Vivemos
Vivemos em busca da tal felicidade e ela apenas observa o nosso próximo passo. Onde ela está, o invisível consegue ver o que não é visível.
Somos pequenos quando não pensamos grande. Somos grandes quando vivemos sem medo. Somos verdadeiros quando há grandeza de espiritualidade dentro de nós.
Vivemos a mercê do ritmo do tempo. Tempo de espera, de escolhas, de elevação espiritual, de vida, de momentos. Medimos o tempo e não entendemos que o tempo somos nós quem o determinamos.
Maldade Humana
Neste mundo em que vivemos, o limite da maldade humana parece não ter fim. É como se nem mesmo conhecesse o significado da palavra “limite”.
Eles vivem aqui. Convivem conosco.
Suas ações transformam o nosso mundo em um mundo imundo — escória.
Notícias que sangram. Selfies ao lado de corpos sem vida. Uma necessidade cada vez maior por likes. Há os que sorriem enquanto outros morrem por curtidas. Há os que fazem piadas, os que não se importam.
As atrocidades contra nossas crianças e nossos idosos são gritantes.
Nem os animais escapam da crueldade dos insensíveis.
É a minha opinião — mas o amor faz tão bem.
Que mundo imundo… escória.
No futuro, monstros serão abraçados, a escória exaltada, a beleza plastificada admirada, e o dinheiro lavado ocupará o topo da pirâmide.
Nesse dia, a palavra perderá seu valor — e o cheiro será um só.
Ops… será que já está acontecendo?
É a minha opinião, mas o amor me faz tão bem.
É achismo ou realidade? Será que o mundo já está sendo comandado por um só? Será aquele que todos temem? Ou estaremos todos errados, e tudo não passa de balela? Será que ninguém está percebendo? Ou todos fingem não enxergar, porque acreditam que nada podem fazer? Será apenas uma fase de reconstrução?
Medo!
Entendimento do luto
Luto, palavra que carrega um peso enorme nas nossas mentes. Vivemos o luto quando uma grande mudança acontece em nossas vidas. Confundimos com perda, mas o luto é mudança, não finalização. Viver o luto envolve entender e aceitar mudanças que abalam o sentido da vida. De repente alguém que amamos ou algo que acreditamos muito, que lutamos para merecer ou que depositamos esperanças, não está mais lá, então tudo o que construimos encima disso se acaba, e fica um vazio, e esse vazio faz eco, esse eco vibra no coração e na mente a importância daquilo que mudou. Por um tempo desconectamos da luz, visitamos sentimentos opostos ao que sentíamos, questionamos tudo, lutamos para tentar voltar ao que era, mas nunca mais seremos os mesmos. Então aceitamos que nada permanece o mesmo, que nada realmente acaba, apenas muda de caminho, apenas segue o fluxo do que tem que ser. Muitas vezes fazemos o luto como sendo uma finalização, mas algo continua florindo e brotando, e sempre vai continuar, porque luto não é fim, é mudança, transição. E pode ser recomeço, ou um simples começo, porém nada fica igual após vivermos esse momento.
Seja como for, de alguém que partiu, uma separação ou afastamento de alguém importante, um trabalho especial… tudo que importa e de repente não está mais na nossa vida e por isso muda a forma como vivemos, é luto. Nosso corpo sente, nossa mente sabe, a alma não esquece, e dói, dói demais não ter mais algo que era tão importante. Mas a vida não permite que fiquemos estagnados, ela pede mudanças e sempre vai trazê-las independente da nossa vontade.
Nessa fase encontramos respostas que não procuramos antes. Entendemos a importância daquilo que vivemos depois que acaba, nos questionamos muito sobre o que deveríamos ter feito, ou e se eu tivesse feito diferente? E se eu não tivesse feito isso ou aquilo? E se eu tivesse ficado quieta? Questionamos tudo, mas é inevitável, precisamos lidar com a mudança, causada por nós ou pela vida. Não há o que fazer.
Ninguém até hoje entendeu que vivemos e morremos na prisão criada pela nossa mentalidade,e a maneira de como conduzimos nossa vida. Em minha prisão está o meu eu que o caos,o não entendimento, e falta de consciência e coragem. Ele é corrupto e assassino, da inteligência humana.
"Cuidar do ambiente onde vivemos é um ato de carinho próprio, pois a beleza também importa para o nosso bem-estar mental."
NOVOS TEMPOS E ANTIGOS VALORES
Vivemos tempos de incertezas onde a idéia de como fazer para conseguir sobreviver às mudanças no convívio social e ambiental é todo o dia uma novidade, ou seja, nossas vidas tem sido alimentadas pela nostalgia do passado afim de encontramos esperança num futuro próximo resgatando antigos valores...
Vivemos pela fé, crescemos pela fé, caminhamos pela fé e agimos pela fé. É ela que sustenta nossos passos, fortalece nosso coração e nos impulsiona a avançar mesmo quando tudo parece incerto.
A fé é a força que move o cristão, que o faz enxergar além das circunstâncias e acreditar no impossível, confiando que Deus é capaz de realizar aquilo que aos olhos humanos parece inalcançável.
O melhor da vida e entender que vivemos de momentos bons e momentos ruins, e precisamos entender que isso é muito real
Vivemos esperando que as coisas mudem, que as pessoas mudem; até que um dia a gente percebe que a única pessoa que tem que mudar é apenas a si mesmo.
Antigamente, a escravidão era física, com chicotadas. Hoje, vivemos uma escravidão mental, com banqueiros, investidores e financiadores usando meios de comunicação e mídia para nos aprisionar. Criam valores falsos, nos distraem e nos impedem de refletir. As dores dessa escravidão são ansiedade, tristeza e estresse, sem que percebamos de onde vêm. Vivemos em um sistema que nos mantém mentalmente escravizados.
Precisamos parar de acreditar na ilusão de que vivemos em uma verdadeira democracia. Na realidade, nunca fomos verdadeiramente uma democracia. O que temos é uma ditadura que favorece banqueiros e grandes empresários, onde somos, na prática, escravizados pelo trabalho. Trabalhamos por necessidade, porque, sem um emprego, não temos como garantir nossa sobrevivência. Uma verdadeira democracia, que realmente merecesse esse nome, não permitiria que qualquer pessoa passasse fome, vivesse sem abrigo, ou ficasse sem acesso à educação e saúde. As necessidades básicas de todos deveriam ser atendidas pelo estado, mas, em vez disso, somos forçados a trabalhar incessantemente para sobreviver.
Existem alguns privilegiados que, por sorte, conseguem trabalhar em algo que realmente gostam, mas a maioria de nós trabalha apenas por necessidade, para garantir o mínimo para a nossa sobrevivência. Nos tornamos meras engrenagens de um sistema que nos usa como escravos para sustentar banqueiros, mega-empresários e investidores — pessoas que controlam os bancos e as grandes corporações. Eles dependem de nosso trabalho para se manterem ricos, ostentando uma vida de luxo às nossas custas, enquanto nós, que sustentamos o sistema, vivemos na pobreza.
