Vivemos
Não se obrigue a nada! Elabore tudo com naturalidade. Vivemos pouco tempo neste mundo para nos obrigar a qualquer coisa, tente diferenciar obrigação com vontade de realizar:
Não se obrigue a fazer dieta, realize com calma
Não se obrigue a praticar exercícios físicos, realize com naturalidade e assim por diante.
A VIDA NÃO É UMA OBRIGAÇÃO, ELA É NATURAL, VIVA COM SABEDORIA!
Vivemos a era da "CÓPIA",!
Para ser copiado, basta diferir ou estar na moda, então será replicado alienadamente!
Vivemos hoje um tempo de falsa liberdade, falsa aparência, muitos apenas copiam outros, por fim tornam-se apenas mais um infeliz sorridente na self no meio da multidão!
Vivemos em um tempo que jovens e até pessoas mais velhas, estão confundindo a abundante liberdade atual a tal ponto que se perdem na própria personalidade!
Vivemos em um tempo de epidemia de meros copiadores, verdadeiros usurpadores, pessoas com preguiça de adquirir novos conhecimentos e falta criatividade própria, se tornam verdadeiras cópias de outros.
Vivemos em um tempo alienado no Brasil em que cultivar a ignorância da views e likes e ser bem informado não tem importância alguma.
Vivemos em tempos de aparências e cópias, onde nos tornamos cascas vazias, cada vez mais se predomina o coletivo, estamos nos esquecendo do essencial, do autêntico, do genuíno.
Não adianta pensar em preservar a natureza no futuro, quando toda a vida que vivemos está no agora.
Vivemos em um tempo de artifícios, onde o que é autêntico é considerado antiquado e cafona, mesmo que o artificial não capture a verdadeira essência de cada indivíduo, mas sim uma parte de uma mentalidade superficial e leviana!
Entre várias experiências que vivemos, a perda de um ente querido, seja um ser humano ou um animal de estimação, é uma das mais desafiadoras. Portanto, se atualmente você não está enfrentando essa situação, valorize o dia de hoje!
Viver é adorável e maravilhoso, mas nesse mundo em que vivemos, existem muitas pessoas ruins e cruéis!
Para vida não há ensaios, vivemos na expectativa do inesperado.
Acordamos e temos a difícil tarefa de passar mais um estágio da vida até chegar o desafio final... A morte. Vivemos cada segundo tentando enfrentar os obstáculos que o mundo nos impõe com um sorriso no rosto, a cabeça erguida e um grito de guerra que a cada dia a intensidade da voz fica mais frequente. Sugamos força de tudo que nos rodeia e vestimos nossa armadura para nos proteger dos inimigos.
Fazemos planos para muitos anos, compramos passagens antecipadamente para viajar para o exterior, fazemos planos para grandes festas comemorativas, planos para feriadão. Mas não percebemos que a vida é uma história que não tem ensaio. É como se montássemos todo o script da nossa vida e atuássemos do mesmo jeito que está no roteiro, achando nós que viver é uma peça teatral e que precisamos decorar toda nossa fala para entrar em cena quando a próximo capítulo acabar. Mas estamos todos enganamos.
A vida é uma espécie de enigma que nós, seres humanos, não somos capazes de desvendá-lo com exatidão e quando achamos que sabemos o que vai acontecer em seguida estamos totalmente errados.
"Dos ensinamentos da vida fica a simples pergunta: Porque quando acreditamos saber todas as respostas, a vida vem e muda todas as perguntas!!!"
Quando vivemos uma vida de sucesso nos somos capazes de administrar nossas emoções principalmente com quem amamos de verdade
Idade Mídia
Vivemos a era da conexão plena e da desconexão absoluta. Nunca estivemos tão juntos em redes e tão apartados em ideias. Nunca se falou tanto e se pensou tão pouco. A esse fenômeno contemporâneo, poderíamos chamar de “Idade Mídia” — um tempo em que a opinião ganhou status de argumento, e a ignorância, muitas curtidas.
A figura do homo idiota — não no sentido ofensivo, mas etimológico, grego, do sujeito que se abstinha da vida pública e refugiava-se no particular — retorna com força. No período helenístico, esse era o cidadão que ignorava o debate político e voltava-se apenas à sua esfera privada. Mas havia, ao menos, o silêncio. Hoje, o homo idiota não apenas opina: ele grita, compartilha, cancela, vocifera. Tem o direito à fala, mesmo sem o menor interesse pela escuta.
Não se trata de um ataque à democracia — longe disso. A liberdade de expressão é o alicerce de uma sociedade plural. O problema não está na liberdade, mas no esvaziamento do conteúdo. Falamos muito, mas dizemos pouco. Informados por manchetes, formamos certezas antes mesmo de compreender as perguntas.
Seguimos, então, a passos de moonwalker — deslizando de costas, imitando movimento para frente, mas indo para trás. Temos tecnologia avançada, filtros estéticos, inteligência artificial, mas carecemos de diálogo honesto, empatia e pensamento crítico. Avançamos nas ferramentas e regredimos nos fundamentos.
A Idade Mídia é o tempo em que se troca sabedoria por performance, reflexão por lacração, silêncio por barulho. E, assim, com a ilusão de progresso, dançamos rumo à mais elegante das involuções.
Somos instrumentos que tocam canções
no ritmo que vivemos;
Com armonias sentimentais e
acordes simples, sem chamar atenção.
Com a letra das nossas vidas; Usaremos
nossa história como refrão.
E no tempo certo concluímos
a doce e linda "Bela de uma canção!"
A insegurança em que vivemos,nos faz refém dos nossos próprios medos.Tudo virou caos,não existe lugar que possamos viver seguros. Esta é a nossa realidade.
