Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Teu silêncio é como faca cortante, o vazio que faz sangrar... corta pedaços de mim e arranca lágrimas dos olhos meus.
Incrível como certas pessoas têm dificuldade de olhar pra si e nao ver defeitos. Talvez essa seja a resposta pra tanta imperfeição.
Coisas que hoje são metáforas em outrora faziam sentido. É como se vivêssemos o reflexo de tudo que já aconteceu.
Preciso escrever para que o eu que desconheço possa me conhecer. É como se eu ficasse vazio e ao mesmo tempo me preenchesse.
Antes da vida me ensina como se vive, estou mostrando a ela que estou preparado pra tudo que possa acontecer, viver com o sorriso no rosto sempre, porque ninguém sabe quando esta triste ou alegre, essa é a diferencia de saber viver e ser alegre a todo momento.
Sem sua presença tão querida, ficou somente a saudade. Fui eu que não entendi a real. Não há como explicar a razão.
Quando eu chegar no céu, primeiro questionamento que vou fazer é: Como é que vim parar aqui? Rs rs rs...
COMO NOSSOS PAIS
É bonito ver pais carinhosos com os filhos, mas é ainda mais belo ver o carinho dos filhos pelos pais, justamente porque não é a ordem natural. Geralmente os filhos, em especial os adolescentes, têm vergonha dos pais... Mais vergonha em expressar sentimentos do que de pedir dinheiro... (Ainda bem que isso tende a inverter com o tempo). E com o tempo percebemos o quanto de tempo perdemos economizando carinho e atenção com os pais, em vez de economizar nas brigas e implicâncias.
Quando bate o medo de perdê-los, dá uma vontade imensa de voltar no tempo e tentar não ser tão idiota, em preferir muitas vezes estar na rua sozinho do que em casa com eles; ou trocá-los por pessoas que fingem se importar com a gente, as mesmas que cedo ou tarde nos irão decepcionar (tipo sem querer, querendo), porque alguém mais interessante vai aparecer e seremos trocados.
Então você cresce, forma a sua família e - como num passe de mágica - entende tudo o que antes parecia ser absurdo... De repente você se vê responsável pelo seu lar, se vê tendo as mesmas preocupações e “neuras” que seus pais tinham e passa a enxergar as coisas na mesma visão que você tanto criticou um dia. As coisas simples da vida passam a ter um valor superestimado e os medos que antes enfrentávamos rindo deixam de ser engraçados. É quando passamos a entender melhor (e na prática) a palavra ‘arrependimento’, vendo que temos uma coleção delas.
Na euforia da juventude que parece não ter fim e na aparente sensação de onipotência e onisciência que os hormônios naturalmente provocam, achamos muitas vezes que nossos pais são tolos. Mas tolos somos nós, quando não insistimos por aqueles que jamais desistiriam da gente. Pois um dia eles se vão, assim como a juventude, os hormônios, a vaidade... Tudo vai sendo tirado da gente, aos poucos ou de repente, e cada vez mais nos vemos como nossos pais, nos dando conta de que não somos deuses, nem heróis, não somos perfeitos, inabaláveis ou incorrigíveis, não somos únicos... Mas para os nossos pais, com toda certeza, somos insubstituíveis e isso já deve ser o bastante para que os amemos sem condições, ainda que às vezes eles aparentem, na nossa visão, não merecer.
Nossos pais de fato não são deuses, mas se tem uma coisa divina que eles tentam fazer- da qual nunca damos valor - é nos salvar de nós mesmos. Eles já foram filhos, e um dia, inevitavelmente, seremos como nossos pais.
FILHOS, SOB QUAISQUER CIRCUNSTÂNCIAS, AMEM E DEIXEM-SE AMAR!
Sem as águas do céu
Na terra gretada como os pés que lhe pisam, fazendo-se caminho para uma roça de desalento, lá vai o homem na vã tentativa de plantar seu pão! Mas o canto continuo do acauã em tom de lamentos desesperados, agoura, sem piedade meses de prolongado estio, ressecando a fé do lavrador! A caçula, sem forças nos braços mirrados de sua mãe, balbucia palavras ditadas pela fome. tendo a frente a última cabra que restou do pequeno rebanho, sem forças e sem leite. No coração do agreste, palpita o coração de um ser abandonado pela sorte, que faz do amor pelos seus, o único arrimo para continuar de pé! No meio dos arbustos tostados, o pequeno pássaro da máscara negra sobre os olhos, continua a gritar como as almas daqueles que sucumbiram, nesse canto abandonado do meu país!
Comecei a falar com ela de novo. Sinto uma mudança, não sei se é da forma como ela age, ou devido ao corpo que amadureceu. Ela continua com os olhos lindos e com aquele sorriso que me faz chorar. Chorar pelo facto que já não sorri por mim ou por causa de mim. Ela continua linda mesmo não sendo minha.
O teu sorriso não apenas me faz bem e feliz, mas como também me da forças novamente pra que amanha posso faze-la sorrir novamente .(Paulo Ricardo Borges Vebre).
As coisas mais simples do meu dia perderam a graça quando você se foi, como o simples fato de acordar sabendo que você não me desejaria mais o seu ''Bom dia meu amor'' e eu sorriria feito uma boba apaixonada, e seu ''Boa noite linda'' que me faria dormir em paz.
Escolhas
I
Como escolher entre
O doce e o eterno?
O doce que embriaga
Como vinho e aperta
O coração no momento
Mágico da paixão;
O eterno que transcende
A vida e a morte,
Como maná que
Aplaca a sede de amar;
Como escolher entre
O cheiro e o paladar
O útil e o agradável
O beijo e o inefável?
II
Como escolher entre
O medo e o desejo?
O medo que rasga rente
Com suas garras e punhais;
O mesmo medo que
Jamais intimida os casais;
O desejo que é dor e
Prazer a um só tempo;
Apetite ardente mesmo
Quando em passatempo;
Como escolher entre
O riso e o meio-tom
O toma-lá e o dá-cá
O áspero e o vulgar?
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