Virou uma estrelinha
Pare de olhar p/ o céu vivendo sonhos q se encontram nas estrelas, muitos deles morrem ali perto mesmo, na Lua!
A cada criança que morre, se apaga uma estrela no céu...Deus, não nos deixe na escuridão, Proteja nossas crianças.
descobri que as estrelas
viram pó
quando caem do céu,
e do pó
nascem flores
corações
outras estrelas
e turvam os olhos
da noite,
obliteram
todas as luzes
e do escuro
vem o silêncio
do mundo
e não me deixam ver
o fundo,
claro
do meu ser
posso abraçar
o mundo
contigo?
o nosso tempo
de espera
logo acaba
ainda
na primavera
quando fizer
madrugada
eu já sou
madrugada
o problema
é que na última vez que visitei os campos de prata deixei minhas estrelas
caírem nos teus cabelos e agora vivo pela luz de ti
Olhe para o céu vejas as estrelas brilhando o dia que alguma dela se apagar foi nosso amor que morreu
A lua é tão bela e se completa, junto com as estrelas e o céu, as pessoas acham normal porque virou algo normal, porém se parar pra pensar tudo é tão fenomenal.
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Se o barco virar, eu sigo nadando de costas, sempre de olho nas estrelas, o céu é só um degrau para alcançar o o limite....
O Tempo Sempre Vira
Hoje sou vento, ontem fui tempestade.
Já fui estrela no céu de alguém,
e também poeira esquecida no chão.
A vida gira como um relógio sem ponteiros,
ora me eleva, ora me joga ao vazio.
Mas se tem algo que nunca muda,
é quem eu sou quando ninguém está olhando.
Já me disseram o que eu devia fazer,
como sentir, quem esquecer.
Mas quem são eles para falar do amor,
se nem sabem cuidar do próprio coração?
Eu sigo em frente, mesmo com a dor,
porque sei que tudo passa.
O tempo afasta o que não é pra ficar
e fortalece o que vale a pena lutar.
E se o amor não me escolheu,
a vida ainda me escolhe todo dia.
Eu não me perco em quem não me quer,
pois me encontro em quem sou.
1968, o ano que não terminou
morreu um pensador
quando do céu caiu uma estrela;
morre um escritor
quando o Ai-5 causou tristeza;
morre um inventor
quando o mundo perdia sua grandeza;
morre um sonhador
o escritor Manuel Bandeira
* Homenagem ao escritor Manuel Bandeira falecido no ano de 1968, tal ano conhecido como " O ano que não terminou" pelos sucessivos acontecimentos que arrolou.
*CHUVA DE ESTRELAS**
Me escondo no céu estrelado
Me viro em chuva brilhante
Em mim um jardim encantado
multicoloridos amores...
Te olho com malícia sorrindo
Devaneio encantado feliz
No céu estrelas correndo
Me encanto, sou poeta aprendiz
Notas musicais entoam meu ser
Criando uma suave melodia
Sons do coração, chuva de mel
Banhando minha alma em poesia
No meu céu brilham flores
Reluzentes segredos
Incansável sonhar ...
Desprendendo desejos
Meu jardim sinuosas flores
Meu céu estrelas cadentes
Coração uma janela aberta
e um amor de olhos cintilantes ...
Na janela um novo horizonte
Sem fim
Como outro qualquer
E no céu
Que não é o da sua boca
Eu conto as estrelas
Que se apagaram
Desde a noite
Em que o nosso amor morreu
