Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda

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Ser Espiritual no Sec 21, é trazer a Espiritualidade para a Materialidade. É ser um Homem de Ação.
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS

O agir ético é uma consequência inevitável do ser místico.O agir deve ser o efluxo do ser ! A vivência ética deve ser o fruto espontâneo da consciência mística !
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS

Ser Maçom é uma enormíssima responsabilidade, assumida no dia da Iniciação.”
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS

“Use da Palavra, apenas quando tiver algo de relevante a dizer. Devido á velocidade da luz ser superior á velocidade do som, muitas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos.”
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS

⁠A LIBERDADE ESPIRITUAL

Para muitas pessoas religiosas ou espirituais, isso pode ser uma verdade difícil de engolir.
A verdadeira iluminação não é o que realmente queremos. Não é nem um pouco emocionante, mas é totalmente comum.
Apesar disso, a maior parte da espiritualidade é construída sobre a busca do extraordinário.
Altos níveis de frequência não o levam necessariamente a experiências "espirituais".
Na verdade, altos níveis de frequência destroem a própria ilusão de que existe algo como uma experiência “espiritual”.
Na cultura contemporânea da nova era, o materialismo espiritual é abundante - ou seja, as pessoas agora têm uma nova droga chamada busca da verdade.
É importante entender que não há nada de errado com nenhuma dessas coisas.
Se você é levado a buscar algo mais elevado, então algo está empurrando você, levando-o a algum lugar.
Se você segui-lo até sua conclusão natural, ele revelará seu verdadeiro caminho no final.
Para algumas pessoas, buscar é um caminho direto para a transcendência, mas para outras serve simplesmente como uma distração que as afasta ainda mais de sua verdadeira natureza.
A Vitimização impede o buscador espiritual de seguir seu impulso até sua conclusão natural. Ele faz isso identificando-se com a forma do ensino, ou com o professor, ou com o próprio caminho. Portanto, vemos três categorias básicas de pessoas em um caminho espiritual - aquelas que estão presas pela estrutura de um determinado ensinamento, aquelas que estão presas pelo poder magnético de um professor particular e aquelas que estão presas por sua própria compulsão constante de ser um turista espiritual.
Todas essas três armadilhas espirituais são estágios autênticos de qualquer caminho que acabará levando à verdadeira liberdade, mas todas as três também se disfarçam como a própria liberdade. Estes são alguns dos níveis mais sutis da Sombra da Vitimização.
A verdadeira liberdade não tem nada a ver com a forma como gastamos nosso tempo no plano material.
A verdadeira liberdade não é um efeito. É uma espécie de espaço sempre em expansão que surge espontaneamente dentro de você quando você passa a entender o quão profundamente você foi vitimizado por suas próprias crenças centrais.

A sombra pode ser uma vida em forma de pessoa.

Um relacionamento pode durar momentos, Uma amizade pode ser eterna.

O ser humano é perigoso porque une inteligência suficiente para criar e ira suficiente para destruir.

Em um mundo cansado, quem escolhe ser leve se torna refúgio.
Pequenos gestos, palavras certas e presença sincera têm o poder de transformar dias, curar silêncios e aliviar pesos invisíveis.
Seja alguém que chega para somar, não para pesar.

DEUS E VOCÊ.
— A ALIANÇA SILENCIOSA QUE SUSTENTA A EXISTÊNCIA.
A relação entre o ser humano e Deus não se estabelece por imposições exteriores, nem por ritos vazios repetidos mecanicamente ao longo dos séculos. Trata-se de um vínculo íntimo, anterior a qualquer cultura, anterior à própria linguagem, inscrito na consciência como lei viva e atuante. Desde as civilizações mais antigas, a humanidade buscou compreender essa presença invisível que orienta, corrige e consola, reconhecendo, ainda que de forma imperfeita, que há uma inteligência suprema governando todas as coisas.
Na perspectiva da filosofia espiritualista, especialmente sob a ótica espírita sistematizada por Allan Kardec, Deus não é uma abstração distante, mas a causa primária de tudo o que existe, conforme exposto em "O Livro dos Espíritos", questão 1, publicada em 18 de abril de 1857. Essa definição não apenas inaugura um pensamento racional sobre o divino, mas desloca o homem da passividade para a responsabilidade moral. Se Deus é a causa primeira, o homem é o agente consciente de suas próprias escolhas dentro dessa criação.
Essa compreensão implica uma consequência profunda. Deus não se impõe ao indivíduo, mas se revela por meio das leis naturais, especialmente a lei moral, inscrita na consciência. Cada ato, cada intenção, cada pensamento estabelece uma sintonia com essa ordem universal. Não há favoritismo, não há privilégios, apenas a perfeita correspondência entre causa e efeito, princípio esse que rege a evolução espiritual ao longo do tempo.
Sob o olhar da psicologia espiritual, essa relação pode ser compreendida como um diálogo constante entre o eu profundo e a ordem divina. Quando o indivíduo se afasta dos princípios do bem, experimenta o desequilíbrio, a inquietação e o sofrimento. Quando se alinha com a justiça, a caridade e a verdade, encontra paz e lucidez. Não se trata de recompensa externa, mas de um estado íntimo que decorre da harmonia com as leis universais.
A antropologia das religiões demonstra que, em todas as épocas, o homem buscou Deus fora de si, em templos, símbolos e sistemas. Contudo, o avanço do pensamento filosófico e espiritual indica um movimento inverso. Deus não está distante. Ele se manifesta na consciência, na razão e no sentimento elevado. Essa interiorização do divino representa uma maturidade espiritual, na qual o indivíduo deixa de temer Deus para compreendê-lo.
A tradição evangélica reforça essa ideia ao apresentar o Reino de Deus como realidade interior, acessível a todos que se transformam moralmente. Não é um lugar geográfico, mas um estado de consciência. Assim, Deus e você não estão separados por distância, mas apenas pelo grau de percepção e entendimento.
Portanto, a relação com Deus não exige espetáculos, nem provas exteriores. Exige coerência, disciplina moral e vigilância interior. É no silêncio das decisões cotidianas que essa ligação se fortalece ou se enfraquece. É na escolha entre o egoísmo e a caridade, entre a vaidade e a humildade, que o homem define sua proximidade com o divino.
A grande questão não é onde está Deus, mas em que estado você se encontra para percebê-lo.
"Frase " Aquele que ordena a própria consciência segundo o bem descobre que Deus nunca esteve distante, apenas aguardava ser reconhecido na retidão silenciosa do próprio espírito.
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" Aquele que transforma o sofrimento em disciplina moral deixa de ser prisioneiro da dor e torna-se artífice da própria ascensão. "

A credibilidade é algo que se conquista paulatinamente, e nunca deve ser colocada à prova, sob pena de perda da probidade.

"Você é a tradução mais bonita do amor. Obrigada por ser meu porto seguro e minha maior inspiração. Feliz Dia das Mães! 🌸"




--------- Eliana Angel Wolf

Que Entre.


Quando o ser se torna ter
E quando o ter se torna ser
Jamais tentamos, mas, por mais que entre
Somos mais.
E lutar no trabalho no estudo
Nunca é
Pois, por mais que desejemos não
Sempre ter.

A concentração e o foco, são determinantes para alcançar os objetivos e devem ser treinados diariamente.

MÃE, que palavra doce!

Ser mãe é sinônimo de ternura, acolhimento, renúncia, segurança e luta constante.

Bem-aventurados são aqueles que honram suas mães e reconhecem nelas virtudes e valores excepcionais que somente um coração materno é capaz de expressar e sentir.

Sejamos gratos as nossas mães pelo colo aquecido, pelas noites mal dormidas e pelo amor incondicional.

Entendo que mãe é a maior expressão de amor criada por Deus.

Mães, neste dia quero me congratular e parabenizá-las por tudo que vocês são e representam no contexto social e familiar!

BRAVAS MÃES!!!

Resende

A Gestação do Amor: do Útero ao Coração

O feto começa aos poucos a ser formado e um afeto grandioso passa a ser construído; ambos vão crescendo lado a lado e a cada mês, mais nutridos por um amor incalculável entre a mãe e o seu filho ou filha e a depender do caso, filhas ou filhos — um belo vínculo: forte e cheio de vida; sujeito a lutas e sacrifícios.

Todavia, e não menos importante, às vezes, a bênção da maternidade é gerada no coração e, num momento genuíno e emocionante, nasce na adoção, ao criar um laço que não é de sangue, mas que certamente é feito da mesma essência — a vontade constante e sincera de praticar a conjugação incomparável do verbo amar.

O papel materno é singular, indispensável; então, devido a certas circunstâncias, também pode vir a ser desempenhado por uma avó, por um pai ou por qualquer outro parente, distante ou próximo — aquele que decidiu ficar e assumir essa missão, essa responsabilidade, não uma substituição e sim uma honrosa proximidade.

Independentemente de qual seja a personificação materna, Graças ao Senhor, todas elas reúnem um amor repleto de vitalidade, incondicional, uma força que não se explica, que oferece colo, demonstra zelo, um esforço fora do normal, o alento especial durante as adversidades — a certeza de que o amor materno é descomunal entre formas e fases.

Eu percorri km de distância, a distância que nos separava, moldei meu ser, me distanciei de muitos contratempos, me senti amada em muitas situações, afastei o que conheço e apostei todas minhas fichas no desconhecido porque me apaixonei, porque ele era tudo o que eu queria, tudo o que eu visualizava diante de mim, desisti de momentos, empregos, apegos, material, moradia, tempo, ignorei todos os fatos que me faziam querer desistir e perdoei cada situação e honrei cada passo que ele deu enquanto estávamos distantes pois a distância só fazia aumentar a vontade de amar ele, honrar, tornar ele uma pessoa importante pois ele não se sentia assim, sentia como um pássaro numa gaiola e eu o libertei de suas amarras mas ele simplesmente me deixou pra trás e saiu voando sem olhar pra trás, sem ligar para como eu me sentia e para o quanto eu sofreria com a partida dele, a partida das emoções, do amor, do respeito, da honra, todas as partidas possíveis, mesmo depois de tudo o que eu sacrifiquei por ele, eu fui um vulcão de amor, carinho e sentimentos perante suas costas mas seu amor só vale diante da minha face, pois era só eu me tornar costas que tudo mudava e eu deixava de existir, saiba que você sempre existiu pra mim.

A Solitude do Ser: O Tempo como Espelho e a Maturidade como Realidade
Por: Prof. Me. Yhulds Bueno


A percepção da solidão é uma construção temporal que raramente se revela durante o vigor da juventude. Em nossos anos iniciais, vivemos sob uma espécie de entorpecimento social, cercados por "andarilhos do tempo" figuras efêmeras que transitam por nossas trajetórias, compondo um cenário de aparente plenitude. Nessa fase, a juventude atua como uma lente distorcida, onde o movimento constante de pessoas é confundido com conexão, e a presença física é interpretada como permanência emocional.


À medida que avançamos, a vida adulta transforma nossa relação com o cronômetro. O tempo deixa de ser um pano de fundo para se tornar um protagonista ambíguo: ora aliado estratégico na construção de legados, ora adversário implacável na gestão das urgências. É um período de alta densidade, onde o fazer muitas vezes camufla o sentir.


Contudo, é ao cruzar o limiar dos 50 anos que a narrativa da existência sofre sua mudança mais profunda. A maturidade nos despe das ilusões coletivas. Surge, então, a consciência de uma solidão intrínseca, que independe do cenário exterior. Percebemos que, mesmo em casas repletas, ambientes de trabalho dinâmicos ou círculos sociais ativos, a essência do ser permanece isolada.


Essa revelação torna-se ainda mais aguda quando o mundo externo começa a silenciar. A rarefação dos convites e a escassez de lembretes funcionam como um termômetro social da nossa suposta "importância". É o momento em que o tempo, nosso algoz e mestre, nos força a encarar o espelho sem adornos.


Nessa fase, compreendemos que a jornada é, em última instância, um monólogo profundo. A maturidade não traz a solidão como um castigo, mas como uma verdade incontornável: a de que a única presença garantida do início ao fim é o encontro de nós com nós mesmos. Aceitar essa condição é o passo final para transformar o peso do isolamento na leveza da solitude.

FEMINICÍDIO


Agressão contra a mulher
É um crime sem pudor
Que deve ser combatido
Com o máximo rigor
Denunciem, minha gente
O silêncio é um presente
Que se dá ao agressor