Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Poema:
Teu sorriso não chega,
ele acontece.
Como um amanhecer calmo
que invade sem pedir licença
e muda tudo de lugar.
Há uma luz no teu rosto
que não vem de fora,
vem de dentro…
como se teu coração
soubesse exatamente
como iluminar o mundo.
Teus olhos guardam um segredo bonito,
daqueles que a gente não entende,
mas sente e quando sente,
já não quer mais esquecer.
Teu cabelo cai leve,
como se o tempo tivesse aprendido
a ser gentil só pra te tocar.
E esse vermelho…
não é só uma cor
é presença,
é intensidade,
é o tipo de detalhe
que faz qualquer instante
parecer inesquecível.
Mas o que mais me prende
não é o que eu vejo
é o que você desperta.
Porque tem gente que é bonita…
e tem você,
que transforma o simples ato de olhar
em um motivo
pra ficar.
Teu sorriso me encontra
antes mesmo de eu te procurar,
como se soubesse o caminho exato
até o meu coração.
Nos teus olhos mora uma calma
que o mundo inteiro não me deu,
e, sem dizer uma palavra,
você já me fez sentir… lar.
Se existir destino, eu entendo agora:
não é sobre onde a gente vai
é sobre quem faz tudo
valer a pena ficar.
Teu coração leve… e eu dentro dele,
como quem encontra abrigo sem pedir.
Sou magro, disseste,
mas é porque carrego só o essencial:
te amar sem peso, sem medida, sem fim.
Teu coração está livre,
e ainda assim me escolheu…
Não precisei de correntes, promessas ou medo;
foi no silêncio dos olhares
que te prendi com cuidado,
não em ferro, mas em sentimento.
Se amar fosse prisão,
eu jamais te queria…
Mas amar é voo,
e mesmo com o céu inteiro,
você decidiu pousar em mim.
Agradeço por me aceitar como amigo, prometo corresponder com respeito e carinho esta confiança, quando enviar ou curtir uma postagem sua podes ter certeza que será com o coração e verdadeiro.
**Cinco dias.
E bastou isso para que tua presença tocasse algo em mim,
como um vento leve que muda o rumo sem fazer alarde.
Depois veio o silêncio —
um silêncio que pesa,
mas que também guarda o que foi verdadeiro.
Mesmo assim, teu “bom dia” ainda aparece na minha memória
como um sol calmo, desses que aquecem devagar
e deixam marca.
Eu te vi, linda,
de um jeito simples e inevitável.
Não tentei te prender —
quem tem asas merece espaço.
Te ofereci minhas palavras mais sinceras
e deixei que o destino seguisse o próprio caminho.
Hoje, com a alma mais tranquila,
entendo o tamanho da mudança:
você despertou algo em mim,
me fez olhar para quem eu sou
e para quem posso me tornar.
Sinto tua falta
com uma delicadeza que não sei explicar,
mas guardo, com carinho,
os cinco dias que ficaram para sempre
gravados no meu coração.**
“Anjos, asas de ilusão, um sonho audaz.”
Ser assim: brilhar como um farol, luz na escuridão.
Ouvir as músicas que lhe convierem, ser eclético.
Gostar de ir por onde ninguém foi.
Querer viver — viver mais e mais — e não fingir, não esconder no olhar, mas se permitir ser feliz, aqui ou em qualquer outro lugar.
Não! Não vou mudar a minha maneira de ser, pois é isso que me dá vida.
Viver é ter o mundo real na cabeça e os pés firmes no chão; e, ainda assim, nos é permitido sonhar e projetar coisas. É somente assim que transformamos realidades e preenchemos o inexplicável vazio da alma e do coração.
Cante uma canção.
Dance.
Faça a vida entender que você está feliz por estar aqui.
Os sentimentos — ah, os sentimentos! — são eles que fazem toda a diferença. São responsáveis pela criação de tudo o que vivemos… ou deixamos de viver.
O pensamento é a energia que dá forma ao que desejamos materializar.
Passamos a existência pedindo mudanças,
como quem conversa com o invisível,
e nem percebemos que elas já acontecem no ritmo próprio do universo,
discretas, quase imperceptíveis.
Quando o que desejamos finalmente se aproxima,
o mundo nos devolve a pergunta essencial:
estamos preparados para aquilo que dizíamos querer?
Pois o sonho, quando não encontra espaço em nós,
passa como uma brisa que não sabemos segurar.
Assim, aprendemos que preparar-se é tão vital quanto desejar.
O que chega até nós só se torna nosso
quando encontramos um lugar interno para acolhê-lo.
A mudança não é um evento distante —
é um processo contínuo, já em curso,
uma corrente da qual fazemos parte.
Somos fragmentos do mesmo princípio criador,
onde o pensamento se torna semente
e o desejo, possibilidade.
O Olhar Que Esperamos
O olhar que esperamos,
chega, mesmo que tarde,
como um segredo não dito,
como o vento que nos toca
sem pedir licença.
Quantas memórias,
o tempo roubou de nós,
sem que sequer soubéssemos?
O tempo, esse amante implacável,
caminha sem piedade,
nos arrasta,
mesmo quando resistimos.
E nos encontramos, então,
diante de anos perdidos,
diante de sonhos
que se afastam,
como estrelas fugidias
em um céu distante.
Como encontrar coragem para seguir,
quando o desejo é de ficar,
quando a alma implora por descanso
nas margens do que é seguro?
Oh, como se faz isso,
quando tudo parece tão distante,
quando a esperança se dissolve
no horizonte da incerteza?
O futuro não pertence a mais ninguém,
ele é nosso —
mesmo que o mundo tente nos convencer do contrário.
Você, que se sente esquecido,
é mais importante do que imagina.
A cada passo,
deixamos rastros invisíveis,
como marcas no vento,
tocando corações,
permanecendo
em silêncio, mas eternos.
Nos olhos guardamos memórias,
não escritas, mas profundas,
como ecos de um tempo que não se apaga.
E quando a dor tentar nos silenciar,
é nesse instante que devemos levantar,
seguir,
pois o futuro é nosso —
e ninguém, nunca,
poderá roubá-lo.
Lembre-se, sempre:
nada, nem ninguém,
pode silenciar a voz da sua alma.
Você é importante.
Faça-se ouvir.
É assustador como as mídias dominam as mentes de todos nós, não é? Elas nos moldam, nos controlam, e muitos mal percebem o impacto disso. Mas, em muitos casos, talvez isso aconteça por uma razão. Se as mentes, que hoje estão parcialmente adormecidas, realmente despertassem para a verdade do que está acontecendo, o que seria de nós? A realidade que nos cerca é tão dura e complexa que, se todos a enxergassem claramente, o próprio equilíbrio da sociedade poderia entrar em colapso. Talvez seja justamente por isso que tantos permanecem alheios à verdade: para que possamos continuar, de alguma forma, sem nos perdermos de vez.
Mesmo com o tempo, o teu “bom dia” persiste na minha memória,
como um sol suave que nasce devagar,
aquecendo o coração e deixando uma marca
que, silenciosa, permanece em mim
Eu te vi, linda, de uma maneira que parecia ser a única possível, como se o destino tivesse sussurrado, tão suavemente, para que nossos caminhos se cruzassem. Não tentei te prender, porque sabia que a tua essência é feita de liberdade, de sonhos que voam mais alto do que as palavras podem alcançar.
O teu olhar, tão sereno, tão cheio de mistérios, me disse mais do que qualquer gesto ou promessa. Era como se, naquele momento, eu tivesse tocado algo eterno, algo que não se prende, algo que simplesmente é. Não te pedi para ficar, porque, ao ver-te tão livre, compreendi que o amor verdadeiro não prende, mas liberta.
E assim, me deixei levar pela beleza do teu ser, sabendo que o amor mais puro é aquele que respeita as asas de quem amamos, deixando-o ir, mas com a esperança de que, um dia, seus caminhos voltem a se encontrar com os nossos.
O mundo nos observa pelo que fazemos, pelo que dizemos e pela forma como nos apresentamos. Que as suas atitudes sejam reflexo da consciência que você está desenvolvendo.
No simples do existir, o amor acontece — sereno, inteiro, como se o universo coubesse em dois corações.
Não se prenda a definições.
Perceba a existência como uma energia que se expressa no universo por meio de leis naturais.
A compreensão nasce daquilo que se observa, se sente e se vivencia.
É na experiência direta que o sentido se revela, além de conceitos prontos.
A espiritualidade está nesse encontro silencioso com o que é —
simples, presente e em constante movimento.
"Acredito que tudo é vibração. Assim como a ciência entende a energia, eu busco alinhar minha consciência com a energia do universo para gerar equilíbrio e saúde. Para mim, o divino não é um juiz mitológico, mas a própria essência que mantém a vida funcionando."
O Encanto Que Fica
Há mulheres que chegam em silêncio,
como quem toca a luz sem perceber,
e de repente tudo ao redor
aprende um novo jeito de florescer.
Não precisam de pressa nem de ruído,
carregam no olhar um mistério sutil,
que prende devagar, sem correntes,
e envolve o coração com um fio gentil.
Um sorriso delas desarma certezas,
um olhar faz o tempo hesitar,
e o mundo, antes tão distante,
passa a querer se aproximar.
São como a noite que chama a lua,
como o vento que busca o mar,
há algo nelas que não se explica,
só se sente… e deixa ficar.
E quando um encontro acontece assim,
sem defesa, sem previsão,
o que era apenas caminho comum
vira destino dentro do coração.
O destino inscreve sigilos indecifráveis nos livros como cristais líquidos refletindo círculos. A íris exibia caminhos inacessíveis e eu desbravava as florestas com minhas mãos a encontrar o lugar da imensidão. O outono compôs sombras sobre os morros longínquos onde construí minha casa, que era uma morada íngreme e solitária. E não havia tempo, já que o cosmos envolve os olhos e os relógios dormem no colo dos séculos. Eu buscava meu propósito humano longe dos centros urbanos e o sol nascia sempre na mesma hora em que os olhos insones acordam. O fogo oculto dos montes movia os minutos em horizontes sonoros a cobrir o rosto do mundo. No cair da tarde esmaecida de tons tons laranjados, o crepúsculo flutuava sobre campos mudos e o vulto obscuro submergia no azul escuro profundo. Eu buscava mensageiros de mim em minhas retinas sem fim e o mais era um silêncio sossego de açucenas. As nuvens turvas conduziam o curso dos rios e as margens murmuravam o tempo que passa. O aroma violeta dos milênios repousava na dourada voz do universo. Eu tocava em uma flauta doce cantigas infantis que eu trazia na memória e a sonoridade se demorava nos campos de girassóis que deliravam de amarelo suas flores solares. A claridade das eras percorria corredores invisíveis na temperatura vermelha da saudade que já não existia, pois eu vivia o tempo atemporal e a vida se dividia em manhã, tarde e noite. Tudo com uma simplicidade absurda e eu não esperava mais nada do mundo a não ser a própria vida e o corpo que a sustenta. O aroma circular das constelações atravessava o silêncio do destino e eu seguia o desatino de sorver os dias no espaço tempo esquecido.
Como pode a beleza da alma emanar raios energéticos capazes a dar a volta ao mundo e levar a paz e o conforto onde quer que se torne necessário.
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