Vivemos Momentos
"Vivemos há algum tempo num estágio mercadológico em que tecnologia é indispensável. E isso inclui a tecnologia jurídica. Advogados precisam aprender a encarar o Direito não como instrumento para litígios, mas como tecnologia para o sucesso."
(Gladston Mamede, Eduarda Cotta Mamede. "Estruturação Jurídica de Empresas". Editora Atlas, 2024)
Vivemos uma triste época onde pessoas buscam desesperadamente por razões para se sentirem ofendidas, e usam o vitimismo como ferramenta de escape para alimentar suas próprias limitações e deficiências.
No mundo pós-moderno, ainda vivemos sob o pensamento retrógrado e conservador do pré-renascentismo.
Os dias atuais estão muito diferente, hoje vivemos em uma época que...
Você transmitir uma palavra de carinho, afeto amor ao próximo, pode ser confundido com “está dando em cima, assédio, está se aproveitando” hoje o que prevalece é o “amor próprio” disfarçando a arrogância, o desrespeito, a falta de caráter.
Não podemos mais discutir com educação seja qualquer assunto, pois seremos taxados de ###fóbicos, que somos isso, somos aquilo.
Não podemos mais ter nossa fé, nosso gosto musical, nossa forma de vestir esta ou aquela roupa, esta ou aquela cor, pois somos logo criticados e até mesmo “cancelados” uma nova gíria que na sua essência lhe exclui de um grupo, e ainda riem como se fosse normal.
Não podemos sequer expor algum olhar, pois logo somos questionados e acusados de alguma coisa, pois não estamos sendo “humano”.
Vivemos num momento de nossa história, de tal forma que se torna uma estória, muitas vezes temos que nos calar pois falar é considerado um ataque, e este em si te tira a vontade de apenas se expor.
Vivemos diariamente a hipocrisia do ser humano, este ser, que vem matando diuturnamente a criação de Deus, culpam os outros por seus erros, acusam a cada minuto se achando juízes, e se você tentar se defender te calam.
É incrível como hoje se fala tanto de inclusão, e excluem apenas porque não concordamos com um ponto da conversa, que ao tentarmos explicar alguma coisa, nos interrompem dizendo que não concordam com isso ou aquilo, sem sequer escutar todo relato.
Me pergunto diuturnamente, será que vale realmente viver tudo isso? Será que tudo que acontece tem um culpado? Ou somos todos culpados? Será que este momento da história tem coerência? Ou simplesmente não sabemos mais quem somos? E temos que nos ajustarmos para continuar sobrevivendo neste período tão conturbado da humanidade?
O que somos? O que nos tornamos? ... será que a guerra está só fisicamente, ou está dentro de nós, pois estamos perdendo nossa essência? Deixamos de ter cada um, nosso papel na sociedade, não que queremos o lugar do outros, mas queremos mostrar a muitos que somos melhores que eles do jeito que eu acho que é certo.
Em se tratando de amores para nós poetas que vivemos em busca de sonhos, desilusão nos serve como fonte de inspiração para novas aventuras.
Vivemos como se fôssemos eternos. Mas podemos sair de cena sem aviso prévio.
As cortinas fecham e o espetáculo termina.
Deixa a lágrima escorrer, a voz gritar, o sorriso brilhar. Cada dia que vivemos é uma vida, um sonho a se realizar. Vou cortar conexões com o que atesta que eu assumi a culpa de saber e não fazer nada.
Tudo que quer de mim é uma expectativa que não sei se posso corresponder, mas é isso vivemos a expectativa do momento, mas nem sempre elas serão supridas.
Existem muitas pessoas especiais por aí!
Frase de Islene Souza
A Era do medo
Vivemos, com certeza na era do medo apesar de tanto desenvolvimento e tanto conhecimento.
Temos medo do outro, temos medo de nós e do que se esconde no nosso íntimo.
Vasculhamos os detalhes da matéria, os confins do universo, estudamos o passado, tentamos predizer o futuro, mas relutamos em desvendar os mistérios da nossa alma e o que carregamos no coração.
Temos medo do futuro e nunca estamos seguros para caminhar no escuro.
Temos medo dos vizinhos, dos desconhecidos, de pisar na rua, de nos abrir ao mundo e de revelar nossas fraquezas.
Temos medo de amar e estamos perdendo o costume de sermos amados. Temos medo de dar valor aos outros e não sermos valorizados. Temos medo de nos doar e não termos o mesmo retorno. Preferimos a angústia de nos fazermos de fortes enquanto intimamente trememos de medo.
Hoje em dia estamos rodeados de informações, sabemos sobre tudo, mas aprendemos pouco. Temos mais conhecimento e menos sabedoria.
Quanto mais descobrimos sobre o universo que nos cerca e sobre o futuro que nos espera, mais medo temos. O conhecimento não nos traz segurança e confiança.
Quanto mais conquistamos, mais evoluímos tecnologicamente, mais nos perdemos de nós mesmos e se enfraquecem os elos que nos mantém humanos. Perdemos nossa inocência e nos aproximamos das cismas que nos levam à insegurança e ao pavor.
Em menos de um século perdemos muitos valores que se construíram em toda a existência da humanidade.
Parece que passamos muito tempo dissociados do nosso íntimo. Urge a hora de voltarmos para casa e redescobrirmos a humanidade que perdemos.
Vivemos hoje a mais disruptiva, rápida e desconhecida alteração do ambiente de sobrevivência do Sapiens com a chegada do Mundo Digital.
“A política é uma força motriz que molda o mundo em que vivemos. É um recordatório de que, embora possamos ter visões diferentes, nosso desejo fundamental é criar uma sociedade justa, equitativa e próspera para todos. Portanto, a política não é apenas o domínio dos políticos, mas uma responsabilidade compartilhada por todos nós. É a busca constante por um futuro melhor, onde nossos valores se tornam realidade. ”
O tempo nos mostra o lado corrosivo do poder político; vivemos um choque séptico em todos os setores do poder, sem exceção; muita propaganda institucional e pouca efetividade; os homens bons são sucumbidos; prosperam arrogância, vaidade e hipocrisia; a enfermidade é gravíssima; a cura improvável; todos vão morrer e serão inumados na necrópole do descaso
Sem grandes problemas, vivemos separados de nossos entes queridos em várias circunstâncias da vida.
No entanto, quando chega o fim, a morte, o 'para sempre', o 'nunca mais nos veremos', a dor é intensa demais.
Eu quero viver coisas que nem você e eu vivemos antes.
Quero te levar pra conhecer novos sabores, novos cheiros, novas cores e novas sensações.
Quero beijar a ponta dos seus dedos,
Cheirar seu cangote,
Ahh, ele é tão cheiroso...
Enfim, quero coisas boas e a intenção não será lhe machucar. NUNCA!
Aceite ser meu caso indefinido e viva esse louco de pouco comigo.
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