Viver em Sociedade
Um dos melhores parâmetros para analisar a sociedade é observar as músicas que estão sendo feitas. Atualmente são um desastre e revelam quão doente e podre está
Três coisas simples medem o grau de
civilidade de uma sociedade:
O cuidado com as crianças, com os livros e com as praças.
A sociedade nunca foi perfeita e nunca será, pessoas acabam sofrendo por coisas que nunca fizeram, o mundo de hoje não é justo, pagamos o preço por erros passados, tais erros infundem corrupção em nossas culturas, nos rendemos a comodidade, por fim pouco a pouco corroídos pelo pecado somos, definharemos nossos últimos momentos, sofrendo sem pudor, toda a dor por fim passada de nossos predecessores.
O diferente não se encaixa nos padrões de comportamento pré-estabelecidos pela sociedade. Todos o rejeitam, ninguém o entende e por não o entenderem o rotulam de desajustado e louco.
Uma sociedade que vive nas entranhas do sofismo, não merece que nós, pensadores contemporâneos, interfiramos no pensar dessa sociedade fatídica e ultrapassada. Precisamos de ideias revolucionárias, acredito na revolução do pensamento como forma de moldar o caráter e criar a nova essência da racionalidade humana.
"Muito da sociedade é um nó que ata, cada um ao semelhante age tal qual o mata, fere a classe , a raça, desmerece o bigode na praça, o homem é um devorador que rouba sua veste de honra como traça."
Giovane Silva Santos
'Qual a régua da sociedade, em afastar o anseio do grito, trocar o real pelo mito, o que faz uma voz covarde, religião, ciência, tecnologia, o dinheiro e sua primazia, fere e vida não mais passa a ser leal, a covardia passa a ser autoridade, é proibido gritar liberdade.'
Giovane Silva Santos
Eu teria sido excluído da sociedade se não fosse por ela. Ela me apoiou. E, por isso, eu iria com ela até um vulcão.
O caminho que leva a felicidade se inicia em conhecer a ti mesmo! Vivemos em uma sociedade que nos rouba tempo a todo instante, nos atolando de tarefas, desejos fúteis e obrigações sem sentido, tornando-nos escravos eternamente insatisfeitos!
Muitos de nós vivemos como presas fáceis de uma sociedade repleta de esteriótipos.
Cedemos ao que os outros nos impõe como certo e fazemos a vontade de gente que não se importa.
Aos poucos, também nós, podemos cair no hábito cruel de julgar, de não olhar além das aparências e poderemos nos tornar capatazes, capazes de matar com o olhar.
Nildinha Freitas
