Viva a Vida como se Fosse a Ultima

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"Quem busca apenas o cifrão morre pobre de propósito. Quem busca o valor, como Isaque Ramon, descobre que o trilhão é apenas uma consequência natural de uma mente que serve com excelência."

"O topo da montanha só é sustentável para quem não esqueceu como se caminha no vale. A humildade de Isaque Ramon é o que torna o poder uma ferramenta de construção, e não um pedestal de isolamento."

"O sucesso sem caráter é como um castelo de areia: brilha no sol, mas desmorona na primeira onda da verdade."

"É cruel rotular um batalhador como corrupto só por ele querer o topo. O verdadeiro vilão não é quem quer criar riqueza, mas quem quer roubar a dignidade de quem está lutando."

"Praticar a bondade é como acender uma lanterna em um caminho escuro: ela ilumina quem recebe, mas guia primeiro quem a carrega."

Riqueza sem respeito é apenas número alto. Valor se mede por como se trata pessoas.

A forma como você trata quem sonha diz tudo sobre você.

Como recomeçar, apos achar que já tinha começado,
Como juntar os cacos se dessa vez se partiram em 1 milhão de pedaços.
Como esquecer algo tão belo,que nas noites mais escuras me dava força.
Nesse mundo cheio de mentiras, ser verdadeiro me causou mais uma derrota.
Pois sem teu brilho jamais encontrarei o caminho de casa, meu porto seguro.
Onde quer que eu vá, me seguro em suas lembranças, meu sorriso se foi, junto com a liberdade de viver e sonhar com dias belos ao seu lado.
Lado de quem tanto sonhei estar, e me sentir um pop star de em seu lado estar.

A Metamorfose dos Sonhos.


Rastejante,
Vista como uma praga,
Roedora de plantas.
Inseto sem crédito, Mal vista.
De repente, a lagarta entra no casulo.
A metamorfose acontece...
O milagre acontece!
Poucas semanas depois,
Sai do casulo uma linda borboleta.
Graciosa, sensível, delicada. Linda!
Quem imaginaria algo assim?
Ela acreditou nela própria. Você acredita em você?
Não desista dos seus sonhos!
Voa, borboleta, voa!


James Alessandre

"Vira homem", "Fale como homem", diz enquanto se gaba aquela pessoa menos máscula e mais covarde que eu posso ver junto dessa frase.

Deus é simbólico. Se Deus tivesse que ser uma pessoa como tanto ilustram, mas ele nunca foi visto fisicamente, então nenhum deus ou Deus existiria. Divindades são como a gente dá nome e forma para forças muito superiores a tudo que é físico.

Aos poucos o mundo aprendeu que é melhor ser visto como louco que ser visto como mentiroso.

As doutrinas de uma religião,é como peneirar gelo em uma chuva de granisio...ou você se protege ou leva uma pedrada na cara''

Estar nas trevas não é ficar do lado do mal como dizem por aí "

A carência, quando governa a alma, lê pequenas gentilezas como promessas que ninguém fez.

Filho das águas


Sou filho dessas águas
Que recortam a planície como teias,
Caminhos que andam
Como o sangue que corre nas veias.


Meu destino está entregue
À marcha desses cursos fluviais
Que passam quebrando barrancos
Com forças descomunais.


Eu sou um caboclo ribeirinho,
Mas diante dessas águas
Eu me sinto tão pequenininho.


Nem o Nilo consegue te superar.
Por isso eu me pergunto,
Quem poderá te controlar?


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

À VISTA DO AMOR


Teu sorriso é como a luz que irradia;
Os teus olhos penetram no meu ser;
Tua voz doce e pele macia
Agraciam o meu viver.
Você é o sentido que me faltava.
Teu corpo me dá prazer.
Inteligência inigualável.
Um conjunto de puro poder.
Faço de você a inspiração
O meu sentido de existir
Mistérios sinto em suas mãos
Quando me toca e sorri.
Enigmático é o seu pensar.
Confundo-me no seu querer
O jeito estranho de me amar
Que não deixa transparecer.
Coração mole e de amor,
Esconde-se entre as muralhas.
Não mostra a sua dor,
Pois se preocupa com as falhas.
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Desejo você com fervor,
Luto por nosso futuro,
E as dificuldades de hoje
Serão frutos de um amor seguro.

MONÓLOGOS DE UM MISERÁVEL




Cap. IV: Como São Chamados: Monstro ou Deus?


Todo ser humano carrega um monstro dentro de si.


Um monstro invisível aos olhos alheios, mas dolorosamente perceptível às emoções de quem o abriga. Nenhum instrumento é capaz de detectá-lo. Ele habita os recantos mais obscuros da alma, nutrindo os desejos mais vis e orientando as ações mais destrutivas.


Chamam-no de “deus”, mas esse deus não cria mundos, não concede vida, não oferece consolo. Apenas consome. Apenas destrói. Reina soberano sobre o caos interior de cada indivíduo.


Esse monstro manifesta-se por meio de conflitos, ódios, exclusões, cobiças, luxúrias, ciúmes, invejas e desprezos.
Não pede licença. Impõe-se.


E, em troca, oferece algo: a promessa de auxiliar-nos na realização de nossas ambições desde que entreguemos a consciência em sacrifício.


A inveja, por exemplo, não se limita a corroer; ela propõe um pacto. Sugere o caminho mais curto para a ruína daquele que mais se destaca.


A “deusa inveja” apodera-se do coração humano e o converte em predador.
Nada permanece fora de alcance: matar, trair, manipular, sacrificar os próprios aliados; tudo em nome da autopreservação, tudo em nome de si mesmo.


O ser humano criou deuses, fetiches, sistemas de crença, na tentativa de dominar a si próprio — e fracassou.


Agora, essas entidades imaginárias conduzem a sua ruína.


Todos querem parecer heróis. Todos querem ser vistos.


Mas ninguém admite agir movido pela vaidade. O elogio é uma droga que inflama o ego; a vergonha, uma coleira que aprisiona a vontade. Ambos são grilhões.
No início, todos tentam resistir ao monstro que os habita. Logo, porém, percebem que esse monstro constitui a própria essência. E rendem-se. A emoção prevalece. A razão cede. Resta, então, a obstinação cega — destrutiva.


Não se deve mudar ninguém. Cada ser escolhe o que é: ou o que merece ser.


Assim, o monstro nasce da escolha livre daquilo que se decide ser.


O ser humano é um resíduo. Uma aberração ambulante. A sua existência é uma sentença: uma enfermidade. E, por isso, está condenado ao sofrimento. Nada o salvará: nenhum deus, nenhum amor, nenhuma sociedade.


O mesmo miserável que se viu ameaçado pelos seus semelhantes criou a polícia para se proteger. E a polícia — essa encarnação da lei — tornou-se, hoje, um dos seus mais cruéis inimigos. Finge proteger enquanto reprime. Finge servir enquanto saqueia.


O mesmo desgraçado elegeu um governo para guiá-lo e protegê-lo. E agora rasteja sob o peso daquilo que criou. O poder que ergueu o esmaga. O monstro que alimentou o devora.


E agora ele vive...


Reclamando;
Mendigando dignidade;
Carregando uma existência miserável, hostil e inútil.


O ser humano é incapaz de aprender com o próprio erro.


Repete, repete e repete — como um tolo fascinado pelo próprio fim, governado pelos monstros (ou deuses) que ele mesmo engendrou.

A injustiça mancha a reputação do injusto, como o pôr do sol tinge o horizonte.

A ideia de que os animais não devem ser tratados como escravos funda-se na convicção de que são seres sencientes, e não bens ou instrumentos à disposição humana, devendo receber respeito e salvaguarda. Essa posição ética sustenta que sua utilização para trabalho, alimentação ou lazer constitui abuso, colocando em xeque o direito humano de dominá-los. Não concordo de forma alguma com tal prática!