Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda
Fluxo temporal no fluxo de dados lógicos num determinado momento. Ser viajem temporal pois combinado com radiação de taquions sera viajem determinado pela ideia do colisor de átomos, a viagem quântica sera luz para a luz tendo um farol quantico.
Para equilíbrio de seis pontos ancorados e um destino específico.
Pois horizonte de eventos será uma estrela supernova.
O CORPO DO CORVO
Morto ser porquê foste diante meu ser...
Parado num túmulo de contradições sois a replubica que reluzente nas asas da democracia.
Larvas surgem em seu corpo tão igual euforismo político funcional...
Geopolítica a estatua corroida pelas correntes de retóricas golpista.
O que sois no cranio ja vivo incompatível desejo de ser como as chamas que deformam com tempo.
As vestis sao mortalhas fúnebres
Pois a ignorância faz o monstro da corrupção.
A desconexão politica do ser político.
O ser com senso comum tenta ser conectado com a verdade mas, qual a verdade e que senso político é esse?
São questões de manobra de massa do qual as armas deepfakes existenciais e politica fakes news automatizadas.
O vies da fisolofia é dramatico com ar sarcástico. A madrasta da sabedoria pois Mãe se separou da alienação.
Piada é sumo nada seis prove ao contrário se sei não tem argumentos.
Tecido do despertar do espaço e tempo no lienar do senario do buraco negro.
A virtude do ser astral repousa na solidão do espaço.
Mostrando sua luz celeste no primordial da fronteiras da ciência deslumbre da morte de uma estrela e sistema estelar.
Um dia vamos contemplar a realidade ar gravitacional em novas teorias e paradoxos.
Deseja o mar e ser o mar...
No somos e deixamos ser o mar.
Mar tras a vida e brota a verdade escorrem nas areias do tempo.
Caminhamos sobre mar ainda não compreendemos que mar sempre foi parte de cada ser desta terra.
O respeito a vida nasce no respeito ao meio ambiente.
Mãe deu a vida a todos ainda alimenta a todos da ar e da alimentação...
E vivemos história do relativismo do universo atravessar outros mundos...
Mas sempre seremos filhos do mar e deste maravilhoso berço chamado Terra.
Nadar nas ilusões imerso no profundo ser alienado por alienar, Tantas mentiras e contradições que lobos faz lanche e chapéuzinho vermelho é o prato principal.
A narrativa do eu para o eu diante do meu ser a história do relativismo do eu infinito para eu no coletivo.
Linha do acreditar em algo nunca viu mais acreditar pela manipulação aleia.
Ser que sou diante do sou, porquê ainda sou eu diante voce duvido que penso pois o que sou diante do meu eu, o centralismo político e religiosa.
Muta a virtude coloca outro espelho com ajuda de deepfake espelhos digitais, falacias de contos usando vies da fisolofia a favor da ideologia implantada de sombras idealista,
Dando ausência politica pessoal do ser eu se uso que sou diante que sou a narrativa torna se a narrativa.
A história verdadeira irrelevante pois uma pragmática do jogo da alienação, o que presta ou que não exste dentro de universo de fadas, como conhecer um fundamento pois so conhece o que esta escrito, realidade ambígua diferente que julga qutro paredes ou insinua saber. O achismo primeira lei da coisificação dentro geopolítica e pragmática eucentrismo. Sendo a parti da ai duelimo da alienação e negacionismo trazendo a tona verdadeira história irrelevante pois sensalismo barato marca registrada da polarização o fogo que precisa.
Vagante, Viajante
Vagante ser viajante...
Nas margens da marginalidade.
Constroem-se os dogmas diante dos senhores do tempo.
Somos máquinas de carne que operam por sonhos.
A devastação foi o pesadelo ambiental
Para o qual as máquinas comeram a floresta.
Tantos momentos insanos
Fazem seus verbos alienados desde a era bizantina.
Os contrastes... ver isso de perto.
Porque eu sonho so tenho pesadelos.
Diante a teus olhos sou cego.
Para ninguém sei o sei nada serei.
Nos firmamento temos individualidade racional mais na transcendência do ser alienado vemos aglomerados de vies que entorpece a mente mostra degradação da humanidade. Tendência involuntária também tem seu erros pois dentro das contradições somos copilidos a crítica o pensamento nublado nebuloso dentro da bolha que desprende se da realidade.
Mais quando temos a visão de compreender a matrix sua manipulação.
Aprendemos que o controle está todo lugar mais não vemos as correntes que nos aprisiona apenas glorificamos a prisão pois aonde viveríamos diante o caos que nos colocamos. "Ainda quero comer churrasco delicioso da floresta destruída e o carvão era a parte da floresta devastada."
*respiro minhas memórias pois ar e refinado nos purificadores*
Nossas vidas roubadas pelas necessidades de homem se dizem deuses de mundo decadente*
Nos olhos abertos no firmamento nos condena pois que devemos ser diante a alienação conectiva.
Dentro da vontade de viver as lágrimas são rio seco dentro das verbais.
Sonsos demonios de luz. Sua voz parece metálica o gosto de salgado mesmo. Sua alma fria apenas são informações falsas ou manipuladas pois as cordas não existem mais.
Agora o flautista usa hipnose coletiva e leva a todos para abismo moral.
O conto parece do vigário, mais tom de skynet mesmo.
Os dogmas estão distantes da realidade pois tudo foi ensinado esta virando coisa de um passado carregado de bruxas e preceito e também repressão pragmática.
Nos ensaios da transcende do humnismo e transhumanismo se contrasta com homem formiga e o ser desconctado o ser crítico..
Ao caminhar entre alienígenas da alienação deferi a compilação das automatizadas da faces dos espelhos digitais.
No feudalismo digital perfeito somos marginais na beira da estrada da iluminação.
Alma espiritual verdade o querer um ato ser e querer no movimento no estado do psicológico.
Logica ato romântico mesmos assim sensato pois a compreensão tem variáveis nos desenhos da desenvoltura do espaço e tempo alinhado s realidade vivida.
Posse do relativismo na narrativa do universo do ser alienado pelas escolhas.
Pois quem deu as escolhas?
O caminho existe e conta como existência social ou apenas uma programação relativa do problema politico.
A construção do eu pois eu é simplicidade efêmero diante ser eu.
Para poucos serei eu mais na continuidade do relativismo eu transpoem sentido de ser diante paradoxo da imensidão.
Servo do espelho moral tem varias indagações... o espaço ganha nova realidade pois definitivamente os fragmentos fragis parecem ser pequenos lampejos.
Mais o eu pode ser outra variante buscando ser eu peffeito diante o reflexo do lago aonde morreu afogado.
A beleza pode ser linda no caótico universo.
Nas elipse do sol muda orbita mundo ganham cor diante tela do computador depois para tela dos celulares.
Sentir o espaço muitas vezes sentir seu coração pulsando ate no último momento de vida.
Os gases no espaço formam nuvens para os quais semente do universo se espande um dia claro sera o amanha numa simulação para os quais fotontons sejam base da vida.
Ser pois ser ser.
Interessante ser,
Pois o ser é o ser?
Definindo o ser?
Na caótica do ser.
Pensar doi?
Amar doi?
Ainda é seu ser?
O cubismo visual por somos este ser?
Diante da desenvoltura observar o ato cometido de alegrias tristeza apenas o homem cópia diante seu ser.
Andamos mais ênfase em conflitos sociais sejam quebradas as facções de alienação intelectual.
Somos máquinas que projetam o espectro da alma mais ainda nos prendemos a o eu observando o espelho diante o abismo.
No estudo do estado primitivo do ser alienado vemos aglomerados.
É simplicidade a razão se perdendo no fato da existência como estado primitivo.
Pois declínio foi o crédito do relativismo a seguir o tempo e espaço a seguir.
Dentro da funcionalidade o tempo corrói imersão do inerte.
O frio tornasse a geleira dentro deste paradoxo criado por narrativas.
O Manifesto do Simulacro e a Fome do Ser
Existir na alienação social é sustentar uma simbiose clonada. Na superfície de tudo, resta o questionamento de uma realidade ambígua: o ato de ser esmaga-se sob a essência de almas cansadas pelo vulto da entidade. Somos os resquícios de uma alucinação coletiva, onde a réplica nada mais é do que o abandono da consciência em um lapso temporal.
Se o clone possui uma alma individual, fica a questão: somos aquilo que criamos ou nada criamos e tudo copiamos? O homem que copia a cópia do homem apenas copia. Na interlocução do observador, o clone torna-se só mais uma variável na equação do tempo e do espaço.
Por que isso ocorre? Seria uma defasagem da alma, ou a alma permanece a mesma em outro fluxo temporal? O que testemunhamos parece ser o esquecimento do ser anterior — a ausência das experiências que só o cubismo político seria capaz de decifrar. Afinal, no jogo político, os autores são meras criações da manipulação, operando dentro de maquetes digitais.
"Será que quem fui ainda sou eu?"
Nessa busca por identidade, na afirmação do que sou, o clone esvazia o ser navegante. Há orgulho na simbiose com o meu "eu" anterior, onde fragmentos do pensamento comum se transformam na maravilhosa face da ciência. O fato intrínseco torna-se evidência: a alma pode até viajar no tempo, mas jamais poderá ser substituída ou replicada.
É quando me vejo olhando para o três e o quatro, buscando o número do meio — o infinito oculto entre as margens.
No ambiente em que vivemos, ainda vigora o negacionismo. Esquece-se que a floresta é a alma da vida e que fazemos parte do bioma. Não somos o bioma em si; não podemos ser seus predadores, mas sim os protetores da existência. A maior riqueza que possuímos é a simplicidade da vida.
O clone sente fome de si mesmo porque ainda não aprendeu a criar, limitado a tentar ser moldado por convicções alheias. No fim, os antigos conceitos da política revelam-se como são: meros artifícios da geopolítica.
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