Vivemos
Estamos perdendo a nossa naturalidade, vivemos com pressa, ansiedade e estressados. O interessante é que não percebemos que estamos deixando de viver e apenas existindo.
Hoje não temos tempo para apreciar a natureza. Vivemos artificialmente sem perceber a beleza da vida.
"Muitos de nós não conseguimos valorizar o que realmente importa. Vivemos aprisionados pelas telas, dando mais atenção a elas do que à própria vida, que se revela nas pequenas coisas. Como o surgimento de um rio ou o simples ato de respirar. Adoramos pessoas famosas e esquecemos de valorizar o verdadeiro artista no palco da vida: nós mesmos. Cultuamos objetos e deixamos de admirar aquilo que realmente merece ser reverenciado: nossa paz interior. Já parou para refletir sobre o milagre que é estar vivo? Já percebeu que tudo o que tem vida tem seu tempo e sua hora? Por que buscamos incessantemente coisas que, no fundo, não fazem sentido? A vida segue seu curso e, em algum momento, nossa jornada chega ao fim. Por isso, é preciso observar mais, valorizar os gestos e atitudes, e deixar de se importar com bens materiais. Nunca foi sobre o que temos, mas sobre o que sentimos."
Será que é possível se esconder de si mesmo? Se a ninguém foi dada está habilidade, porque vivemos tentando fazer isso?
Incontáveis são os reinos que existem no coração do homem. Milhares de mundos e vidas já vivemos.
O que vemos, o que criamos, o que sonhamos... Mundos diversos, repletos de magia e encantos a cada dia.
Talvez façamos parte do Criador quando acordamos a cada manhã e, em nosso pensamento, dizemos: Que haja luz!
E vemos que houve luz — e que ela era, e ainda é, muito boa.
Vivemos em uma era de muita flexão e pouca reflexão.
Ajoelhados demais, curvados demais, submissos além do necessário.
Mas quem aprende a se levantar reencontra a clareza de refletir.
Vivemos num mundo de uma sociedade cheia de ilusões e mentiras, de hipocrisia, cinismo, os valores se perderam, relações e casamentos de fachada, só para aparência para não estarem sozinhas, pessoas já não sabem o que é o amor próprio, o respeito, a educação, já não sabem, preferem o mal e apoiar o mal, do que praticar o bem, preferem fazer mal do que fazer bem.
A sociedade prefere a mentira maldosa, porque a verdade é insuportável de se aceitar, a verdade dói como o inferno e o purgatório.
A verdade passa a ser mentira.
E a mentira passa a ser verdade.
Por isso Vivemos numa sociedade mentirosa, de ilusões, estragada, podre, doente, maldosa sem valores hipocrita, cínica e suja. O covid serviu para uma coisa, revelar o que as pessoas são na realidade,
Pessoas boas serão sempre pessoas boas
Pessoas más, diabólicos e maquiavélica, manipuladoras serão sempre pessoas más.
Não é o mundo que é uma MRD, São as pessoas. Mas felizmente ainda a gente boa neste mundo.
Para o mal não prevalecer o lado do bem tem que lutar contra o mal.
Vivemos escondendo nossos pecados da luz do dia. Juramos trabalhar de acordo com a lei, mas odiamos assistir uma luta com regras. Somos andarilhos na escuridão.
Como é possível deixar para trás algo tão maravilhoso e mágico que vivemos juntos? É como tentar apagar as cores de um pôr do sol ou silenciar a melodia de uma canção que marcou a alma. Cada momento, cada sorriso, cada olhar permanece gravado, como se o tempo tivesse parado para eternizar o que fomos. Talvez deixar para trás não signifique esquecer, mas aprender a guardar tudo isso em um lugar especial dentro de nós, onde possamos sempre voltar para lembrar que o que vivemos foi real, único e inesquecível.❤️
E se for hoje
Vivemos em dias tão conturbados, apressados com nossas próprias vidas e com tantas prioridades, que nem deviam ser prioridades. Que muitas vezes esquecemos que se hoje fosse.
Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de acordar ao som do sol nascente, com o aroma de café fresco e o som suave da música que me faz lembrar de momentos felizes.
Eu gostaria de passar o dia com as pessoas que mais amo, compartilhando histórias, risos e lágrimas. Quero abraçar meu ente querido e sentir o calor de seu corpo, o cheiro de sua pele e o som de sua voz.
Eu gostaria de fazer as coisas que sempre quis fazer, mas nunca tive tempo. Quero caminhar pela praia ao pôr do sol, sentir a areia entre os meus pés e o vento no meu cabelo. Quero ouvir o som das ondas e sentir a paz que elas me trazem.
Eu gostaria de dizer adeus às pessoas que me importam, de agradecer por tudo o que elas fizeram por mim e de pedir desculpas por tudo o que eu não fiz. Quero deixar um legado de amor, de risos e de memórias felizes.
Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de viver cada momento com intensidade, com paixão e com gratidão. Quero sentir o gosto da vida, o aroma da liberdade e o som da felicidade.
E quando o sol se pusesse, eu gostaria de fechar os meus olhos e saber que vivi cada momento com amor, com propósito e com significado. Quero saber que deixei um pedaço de mim mesmo no coração das pessoas que eu amo.
Adeus, mundo. Adeus, vida. Adeus, amor.
Vivemos em um tempo de imensa conexão, de profundas distâncias. As tecnologias nos aproximam fisicamente, mas, muitas vezes, nos afastam emocionalmente. Olhamos para telas com frequência, mas nem sempre enxergamos o outro com empatia e atenção.
O ritmo acelerado do mundo moderno nos empurra a correr atrás de resultados, mas poucas vezes nos convida a parar e refletir sobre o que realmente importa. Estamos cercados de informações, mas a verdadeira sabedoria parece cada vez mais rara aquela que vem do silêncio, da escuta e da compaixão.
Ainda assim, o mundo de hoje também é um convite: um chamado para sermos luz em meio ao caos, para cultivarmos a gentileza onde reina a indiferença, e para lembrarmos que o amor, o respeito e a esperança nunca saem de moda.
Talvez o maior desafio do nosso tempo seja esse: permanecer humano, sensível e presente, mesmo quando tudo ao redor nos empurra para a distração e o individualismo. E, se cada um fizer sua parte, o hoje ainda pode ser o começo de um amanhã melhor.
A nostalgia é cruel porque não buscamos apenas o passado, mas o que éramos quando o vivemos. Tentamos reviver sentimentos, mas nunca é igual, pois mudamos. O maior luto não é pelo tempo que passou, mas pela forma como deixamos de sentir.
No mundo onde vivemos a inveja, a competição e o desamor imperam. Difícil encontrar pessoas leais quando estamos ausentes.
Vivemos um tempo de interesses, de utilidades,
Um tempo com certeza triste, vazio e egoísta...
Um tempo em que existem várias verdades,
Questão individual, questão de ponto de vista...
Quando temos temor e zelo, e vivemos em santidade com Deus, nós desfrutaremos de uma vida próspera, saudável e honrada e tudo que fizermos será bem-aventurado.
Se fosse possível voltar onde nunca fomos
Se fosse possível esquecer do que nunca vivemos
Talvez conseguíssemos ser apenas um, em apenas um mundo.
