Viva a Realidade
O cenário atual do futebol brasileiro muitas vezes revela uma realidade dissonante em relação ao sonho dos jovens atletas. Treinos engessados, que vão desde a iniciação até as categorias profissionais, moldam os jogadores em formatos rígidos e previsíveis, limitando a criatividade e a expressão individual no campo. O desejo de ver inovação e talento autêntico frequentemente esbarra nas barreiras de metodologias antiquadas, que priorizam a conformidade sobre a originalidade.
Peneiras e avaliações, em vez de servirem como ferramentas para realmente identificar e nutrir o potencial dos jogadores, frequentemente se tornam meras formalidades para satisfazer a sociedade, dando a impressão de que o processo de seleção na agremiação é aberto e democrático. Essas avaliações frequentemente negligenciam os times de transição, que não são devidamente observados pela comissão técnica, pois os clubes já têm seus elencos completos e blindados. Dessa forma, a importância da adaptação e da progressão gradual no desenvolvimento do atleta é ignorada.
O sonho de se tornar jogador profissional, uma aspiração cultivada desde a infância, frequentemente se dissolve em um mercado onde a formação de jogadores é secundária. A prática em campo perde relevância em relação ao extracampo, onde empresários e estratégias de marketing muitas vezes determinam o destino dos atletas. Nesse cenário, o talento genuíno é frequentemente ofuscado pela influência e pelo poder financeiro, evidenciando uma realidade em que a paixão pelo jogo é relegada a um papel secundário.
Assim, o futebol, que deveria ser um terreno fértil para a expressão e o crescimento pessoal, muitas vezes se transforma em uma arena de interesses e estratégias empresariais, sacrificando a verdadeira essência do esporte em prol de agendas externas. O sonho do jovem jogador frequentemente se confronta com uma estrutura que valoriza mais o espetáculo e o lucro do que o desenvolvimento genuíno e a criatividade no jogo.
A realidade é que o ser humano não sabe viver.
A vida é volátil e nós, sem calibrar a balança, privilegiamos os bens materiais, descurando as pessoas e os relacionamentos afetivos.
Nada nos resta, o dinheiro será gasto, os bens móveis acabam por se deteriorar e os imóveis vão andar de mão em mão, a única coisa que irá subsistir são as lembranças, os momentos partilhados e para sempre guardados na memória daqueles que conosco os vivenciaram.
A real sucessão é aquela que provém da saudade, a única capaz de nos manter entre os "vivos", especialmente após a nossa partida.
21/05/2024
*O ARBITRIO E A NOÇÃO DOS SENTIDOS*
*"A cegueira humana sobre a realidade atual é decorrente da pouca importância que ela dá aos sentidos.* *Essa cegueira é como uma culpa recorrente dos resultado dos erros; e ela acende quando a percepção tardia "sente" o mal acontecido ou acontecendo.* *Se a humanidade conhecesse de fato o poder dos sentidos e os explorasse com apreço e respeito, esse mal diuturno, que afasta a plenitude do gozo dos sentidos, seria abolido.* *Paradoxalmente, não são os desejos nem as paixões doidivanas na exploração dos sentidos que tornam a humanidade refém do mal, senão o desconhecimento dessa regência. **O mal de que falo, portanto, e que nos aflige - qualquer mal - é apenas a absurda consequência da pessima regência e exploração dos sentidos.*
*Talvez, o primeiro passo a sanidade, o degrau para conhece-los e controlá-los, seja aceitar e ver a grandiosidade perigosa do maior de todos os poderes que comandam os sentidos: o arbítrio.*
*Na medida em que a humanidade mergulhar na consciência do exercício equilibrado do poder do arbítrio, todos os sentidos serão avaliados; e as consequências e repercussões da exploração dos sentidos serão antecipadamente percebidas; e por corolário os sentidos não serão mais sub-utilizados nem hipervalorizados no excesso; nem se culparão os desejos.* *Daí, o que dantes levava a humanidade a deriva, terá fim.*
*O conhecimento sobre os limites do arbítrio, portanto, traz a noção plena dos sentidos; e a noção, como espécie de introspecção que é, afetará todas as determinações da mente, impedindo que o mal, qualquer mal, opere ou se estabeleça. Isso, decerto trará o fim de toda nossa arrogância, e acabará com o mal da estupidez.* (Victor Antunes)
Se você não enxerga além da beleza superficial, não consegue encarar a realidade e as verdades da vida que se escondem por trás das aparências.
Frequentemente nos iludimos com eventos que são apenas fragmentos de uma falsa realidade, os quais não têm evidência nenhuma de veracidade.
"Encarar a realidade pode ser desafiador, pois frequentemente nos envolvemos em ilusões que nos protegem das difíceis verdades da vida. Quando paramos de mentir para nós mesmos e o espelho da verdade revela sua imagem sem adornos, somos forçados a ver a vida sem idealizações. Este confronto exige coragem para ajustar expectativas e aceitar o que realmente está à nossa frente. Ao enfrentar a realidade com honestidade, encontramos clareza e uma compreensão mais profunda."
Entre a Teoria e a Realidade
Teoria é um conjunto de ideias que em sua maioria não existe uma comprovação cientifica, baseado em supostos testes aplicados em um grupo ínfimo de pessoas. Tais ideias vem sendo dissimulados nos dias atuais pelos Coachings e Mentores aos quais sua grande maioria os mesmos tem em sua formação a Psicologia.
Realidade é um conjunto de corpos físicos, cujo os mesmos estão voltados a situações reais, isto é o que realmente existe, palpável, mensurável resultantes da aplicabilidade de suas ações.
Portanto não se iluda com todas as teorias, algumas fazem sentido outras apenas uma apresentação bonita.
Meus sonhos se confundem com a realidade,
Te encontro em cada canto, em cada sussurro do vento.
Mas o despertar cruel me joga de volta à solidão,
E a dor da saudade me dilacera o coração.
A REALIDADE COMO IMPERATIVO CATEGÓRICO
Com o presente texto tento refletir alguns aspectos da realidade como ela é no mundo de hoje – e sempre foi em todos os tempos da existência humana -, enfocando a sua intensidade do tudo ou nada entre o bem e o mal, sem meio termo de escolha, quando o seu imperativo categórico de princípios e regras nos regula e nos obriga obedecê-lo em detrimento de nossa sobrevivência.
Por ser a realidade do mundo de hoje complexa e multifacetada, marcada pelos avanços tecnológicos, pelos desafios ambientais, pelas mudanças sociais e políticas e outros fenômenos do dia a dia da nossa vida, parecem-nos que parcelas de fragilidade de nossa essência, como a liberdade, a independência e outros aspectos inerentes à existência do ser humano, podem estar comprometidas. Por outro lado, é possível ver que essas mudanças rápidas e constantes ganham novas formas de ser e existir, como é o caso da tecnologia, que nos conecta e nos faz sentir mais de maneira incrível agora. Pode ser que estejamos perdendo parte inerente da condição humana, como a conexão com a natureza, a simplicidade da vida cotidiana, ou algo mais devido as mudanças de uma evolução tecnológica. Essa evolução implica estamos constantemente nos adaptando e encontrando novas maneiras de viver e interagir com o mundo em que vivemos. Talvez, ao invés de perdermos algo, estamos simplesmente transformando e redefinindo o que significa ser humano em um contexto moderno.
No entanto, enquanto vários sinais dessa realidade global nos mostram aspectos positivos de novas oportunidades de desenvolvimento e crescimento sociais e econômicos com a possibilidade de nos proporcionarem sustentação de progresso, outros sinalizam ameaças e desafios significativos quanto a uma condição sustentável de melhoria na qualidade de vida, como as crises que impactam negativamente as áreas de alimentação, saúde, educação e meio ambiente, que requerem a necessidade de ações urgentes e coordenadas por parte de todos que vivem sobre a Terra a fim de superarmos esses obstáculos e garantirmos sustentação significativa para nós e o planeta no futuro próximo.
Outra questão é a sobrevivência humana que envolve várias dimensões, desde as necessidades básicas (alimentação, água, abrigo etc.), segurança (proteção contra morte, agressões, assaltos e outras violências físicas), estabilidade financeira e um ambiente seguro de garantia à sobrevivência), educação (uma nova forma de pensar frente os problemas, dificuldades e adversidades sociais, econômicos e políticos), sustentabilidade, até questões éticas nos meios públicos e privados. Esses elementos são interdependentes e essenciais para garantir a sobrevivência humana em um mundo cada vez mais complexo e desafiador.
Como vimos, a realidade é feita de muitas competições, disputas, confrontos no dia a dia mediante oportunidades sem meio termo na escolha. É o tudo ou nada, o oito ou oitenta. Essa intensidade intempestiva de combates pode ser exaustiva, mas também é o que torna a vida tão vibrante e cheia de possibilidades para decisões que podem mudar o curso da nossa vida em um piscar de olhos.
Eu queria acreditar que o sentimento mútuo.
Mas a realidade bate em minha porta, e mostra que talvez eu não signifique nada para você, apenas mais uma pessoa que conheceu.
Não imagina, o quanto desejo um futuro ao seu lado.
Só se apenas eu quero isso, prometo não te incomodar.
Porque tudo o que nós acreditamos cria nossa realidade física. O Deus que criamos para nós (em nossa subjetividade) vai responder nossas orações conforme a grandeza que projetamos dele
VERDADE versus REALIDADE
1. Toda Verdade é Absoluta!
1.1. A Vida (Krishna, Tao ou Cristo) é uma Verdade!
1.2. A Vida é Absoluta!
2. Toda Realidade é Relativa!
2.1. A Pobreza é uma Realidade!
2.2. A Pobreza é Relativa!
O dinheiro
Na vida as pessoas
Acham que o dinheiro
Se compra tudo
Mas na realidade
Ele só compra
Os bens materiais
E eu me pego sonhando
Em um mundo em
Que o dinheiro Compra
A alegria, o amor
A fé, a saúde
E o respeito
Esse mundo seria incrível seria
Uma sensação única
Mas aí eu acordei
Em um mundo
Que não se compra
O que realmente precisamos
Por quê? Na realidade
O que realmente precisamos
A gente aprende e conquista
Porque no final
O que levamos para o caixão
É apenas o respeito e o Conhecimento
OS DESAFIOS DA REALIDADE CONTEMPORÂNEA
A realidade contemporânea pode ser descrita como um verdadeiro turbilhão de caos e desafios. Vivemos em um mundo onde guerras, tragédias, catástrofes climáticas, crimes cometidos por grupos terroristas, tráfico de drogas, violência, corrupção e disputas políticas e econômicas globais se entrelaçam, criando um cenário de instabilidade de difícil controle.
As guerras e conflitos armados continuam a devastar regiões inteiras, causando sofrimento humano incalculável e deslocando milhões de pessoas. Tragédias, como desastres naturais e acidentes, ocorrem com frequência, exacerbadas pelas mudanças climáticas que intensificam eventos extremos como furacões, inundações e incêndios florestais.
O crescimento desenfreado de crimes, especialmente aqueles ligados ao terrorismo e ao tráfico de drogas, adiciona uma camada de complexidade à segurança global. Esses crimes não apenas ameaçam vidas, mas também corroem a confiança nas instituições e no estado de direito.
A violência, tanto em nível local quanto internacional, alimenta um ciclo de medo e desconfiança, problema este de difícil combate, pois se alimenta da promiscuidade de muitos interesses dos grandes monopólios tecnológicos, econômicos e políticos que mantêm o controle mundial.
As disputas que ocorrem hoje entre os grupos potenciais tecnológicos, políticos e econômicos globais talvez sejam os que mais contribuem para a instabilidade do planeta Terra, hoje, quando a competição, a ganância entre eles por recursos, influência e poder podem levar a tensões internacionais e conflitos comerciais incontroláveis, afetando a economia global e a vida cotidiana das pessoas em todo o mundo.
A corrupção, por sua vez, mina a eficácia dos governos e a confiança pública. Quando líderes políticos e econômicos se envolvem em práticas corruptas, a governança se torna ineficaz e os recursos que poderiam ser usados para o bem público são desviados em benefícios fraudulentos pessoais. Isso cria um ambiente onde a desigualdade prospera e a justiça social é comprometida.
Concluindo, a realidade atual é um turbilhão de problemas interconectados que exigem uma abordagem multifacetada e colaborativa para serem resolvidos. Portanto, diante desse cenário, a busca por soluções globais se torna essencial. A cooperação internacional, o fortalecimento das instituições democráticas e a promoção de políticas sustentáveis são passos cruciais para enfrentar esses desafios. Além disso, a conscientização e o engajamento da sociedade civil são fundamentais para pressionar por mudanças e responsabilizar os líderes por suas ações. Somente através da união de esforços e da implementação de soluções inovadoras e justas poderemos navegar por esse caos e construir um futuro mais estável e próspero para todos.
