Vivi
vivi essa vida chorando e fez mim aprender que tudo que temos não está nas coisas, está em nós;a alegria de fazer o bem
Desta vida,só levarei o melhor do que senti,do que vivi e do que aprendi
Não sei quantas vidas irei viver e nem tenho certeza se retornarei um dia,mas a certeza que amei e fui amada,não será apagada em min'alma,pois um coração quando ama verdadeiramente,carrega consigo todas as lembranças que o alimentaram.
__Eliani Borges.
AMOR
Aqui neste momento, estou pensando em tudo o que já passei e vivi, alegrias, tristezas...
Pessoas entrando e saindo de nossas vidas,deixando MARCAS no coração e na ALMA.
Decisões sendo tomadas para melhorar ou pior o momento vivido.
Um dia do nada, surge um ser humano maravilhoso, que muda sua maneira de pensar e até de agir.
Dias passando e aquele espaço vazio do CORAÇÃO, vai se enchendo pouco a pouco, de palavras, carinhos e atitudes,e o que a muito tempo não havia no coração um AMOR.
O AMOR que havia partido, sem data definida de retornar,e com uma simples palavra muda tudo.
Hoje o AMOR faz parte do acordar, do agradecer, do alimentar e principalmente de agradecer a Deus por esta oportunidade de amar.
A você meu AMOR dedico estas palavras....
Chorei..sorri..sofri..vivi..
deixei....amei.....foi amada
atravessei tempestades..
sem medo e nada de mim restou..ou ficou
Ouço o vento a sussurrar ...
ele traz-me o meu alento e meu tormento
sinto e enlouqueço,
compreendo a magoa ...
que atormenta-me a mente
Os gemidos de dor ...
calam o fundo da minha alma onde grita
ao vento os sonhos do passado...
e do presente talvez traga a paz que mereço
Caminho cheios de espinhos,
flores em terra seca árida...
predador atroz absorve
as dores das minhas asas,
dos versos..pensamentos...
e sentimentos do coração.!!!
Acredito que nosso povo foi sufocado pela ditadura eu vivi os conceitos dela e passei a meus filhos. Esta ferida demora a ser curada.
MEMÓRIAS DA MINHA DOCE INFÂNCIA
Eu vivi no paraíso onde tudo tinha cor
Mata verde, céu azul, nuvem branca e sol laranja
Formava um lindo arco-íris, belo emaranhado de cores
Que se enlaçavam no brilho do dia.
Eu vi os sorrisos mais sinceros e repletos de felicidade
Nasci no interior, no leito do rio Gurupí
Cercada por águas doces e cachoeiras que se debruçavam
Nas correntes nervosas do rio.
Tinha sonhos inocentes que não se realizavam,
Mas vivia tão feliz que nunca me importava,
Continuava dormindo sem me preocupar,
Sem me magoar, sonhando num suspirando sonante
Esperando ansiosamente o desejável dia do amanhã
Pois sabia que acordaria para uma nova aventura começar.
Ah, como eu brincava! Corria como em um desespero
Mas ao contrário de buscar socorro, procurava diversão
Na areia ou na terra preta do quintal, descalça deslizava
Sobre a maciez da lama, tudo, tudo com a mais pura emoção.
Sob as sombras dos cafezais eu pulava, subia em mangueiras
Apanhava frutas, não tinha temor à altura, embalava-me no
Balanço fechando os olhos sentido o vento suavizando minha pele
Nos dia de verão. Quando o suor escorria sobre meu rosto
Descia para beira do rio Gurupí, me jogava, mergulhava
Ficava alguns segundos submersa, como quem tivera saído do
Deserto e encontrado uma fonte, maná de sensações,
Ah, como era bom o barulhinho da água que me molhava,
Aquele arrepio frio que percorria meu corpo!
As tardes no sítio dos meus avós eram deliciosas
Amava aquela simplicidade, o silêncio que nos
Permitia ouvir o canto dos pássaros, o som que
Ecoava dos troncos e galhos das árvores
O toque leve e sedoso dos dedos da minha avó
Passando óleo de coco babaçu que exalava um
Cheirinho de carinho, enquanto ela penteava e
Massageava com todo cuidado os fios do meu cabelo.
À noite, permutava-se a soluta da escuridão pela luminosidade da
Alegria presente nas rodas de amizade. Ouvia- se versos, histórias
De assombrações, mais principalmente, contos da gente que despertava
curiosidade. Quem não se lembra das brincadeiras de rodas, ciranda-cirandinha
e das cantigas? Que acalantava o sono dos pequeninos, dos anjinhos!
Tinha liberdade de aprender, de errar, de brincar,
Liberdade de ter medo, medo dos olhos ofuscante da coruja que
Assustava-me por noite, deixando-me com sono por dias.
Pura superstição dos velhos sábios da aurora de minha vida
Nossa! Quantos valores e saberes me transmitiram!
Vejo-me agora como uma boba em companhia de lembranças dos
Anos maravilhosos que vivi, mas sinto-me livre para reinventar os
caminhos de hoje para alcançar, talvez, novas e esplendorosas
aventuras amanhã, sem esquecer-me da minha doce infância vivida.
Sou um pouquinho de tudo que já vivi
Sou a vontade de ser cada vez melhor
Carrego na minha bagagem o sorriso de quem
aprendeu a se levantar mais forte a cada tropeço
Tenho sede de vida, sou extremamente fã do viver!
Esperando um futuro melhor,
já vivi muito o meu presente
preso ao meu passado.
Hoje é apenas hoje.
Se me convêm ficar parado no tempo
Porque se arrepender do que já fiz
ou imaginar o que ainda não se fez?
Quero o pulsar de cada manhã;
Quero o sorriso dos rostos;
Sejam eles de felicidades
ou até mesmo de desgostos.
Depois de tudo o que eu vivi e que sofri, pude
Concluir que foram nos meus dias piores que a
Vida me ensinou as lições maiores e melhores!
Guria da Poesia Gaúcha
Eu ouço dizer por ai
Que já vivi tantas vidas
E vou viver ainda
Então pode ver por ai
Quem falou já morreu
E não voltou ainda
É lei do engano
Lei da mentira
A morte não tem poder
Para jogar com a vida
A morte é tão poderosa
Porém já foi vencida
Pela lei da vida
Lei da justiça.
Sempre amei escrever, vivi sempre a pintar, das cantigas de roda, adora brincar.
Descobrir com o tempo, minha vida é cantar.
Feito pássaro a voar, meu canto quero entoar, e as todos os cantos levar a música que em minha alma veio ficar.
Que nasceu aqui dentro e floresce com o tempo. Voa no ritmo do vento, poesia que baila em pensamento.
Passado.
Quisera eu não ter vivido
O amor que vivi...
Dias azuis e céu de estrelas
Resplandecentes, embalaram
...nosso amor.
Por anos planos foram traçados
...futuros esperados.
E por pouco a chama se apagou
O sol se tornou cinza...
O céu escureceu...
O futuro estacou...
Uma lágrima rolou
O tempo nos impôs,
...a falta.
Que tarde, virou
...saudade.
08/06/2009.
Eu sinto falta de coisas que eu ainda não vivi com você. Desenhei em você o amor abstrato e cheio de cores que eu quis viver. Não sabia que você não ia topar colorir. Quando penso no seu corpo encaixando no meu e no meu cabelo embolando no seu travesseiro, saio tentando encaixar em outros corpos, corpos melhores que o seu, talvez até mais atraentes, mas que não suprem o espaço que você deixou aqui.
Eu quero você, como nenhum outro alguém quis, embaralhado dos piores defeitos e das menores qualidades, mas eu quero. Quero você pra acordar, pra fazer aquela comida sem graça e ouvir você dizendo que está uma delícia, tomando aquela cerveja amarga e dizendo que o que importa é a minha companhia, compondo aquelas músicas cheias de romantismo e dizendo que eu sou a razão de todas elas, ouvindo sua voz tão macia, cantando pra mim e me fazendo acreditar no exagero do seu amor. (Bruna Akamine)
