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Violencia Domestica de Pais Contra Filhos

Cerca de 127711 frases e pensamentos: Violencia Domestica de Pais Contra Filhos

Eles querem acabar com a violência, mas a paz é contra a lei e a lei é contra paz

O bullyng é uma violência contra o direito de se diferente.

É preciso transformar a violência que está em nós. Antes de fazer grandes discursos contra a violência, é necessário aprender a transformá-la em si mesmo. Muitas vezes, são os nossos pensamentos que são violentos, nossos julgamentos. E é um longo caminho aprender a doçura.

A questão não é só a violência contra a mulher, é a impunidade!
Nildinha Freitas

Carrego sangue judeu em
minhas veias e repudio O
ódio contra meu povo
assim como a violência na
Palestina. Que nossa
história nos ensine a
respeitar vidas, valorizar
nossas raízes e combater
toda forma de intolerância.
--Nereu Alves

"Tentar medir uma vida humana é um ato de violência contra o sagrado."

A violência contra a mulher e o feminicídio
são a prova extrema da masculinidade atrofiada.
✍©️@MiriamDaCosta

Uma iniciativa eficaz para coibir a violência contra a mulher seria o Governo disponibilizar, a todas as interessadas, aulas gratuitas de defesa pessoal (como Jiu-Jitsu, Karatê ou Judô). Embora não garanta salvaguarda absoluta, a medida aumentaria significativamente as chances de defesa das vítimas diante da agressividade e covardia excessiva dos agressores.

⁠A Ferida Aberta da Hipocrisia sangra aos aplausos à Violência contra homens que seriam crucificados se não fossem as vítimas.


Há algo de profundamente perturbador quando a dor alheia deixa de ser critério e passa a ser conveniência.


A violência, que deveria causar repulsa instintiva, passa a ser tolerada — e até celebrada — dependendo de quem a sofre.


Não é mais sobre justiça, mas sobre preferência.


Não é mais sobre princípios, mas sobre narrativas.


A hipocrisia, nesse cenário, não se esconde: ela se exibe.


Aplaude com uma mão enquanto aponta com a outra.


Condena o ato em um contexto e o glorifica em outro, como se a moral fosse maleável o suficiente para caber nos interesses do momento.


E assim, o que deveria ser uma ferida a ser tratada transforma-se em espetáculo a ser consumido.


O mais inquietante é que esse aplauso não nasce do desconhecimento, mas da escolha deliberada de ignorar.


Sabemos — ou deveríamos saber — que inverter papéis não muda a essência do ato.


Se a violência é inaceitável, ela o é em qualquer direção.


Quer seja contra o Homem ou contra a Mulher.


Que não se confunda: denunciar a hipocrisia na forma como a violência é tratada não é, em hipótese alguma, relativizar sua gravidade — muito menos quando ela recai, historicamente, de forma brutal e recorrente sobre as mulheres.


A crítica aqui não suaviza a violência; ao contrário, exige coerência nua e crua na sua condenação.


Porque aquilo que é inaceitável não pode depender de quem sofre para ser reconhecido como tal.


Mas reconhecer isso exigiria uma coerência que poucos estão dispostos a sustentar.


Preferimos, então, o conforto da seletividade moral.


Julgar com rigor quando nos convém e relativizar quando nos favorece.


E nesse jogo, a vítima deixa de ser humana para se tornar argumento, e o agressor, muitas vezes, apenas um reflexo do aplauso que recebe.


No fim, a hipocrisia não apenas sangra — ela contamina.


E enquanto insistirmos em escolher lados ao invés de princípios, continuaremos assistindo, cúmplices, à normalização daquilo que um dia juramos combater.

"NÃO SOU CONTRA A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER! - Não especificamente, porque a violência em todas as suas formas me choca e revolta. Na verdade, sou contra qualquer tipo de violência contra qualquer pessoa, porque a violência pode até ser um recurso no entendimento de alguns, mas ela nunca será a resposta para ninguém"

Inserida por AndressaChaves

ANTÍDOTO CONTRA A VIOLÊNCIA
Guimarães Rosa, o revolucionário das palavras, dizia isto: "Se todo animal inspira ternura, o que houve, então, com os homens?" Nós nos gabamos de sermos diferentes dos animais, porque pensamos e porque sorrimos, duas coisas que os irracionais não conseguem fazer. Mas estamos perdendo a ternura coletiva, num processo de anodinia animalizante, bem ao contrário do que pregava o revolucionário de outras trincheiras, Che Guevara.
Violência atrai violência, é o que dizem psicólogos, sociólogos, educadores e outros estudiosos da alma humana. Sob a comoção da violência, no entanto, a resposta inicial costuma ser de endurecimento. Violenta. A mesma violência que deverá voltar, em círculo vicioso, como resposta. Isto é o que sabemos sobre os conflitos.
Mas o que fazer?
Guimarães Rosa também dizia outra coisa: "Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa". O recado é claro. Temos que reaprender. Principalmente as atitudes que nos despertem sentimentos opostos àqueles que compõem o vício da violência. A essência da existência humana está nas coisas mais singelas. É preciso aprender a ver essas coisas. E é preciso aprender a compreender os valores. Se eu não der passagem, a reação do outro de também não dar passagem tem como resultado um trânsito congestionado e mal-humorado. Se eu não respeito a fila, devo admitir que possivelmente outros também não a respeitem. Se eu me aproveito da fraqueza física de um colega de escola, posso estar abrindo a guarda para a violência física e outras formas mais cruéis da violência.
Alguém precisa começar a ceder. Alguém precisa começar a revolução da resistência contra a violência. Ronald Reagan, ex-presidente dos Estados Unidos, fez em outras circunstâncias duas perguntas: "Se não nós, quem? Se não agora, quando?"
Aristóteles dizia que felicidade é a associação da prosperidade com a virtude. Essas duas coisas se integram, porque o virtuoso se eleva para a prosperidade moral - que por sua vez induz quase compulsoriamente à felicidade material. Ao contrário, o medo mantém o homem na caverna - Platão já discorria sobre isso. O medo cria mitos. O medo cria idolatrias. O medo cria alienações. Uma abordagem da questão da convivência social, na ética, conduz necessariamente ao entendimento do outro. E o entendimento traz consigo o respeito.
O antídoto do medo é a gentileza. Em todas as suas formas sinonímicas: respeito, afeto, solidariedade. Ou na sua morfologia metafísica: o bem, o transcendente, o elevado, e (por que não?) o divino.
O educador deve propiciar aos seus aprendizes, não a doutrina, mas a consciência. A consciência do que é o bem, o bom e o belo. Até porque essa tríade, capaz de dotar o espírito e a mente humana do viço e da energia essenciais à edificação de ideais nobres, cria um círculo virtuoso fundamental à convivência social pacífica, ao desenvolvimento do caráter ético e ao fortalecimento de valores como honestidade, lealdade, respeito, civilidade, fraternidade, solidariedade e senso de justiça.
Os conceitos filosóficos descritos por Platão a respeito do belo, estão bem evidentes em dois textos (um em Fedro, outro em República). No primeiro, o filósofo nos diz: "(...) na beleza e no amor que ela suscita, o homem encontra o ponto de partida para a recordação ou a contemplação das substâncias ideais". Já em sua República, Platão compara o bem ao Sol, que dá aos objetos não apenas a possibilidade de serem vistos, como também a de serem gerados, de crescerem e de nutrir-se. O pensamento filosófico e a poesia não oferecem mapas ou guias para a felicidade. Muito melhor do que isso, apontam caminhos para que possamos ter o prazer de encontrá-la pelos nossos próprios esforços.
Cada um de nós tem, portanto, um bom combate para lutar, modernamente. E o desafio do educador é este: combater a violência com a gentileza. Talvez um pouco como Gandhi, na sua resistência passiva. Ou então como as formigas de uma colônia, cada uma fazendo a sua pequena parte para que a coletividade avance. E não é verdade que uma colônia de formigas desperta, pela sua organização e espírito de solidariedade, a ternura que nos falta?
Nesse caminho, é principalmente à escola que cabe ser o espaço da redenção. A escola é um local seguro, onde as pessoas convivem, a salvo de influências malévolas, e onde o refinamento do espírito é a proposta e o propósito. Na escola pode, e deve, imperar a ternura. Ali, naquele terreno fértil, pode crescer a planta de onde a civilização retira a essência do melhor antídoto contra a violência: a gentileza.


(Revista Profissão Mestre, edição de abril de 2007)

Inserida por fraseschalita

Choro o sanguê que se derrama nesta violência contra os homosexuais,
O sangue dos que ainda são cruscificados por motivos banais.

Inserida por Mulima1

A violência da sociedade contra o público infantil é de verás infantilizada.

Inserida por marcoscosta

O disfarce é uma violência necessária, que praticamos contra nós mesmos para conseguir viver em sociedade.

Inserida por eliashenrique

Contra a violência do sistema:
Amor, poesia e resistência!

Inserida por JotaW

sou contra violência mas hoje poderia dar umas pancadas de chuva.

Inserida por DiegoCarmone

"A maior luta do homem não é contra a guerra, violência, baixa qualidade da educação, falta de infraestrutura na saúde, descaso com o meio ambiente, injustiça, fome e desemprego. A sua verdadeira batalha é contra sua consciência. Todo e qualquer mau na sociedade se baseia no preconceito malicioso e na falta de empatia pelo próximo.
Ainda mais, quando vivemos em uma sociedade que se baseia moralmente em um livro no qual o seu protagonista ordenava "sua antiga nação a destruir toda e qualquer cultura diferente da sua", sendo que supostamente, ele mesmo permitiu a diversidade cultural."

Inserida por jeffguedes

A intolerância só se justifica na luta contra a corrupção, contra a violência, enfim, contra tudo que atenta contra a vida humana.

Inserida por EmOutrasPalavras

A violência contra os porcos. Fuzil, consciência e coletivo. Ou eles ou nós

Inserida por cauech

Sou contra a violência contra a mulher!
Não especificamente, porque a violência em todas as suas formas me choca e revolta. Na verdade, sou contra qualquer tipo de violência, contra qualquer pessoa, porque a violência pode até ser um diferencial de alguns, mas ela nunca será a resposta para ninguém. Vamos evitar e nos unir.

Inserida por livia_da_silva_mendes