influenciável que é Senciente e Inteligente num Organismo Humano?
R/: A coisa influenciável que é Senciente e Inteligente num Organismo Humano chama-se Psique ou Sujeito-Homem.
Somente o Sujeito-Homem pode sentir falta do Sentido da Vida, quando se desapega demais da Vida e se apega demais aos seus empreendimentos.
Eu sinto raiva de você por não ser como eu quero...
Sou uma imensidão profunda mas Tb não gostaria de ser assim...
Mas ao mesmo tempo gosto de estar com você e dos nossos bons momentos, são calmos e leves e isso acalma o turbilhão que é minha mente
Sou profundamente atraída por sua paz, sua tranquilidade e jeito normal de levar a vida me encantam!
Porém o meu lado sombra insiste e me dizer que deveria ser do meu jeito, que falta declarações de amor e por conta disso não gosta de mim
Minha alma sussurra suavemente dizendo: relaxe, apenas siga, fica tranquila tudo sempre dá certo
Enquanto isso minhas emoções agem como se estivessem em uma montanha russa! E aí que decido respirar, mediar e usar todos os recursos possíveis para encontrar meu eixo.
Se te perguntarem como é após o tombo, responda:
_ É só vitória! Porque eu caí sim! Mas levantei. O vento levou a poeira, o tempo veio, e com ele, o caminho para minha vitória.
A vida é intensa viva cada dia como se não houvesse o amanhã,pois o amanhã não sabemos o que nos espera
Amor,
Não sei como é teu rosto há tanto a tempo
Não provei mais o gosto do teu beijo
Não sei mais como é amar
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