Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda
Afinal, qual é dose certa do amor?
Se for demais - prejudica !
Se for de menos - prejudica !
Ah, só resta tentar e tentar, até acertar !
Só não vale parar.
Há noites em que as estrelas brilham mais
Assim como há pessoas que irradiam mais ou menos luz
Tanto é verdade, que podem nos deixar mais tristes
ou mais alegres, conforme a intensidade desta luz...
Vamos aumentar a nossa luz interior
Olhando o outro com mais amor?
mel - ((*_*))
"Parece inacreditável que, há menos de vinte anos, um grupo de professores tenha sido objetivo de campanha tão virulenta e de violências tão desvairadas, por terem cometido o crime de ESCREVER TEXTOS DE HISTÓRIA DO BRASIL e de ensinar esta disciplina, no nível da pós-graduação, além de leva-la aos sindicatos, e às organizações estudantis. Crime nefando para o inquisidores, que montaram vários inquéritos para apurá-lo, prenderam e torturaram alguns dos autores, levaram outros para o exílio e a todas as consequências de tais despautérios"
A debilidade nos torna menos cretinos.
A incapacidade nos obriga a tecermos laços mais afetivos.
Os erros são mestres da sabedoria que, ao ser passada para frente, perde sua força e exige do adquirente seus próprios erros.
O amor é um recurso natural, o termo econômico para este tipo de recurso é "escasso". A próxima frase deveria ser: "use com moderação". Mas, não se encaixa, prefiro a que vem em alguns pacotes do Sedex: "cuidado, frágil".
O tempo da vida não é o tempo do relógio e se ele acaba não adianta dar corda.
Um homem mais ou menos honesto,com uma mulher mais ou menos fiel,ambos mais ou menos dados à bebida, numa casa mais ou menos limpa--eis a imagem da classe burguesa.
GEORGE BERNARD SHAW
As mulheres são mais ou menos como as traduções dos livros estrangeiros: quando são bonitas,dificilmente são fieis; quando são fieis, raramente são bonitas
ITALO CALVINO
O queísmo nosso de cada dia
– Por que você some sem ao menos dizer por quê?
Por que você repreende seus instintos sem mais porquês?
Por que você renega os sentimentos, por quê?
Por que você me deixa na mão,
não me procura, não me diz o porquê?
– Para que eu apareceria
sem ter um porquê?
Para que eu permitiria
que meus instintos aflorassem
sem ter seu porquê?
Para que utilidade seriam esses sentimentos
sem todos esses quês?
Para que eu o procuraria,
Compareceria, por quê?
– Para que a minha vida
se completasse ao seu lado,
e que meu coração
entrasse nesse seu embalo;
para que assumíssemos a responsabilidade
de andarmos juntos por toda a cidade.
Para que vivêssemos em compatível ternura
e que nos tornássemos amantes de alma pura.
– E que desejas mais de mim,
sem mas e porquês,
se dentre os vários buquês
que recebi estavam as cláusulas desse amor.
Encontre uma maneira de eliminar os quês,
de acabar com todos os meus porquês;
faça-me este favor...
– Pois que por você eu tudo faço.
Retiro algemas, grilhões;
retiro fendas e me refaço.
Que o futuro abrilhante-se
diante de nós
e que possamos em harmonia
viver os mais longos dias;
acompanhados
da euforia dos mais largos passos,
vencendo gigantes espaços,
desatando todos os nós.
"Crie Qualquer Animal menos, Expectativas de Esperança onde você Sabe que, talvez nunca terá chance."
É curioso como, dentre as 7 bilhões de pessoas existentes no mundo, pouquíssimos - talvez menos de 10! - se nos tornam especiais e essenciais durante nossa vida, conhecem nossa alma, tocam nossa humanidade.
Se nos preocuparmos menos com o lugar em que vamos estar, com a roupa que vamos usar no réveillon e mais com
o quanto vamos nos empenhar em cada dia do próximo ano, certamente todos os votos de felicidade e prosperidade que recebermos enfim serão realizados.
A vida vai nos moldando e nos proporciona, se assim permitirmos, uma visão menos idealizada dos relacionamentos, de nós mesmos e das outras pessoas.
For snakes, serpents, les cobras. (Inglês, Francês e Espanhol).
Tem cobra bilíngue. Pelo menos acha que é.
Esta semana estarei fazendo outra limpeza em meu face.
Semana passada limpei 97 cobras com e sem venenos. Claro que deixei duas, uma delas de Bangu para poder pisar.
Esta semana começa a caça as pessoas que postam só suas magras e feias bundas, que não postam nada construtivo e aquelas só escrevem em caixa alta.
Os perdedores e invejosos fiquem tranquilos, nós precisamos de vocês para morrerem de raiva com nossas vitórias. Não excluo nunca. Até chamo de amigo.
Eu até gostaria que fosse menos, mas o fato é que já faz seis anos. Na época, eu cursava jornalismo na UCPel, e tinha um mundo inteiro para descobrir (sempre se tem, não é mesmo?). Minha vontade era clara: queria trabalhar com jornalismo escrito e fugia do assunto quando me diziam que eu tinha que ir para a televisão, como âncora de algum telejornal. Sempre gostei das palavras e de como elas informam com liberdade. Acho que ler para saber é sempre mais livre e rico do que ouvir ou do que ver. E talvez essa ideia venha desde o tempo da escola, quando a professora chegava, escrevia um fatídico primeiro parágrafo no quadro e terminava com insuportáveis reticências. E a turma ainda tinha que ouvir: - “Sejam o mais criativos possível!”. Eu sentia uma frustração terrível quando percebia que a minha criação só começava depois dos três pontinhos. Hoje escolho as palavras com a cerimônia de quem escolhe feijões na mesa da cozinha. Liberdade caça jeito, já dizia o poeta.
Mas agora é totalmente diferente. Não estou na faculdade, muito menos na escola, estou pedindo licença para retornar, para retomar o que eu deixei quando parti de Pelotas.
Enquanto cursava a faculdade, mandava textos para este jornal e, para a minha surpresa, depois de um tempo insistindo, eles foram publicados. E era uma felicidade imensa poder "me ler" no jornal da cidade. Era uma sensação de ganhar outros que compartilhassem ideias, um anonimato da imagem. Ser esmiuçada em palavras sempre me envaideceu mais do que comprar um vestido de festa.
Na adolescência, tive a oportunidade de deixar o Sul para desbravar outras fronteiras. E como nessa época, geralmente, a gente acredita que precisa sair do lugar para ir mais longe, eu aceitei.
Fui me despedindo aos poucos de cada pessoa que era importante para mim. Quando partimos, nunca sabemos quando (e se) um dia voltaremos. Faz parte da poesia de ir embora, fantasiar um voo sem trégua.
E nunca esqueço quando o jornalista Clayr Rochefort, então diretor de redação deste periódico, me desejando tudo de melhor, mas quase como quem exige uma promessa, recomendou: “Só não deixe de escrever!”
Noite dessas, no meio de um aniversário, recebo a ligação da minha mãe. Achei um canto onde eu pudesse ouvi-la e ela disse que seria breve. Queria apenas me contar que, reformando a casa, teve que desmontar um armário e, numa caixinha, encontrou meus primeiros brinquedos de infância, a roupinha que eu usei com apenas 24 horas de vida, ao sair do hospital, o primeiro lençol da minha cama de “adulto”. Quando minha voz falhou, coloquei a culpa na telefonia. Não seria fácil justificar algumas lágrimas de saudade numa noite de festa. Mais difícil ainda seria conseguir estancá-las. Saudade das origens é um tipo que não tem cura.
Mesmo que algum tempo tenha passado, eu continuei a escrever e hoje, com grande alegria, anuncio a minha frequência a ser debulhada nessas páginas tão familiares.
É que mesmo que a gente voe pelo mundo, encontre outras línguas, outras culturas, outros cheiros e amores, sempre fica num armário guardado, na cidade que nos embalou a meninice, bastante do que fomos. E, principalmente, aqueles que continuam nos vendo com os mesmos olhos de antes. Raízes, rio que sempre corre, mesmo quando a chuva estia, obrigada por terem me deixado ir e, sobretudo, por terem me lembrado de voltar.
Publicado pelo Diário Popular de Pelotas.
O tempo é para todo mundo.
Pelo menos nisso a vida é justa.
O dinheiro desiguala as almas aí vem o tempo e uniformiza as carnes.
Ontem. Hoje. Amanhã. Nada mais, nada menos. E o ontem que foi hoje, deveria ter sido melhor para que o hoje tivesse mais êxito, e melhorasse o amanhã.
O pobre e podre homem.
Quanto mais o conheço,
Menos me identifico,
Nada o entendo,
Mais me esquivo.
Complicado e reclamão,
Onde o copo sempre lhe parece meio vazio,
Pragueja contra o próprio irmão,
Não entende que o copo está é meio cheio,
Diz que não quer o caminho errado,
Mas segue tropeçando nos mesmos erros,
Acha que no último segundo receberá o perdão,
Os portões do paraíso lhe abrirão por inteiro.
Segue orgulhoso e soberbo,
Como se o mundo lhe devesse favores,
Mal sabe que o mundo cobrará seus erros,
Suas maldades, descasos e desamores.
Reclama que a vida é só desafio,
E que o bom seria que tudo acabasse,
Se esquece dos velhos e das crianças,
Que esse final dolorido eles não merecem.
Pobre rico homenzinho,
Que quer o dinheiro como seu deus,
Se esquece que o futuro à Deus pertence,
Faz o sinal da cruz, mas é um ateu.
Saiba que o troco ja está sendo dado,
E a cobrança é da própria natureza,
A frase que cabe pra este momento,
Cada cabeça uma sentença.
- Relacionados
- Feliz aniversário, gatinha: mensagens para celebrar com carinho
- Frases de alegria para inspirar e tornar o seu dia mais feliz
- Feliz aniversário, mulher guerreira: frases de parabéns para celebrar seu dia
- Frases de aniversário para dar os parabéns (e tornar o dia mais feliz)
- Feliz Aniversário para Namorado
- Frases de Amor Não Correspondido
- Frases de desprezo para quem não merece mais a sua atenção
