Vivemos
Erramos por não conhecer a Palavra de Deus e o poder que ela manifesta em nós. Assim, vivemos miseravelmente por não recebermos pela fé a herança e as promessas espirituais que ela nos garante.
Copiar é elogiar sem dizer
Vivemos em um mundo onde as ideias circulam em velocidade impressionante. Estilos, comportamentos e pensamentos são replicados incessantemente, quase como um eco constante de inspiração. Nesse contexto, copiar alguém pode ser visto como um elogio silencioso, uma forma de dizer: “Gostei tanto do que você fez que quero fazer também.”
Quando alguém copia, está, muitas vezes, reconhecendo valor no original. É uma forma de admiração que dispensa palavras, mas deixa um rastro evidente: o reflexo do outro em si mesmo. Pode ser um estilo de vestir, uma frase dita com impacto, um jeito de resolver problemas ou até uma abordagem criativa. Copiar é, antes de tudo, uma rendição ao talento alheio.
Mas, como todo elogio, copiar tem seus limites éticos. A cópia honesta é aquela que reconhece a origem, que respeita a fonte. Não há problema em se inspirar, desde que se dê o devido crédito. Afinal, imitar não deveria apagar a originalidade, mas, sim, celebrá-la. Quando copiamos sem mencionar, roubamos o brilho do outro e o transformamos em sombra — e o elogio se perde.
Por outro lado, o medo de ser copiado também nos faz refletir sobre a nossa própria autenticidade. Quem é verdadeiramente original não se preocupa com as imitações. Uma cópia jamais será fiel à essência que a originou. É como tentar capturar a luz de uma estrela com as mãos; o brilho pode até parecer similar, mas a energia que o gerou é única.
Portanto, copiar é, de fato, uma forma de elogio — uma admiração muda que deveria vir acompanhada de um reconhecimento sincero. A beleza da criatividade humana está em transformar inspirações em novas criações, sem medo de parecer grato a quem nos inspirou. Copiar pode ser um elogio, sim, mas dizer isso em voz alta é o verdadeiro ato de grandeza.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Vivemos uma realidade no século XXI, na qual o estar feliz não se concretiza apenas na conquista, mas, principalmente, no reconhecimento do outro ao que foi conquistado.
Vivemos uma era do narcisismo dependente, pois o sujeito necessita da aceitação do outro para legitimar o seu desejo de se exibir.
Fazer a vida valer a pena de viver.
Vivemos em um mundo onde a corrida contra o tempo e o materialismo dominam nossas vidas. Desde o momento em que nascemos até o dia em que morremos, somos constantemente pressionados a acumular bens e alcançar metas que, muitas vezes, perdem o significado com o passar dos anos.
Essa busca incessante por mais nos faz esquecer que viemos a este mundo sem nada e que, ao partir, também não levaremos nada.
Entre o nascimento e a morte, perdemos dias valiosos com preocupações que, na velhice, se tornam insignificantes. Se todos parassem por um momento para fazer uma análise profunda de suas vidas, perceberiam que essa loucura diária não leva a lugar algum.
Daqui a 80 ou 100 anos, ninguém que hoje está aqui estará vivo. Outros estarão usando nossos bens, morando em nossas casas, e nem se lembrarão de nós.
É nesse contexto que devemos entender a importância de aproveitar cada momento com quem amamos: nossos familiares, pais, mães, filhos, cônjuges e amigos.
O verdadeiro legado que deixamos não está nos bens materiais, mas nas memórias e na história de cada indivíduo que tocamos enquanto estivemos aqui.
As relações pessoais e os momentos compartilhados são o que realmente permanecem e dão sentido à nossa existência.
Portanto, é essencial valorizar o presente e as pessoas ao nosso redor, pois são elas que fazem a vida valer a pena.
Como formigas em um formigueiro artificial, vivemos sem enxergar o que existe além. Muitos aceitam isso sem questionar, mas alguns sentem que há mais do que podemos compreender.
Vivemos na era do absurdismo que nos enlouquece, do mal declarado sem qualquer vergonha, da ignorância sem fim.
Porém, o norte no meio do caos ainda é a verdade, a compaixão e a paz.
Estamos perdendo a nossa naturalidade, vivemos com pressa, ansiedade e estressados. O interessante é que não percebemos que estamos deixando de viver e apenas existindo.
Hoje não temos tempo para apreciar a natureza. Vivemos artificialmente sem perceber a beleza da vida.
Damas e cavalheiros
No mundo em que vivemos hoje, seco de
emoções e sentimentos despedaçados,
a troca de gentilezas são iguarias que
independem do poder aquisitivo.
O Duque
"Muitos de nós não conseguimos valorizar o que realmente importa. Vivemos aprisionados pelas telas, dando mais atenção a elas do que à própria vida, que se revela nas pequenas coisas. Como o surgimento de um rio ou o simples ato de respirar. Adoramos pessoas famosas e esquecemos de valorizar o verdadeiro artista no palco da vida: nós mesmos. Cultuamos objetos e deixamos de admirar aquilo que realmente merece ser reverenciado: nossa paz interior. Já parou para refletir sobre o milagre que é estar vivo? Já percebeu que tudo o que tem vida tem seu tempo e sua hora? Por que buscamos incessantemente coisas que, no fundo, não fazem sentido? A vida segue seu curso e, em algum momento, nossa jornada chega ao fim. Por isso, é preciso observar mais, valorizar os gestos e atitudes, e deixar de se importar com bens materiais. Nunca foi sobre o que temos, mas sobre o que sentimos."
Será que é possível se esconder de si mesmo? Se a ninguém foi dada está habilidade, porque vivemos tentando fazer isso?
Incontáveis são os reinos que existem no coração do homem. Milhares de mundos e vidas já vivemos.
O que vemos, o que criamos, o que sonhamos... Mundos diversos, repletos de magia e encantos a cada dia.
Talvez façamos parte do Criador quando acordamos a cada manhã e, em nosso pensamento, dizemos: Que haja luz!
E vemos que houve luz — e que ela era, e ainda é, muito boa.
Vivemos esperando um motivo para sermos felizes, quando na verdade a felicidade mora no agora. Ela está na risada inesperada, no vento fresco num dia quente, no abraço demorado. A felicidade é um instante que só existe para quem se permite sentir.
Vivemos em uma era de muita flexão e pouca reflexão.
Ajoelhados demais, curvados demais, submissos além do necessário.
Mas quem aprende a se levantar reencontra a clareza de refletir.
Vivemos num mundo de uma sociedade cheia de ilusões e mentiras, de hipocrisia, cinismo, os valores se perderam, relações e casamentos de fachada, só para aparência para não estarem sozinhas, pessoas já não sabem o que é o amor próprio, o respeito, a educação, já não sabem, preferem o mal e apoiar o mal, do que praticar o bem, preferem fazer mal do que fazer bem.
A sociedade prefere a mentira maldosa, porque a verdade é insuportável de se aceitar, a verdade dói como o inferno e o purgatório.
A verdade passa a ser mentira.
E a mentira passa a ser verdade.
Por isso Vivemos numa sociedade mentirosa, de ilusões, estragada, podre, doente, maldosa sem valores hipocrita, cínica e suja. O covid serviu para uma coisa, revelar o que as pessoas são na realidade,
Pessoas boas serão sempre pessoas boas
Pessoas más, diabólicos e maquiavélica, manipuladoras serão sempre pessoas más.
Não é o mundo que é uma MRD, São as pessoas. Mas felizmente ainda a gente boa neste mundo.
Para o mal não prevalecer o lado do bem tem que lutar contra o mal.
