Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Pássaro rodamoinho
Caminho no brilho;
na espera do amanhã.
Onde não se diz mais nada.
Porque só hoje. Esperança firmada.
Sonho o agora. Esperando no aquilo.
E; quando o aquilo for nada.
No agora, terminará a procura.
Pássaro rodamoinho.
Equilíbrio de voo. No meio dos ventos.
Que sopram para a vida.
Para cima, mais leve o voo.
Para abaixo. Mais tenso.
Vigília a e consciência.
Momento de realizar.
Tu e outros.
E todos a passar.
Pássaro rodamoinho.
Providência da eterna vocação.
Se constrói.
Tocando em frutas maduras.
Onde o tempo , pois as suas mãos.
Toca no brilho do agora.
Para aguardar o aquilo.
E quando aquilo for nada.
Só no agora. Esperança firmada.
marcos fereS
O vento toca as árvores
Poesia para os olhos
Folhas caem
O pássaro canta
Num ciclo perfeito
Tudo se encaixa
Contemplo a beleza do Horizonte
Vendo o mundo fluir e evoluir
Permaneço parado
Sentindo-me inútil
Oposto a evolução
Oposto a felicidade
Oposto a alegria da vida
Soneto do Pássaro
Suas asas batem
Os ventos do sul nelas tremem
Breve segundo de luz
É perfeito pra teu corpo , reluz
Uma deusa ou mortal
Pássaro alado ou divino
Tua leveza ti transporta ao paraíso imortal
De longe podes perceber
Que triste não irás lhe fazer
Multi colorido nesse céu astral
Flutua tua beleza nessa aurora boreal
A procura de um canto
Repleto de encantos
Parece humano, na busca de sobrestar seus enganos
Nas asas do vento...
Nas manhãs sempre acordo com a sensação
Que sou pássaro sobrevoando o céu...
Em meus lábios um sorriso ao pensar
Num provável reencontro de sentires
...mas só encontro as asas do vento...
Arrancando meus sonhos em meio a tempestades
Sem conseguir acalmar a dor... Da solidão...
Queria lembrar estes sonhos ao amanhecer
Mas... Perco-me em pensamentos e sentires...
Fecho os olhos a divagar sobre as lembranças...
Muitas vezes felizes...
Minha inquieta alma não me deixa ver onde jaz
A verdade ou a ilusão... E eu sigo voejando nas manhãs
Em devaneios...levada pelo vento!
O tempo voou nas asas do pássaro gigante que batia suas asas tão rapidamente, que nem deu tempo de eu me despedir de mim....
distraí-me com o vôo do último pássaro... segui a trajectória da última esperança, plantei a raiz onde ainda há sonho...
Noite. Frio, lareira
corpo pede fogo
quente,
vem teus olhos
vem tua voz
pássaro canta, voa.
Leva, ao longe sinto...
sonho,
pele cobre minha pele
voz,
cobre meus ouvidos
chega a madrugada, peço arrego
colo
chamego,
longe estás...
outros braços, aquecem
outra boca,
cola, cala...
Tu, tão longe
distante !
Eu sou aquele pássaro que voava
Na redoma em que me prendeste!
E que agora, solto...
Rasteja-se pelo chão ,
Em busca de seu amor,
Amor!
Sou aquele pássaro imbecil
Que mesmo tendo a saída sempre aberta
Fica chorando a morte da bezerra
E acaba comendo sempre pelas mesmas mãos
Pássaro idiota! Levanta voo!
Eu sou aquela semente,
Que o vento não levou,
Que o pássaro não se interessou,
E mesmo assim...
Germinou entre as pedras
Somente para te
Amparar um dia!
Amor
Não queira ser meu, pois sou do mundo,
pássaro que voa e pousa na janela
para somente ser admirado o canto.
E olha, e voa, bravateando criadouros com rasantes,
alçando e assentando o pequeno corpo no vento,
oscilando para cima e para baixo vez por outra.
Gaiolas são feitas para serem violadas.
Se batizei os quatro cantos da
tua com minha presença e escapei,
hei de te deixar ao menos o assuar
de minha liberdade aos teus ouvidos.
E meu canto ecoará, para tua felicidade ou dor de cabeça,
enquanto pensares em mim.
www.espectroderosa.blogspot.com
ESPERANÇA
Sou pássaro.
Voo longe... Nas ideias, nas distâncias, nas ausências...
E sempre pouso ao teu lado
E mesmo quando viajo para longe, quando dias longos distante fico; É para teus braços que volto, é em teu ninho que descanso, mesmo achando tantos outros pelos meus caminhos. É sobre seus cuidados que recupero as minhas asas quebradiças e em teu colo macio que curo o meu cansaço...
E assim como todo e qualquer pássaro preciso voar... Necessito sentir a brisa entre minhas asas e perceber minhas penas tremendo com o vento, me levando para longe.
Mantenha a serenidade... Mantenha a calma, amado meu
Pois logo volto!
Sempre amor meu, sempre volto!
E de repente, quando vi, meu pássaro voou p’ra longe e se foi...
Foi ser feliz, foi viver, foi recarregar suas forças longe de mim.
Lá longe, num lugar onde ficam meus sonhos, onde sempre povoou meu imaginário...
E eu fiquei imaginando que meu pássaro levou meu coração junto.
Torcendo para que, antes de voar bem alto, tenha deixado um pedacinho dele naquele santuário escondido, secreto. Perto daquela singela arvore, com aquele chão de pedra um tanto empoeirado, onde ainda jaz o seu outro coração, bem ao lado daquelas flores que com todo cuidado meu pássaro deixou!
Esperando que meu pássaro volte lá p’ra me buscar! Quem sabe? E se ele esquecer?
E de tanto gostar, quem sabe até amar; decidi por bem deixar meu pássaro voar. Sei que ele tinha que ir... Por que também sou um! E eu o entendo...
Por isso, minha amada, que decidi deixar-te e esperar você voltar p’ra mim.
E embora minha vontade seja de voar até ti, vou deixar você decidir quando vai querer me encontrar.
Mesmo correndo o risco de nunca mais em mim você pousar. Porque você é livre para escolher se é comigo que irá repousar. Imaginando que esteja me levando junto também!
Então de longe, fico imaginando meu pássaro! Batendo suas asas, essas asas tremendo com o vento e levando-o p’ra longe... E no meio dessa minha inquietação, surge um sorriso nos lábios; porque meu pássaro, lá longe, está feliz!
Então o que fazer? Como dessa saudade me curar?
Esperar...
E ter esperança que aquele pássaro decida, mesmo sendo singelo, que seja nesse ninho, nesse abrigo, que ele queira ficar...
A dor era algo que sutilmente atormentara a mente daquele pássaro.
A liberdade lhe era de direito e sem procedentes,
Sem obrigações ou cobranças.
Um dia o pássaro cansado de ser refém do medo,
Ousou se lançar-se no abismo.
Um grito ecoou seguindo do salto.
Após alguns milésimos de segundos,
O silêncio se fez presente.
A voz que antes guiava tal passaro,
Ficou aflita e preocupada.
Pois não via mais seu pequeno.
Mais alguns segundos se passaram,
E um grito de liberdade soou na imensidão!
E lá estava o pássaro!
Voava como se estivesse passado sua vida toda a vagar no alto dos céus.
Por entre as nuvens e arco-íris.
Sol e ar.
O pássaro hoje vive a voar,
A explorar novos ares.
Mas sempre volta ao seu criador,
Para agradecer por ter sido o seu guia.
Guia nas palavras e conselhos.
Pois o maior aviador,
Só será um bom aviador,
Se libertar seus pássaros e ensina-los a ter coragem de se jogar
E viver.
Sou fã dessa cara de moleque mimado, garoto levado...
Dessa voz de pássaro, que canta chamego, molejo.
Caio na dança, quando toca saudade, quando anuncia lembranças,
Me entrego, quando escuto "detalhes" nessa rotina de tardes.
Danço, canto...vou a cem por hora e chego a duzentos
Quando te faço propostas e me entrego no teu corpo.
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