Violencia Domestica de Pais Contra Filhos

Cerca de 128646 frases e pensamentos: Violencia Domestica de Pais Contra Filhos

Até Quando Vamos Suportar a Violência em Nosso País?...

Eis a questão?...

A coisa está tão grave, que ficamos com medo até de sair de casa, já notaram isso?...

Pois bem, aqui em Castelo, ES, também não é diferente! As últimas notícias não são muito animadoras: 1 - Alguém fora baleado na última Sexta-feira no Bairro Exposição; 2 - No Sábado, assaltaram na parte da manhã, a mão armada um despach...ante perto do Detran-ES, levando um cordão de ouro do mesmo; 3 - À tarde, assaltaram a mão armada o Supermercado do Juarez na Esplanada e o Bar do Amarelinho, tendo os bandidos enfrentado a Polícia Militar, efetuando vários disparos de arma de fogo, botando em perigo os comerciantes, funcionários, clientes e as pessoas que por ali passavam. E eu pergunto: "Até Quando Vamos Suportar a Violência em Nosso País?..."

Eis a questão?...

Se puderem me ajudar, aceito comentários e sugestões, pois, a coisa está grave e não podemos ficar aqui de braços cruzados, esperando que o pior aconteça.

Digamos todos não à violência!!! Lutemos pela paz e pela tranquilidade de todos nós brasileiros, que aqui nascemos e amamos a Nossa Pátria Querida!

Abraços fraternos.

Inserida por luizborgesdosreis

⁠Os pais devem garantir o bem-estar e o desenvolvimento dos filhos, proporcionando proteção, educação, cuidados e vacinação.

No entanto, é importante permitir que eles enfrentem desafios, como ralar o joelho, fracassar em provas e lidar com dificuldades emocionais, pois uma certa dose de frustração contribui para o amadurecimento humano.

⁠Existem vários homens querendo culpar alguém, principalmente nós enquanto filhos, pois, quantas vezes quisemos culpar os nossos pais por tudo aquilo que aconteceu em nossas vidas.

Inserida por wander_venerio

⁠Os pais têm a responsabilidade de educar seus filhos, sem ceder a chantagens ou ameaças, e essa autoridade deve ser exercida com convicção e baseada no pátrio poder.

O uso do "não" demarca a prerrogativa de estabelecer limites, os quais nem sempre precisam ser justificados para a criança.

Embora essas ações possam parecer injustas em algumas ocasiões e sejam passíveis de contestação durante a adolescência, nesse momento, pode-se afirmar que assumiram conscientemente o papel de ser pais atuantes, aceitando o risco de cometer erros, sem jamais serem negligentes ou ausentes.

Inserida por I004145959

⁠Nos casos de desobediência dos filhos, desafiando a autoridade dos pais, é necessário agir rapidamente e de forma enérgica, com broncas ou castigos; não se pode esperar por um momento mais calmo. Após o estresse passar, é possível buscar o diálogo e implementar mudanças e regras.

Inserida por I004145959

⁠Os pais muitas vezes projetam em seus filhos uma imagem idealizada de si mesmos, esperando que eles curem suas próprias frustrações.

Essa pressão pode levar a reações diversas nas crianças, às vezes resultando em distúrbios emocionais e uma sensação de abandono, decorrente da falta de uma relação genuína com os pais.

Os filhos podem se sentir sobrecarregados pelas expectativas parentais, perdendo a autonomia sobre seus próprios desejos.

Inserida por I004145959

⁠CARTA AOS NOSSOS ANCESTR(P)AIS

Pais,
Conversem com os seus filhos
Ouça-os
Eles gritam em silêncio
Consegues ouvir?

Pais,
Sejam presentes na vida dos seus filhos
Participem
Eles se anulam na multidão
Consegues perceber?

Pais,
Olhem mais para os seus filhos
Veja-os
Eles são luzes em meio à escuridão
Consegues enxergar?

Pais,
Não nos falaram sobre a vida adulta
Erramos, erramos feio
Erramos feio porque também erraram com vocês
Onde erramos?

Pais,
Esqueceram de nos falar o quanto doía voar
Voamos, choramos ao voar
E ao voar, doeu... só eu senti. Ninguém percebeu
Para onde voamos?

Pais,
Pecamos ao falar do nosso lar
Não sabíamos da imensidão do inferno que nos aguardava lá fora
Omitiram-nos essa informação
Por que não nos falaram?

Pais,
Não nos deixe morrer
Ainda somos jovens
Queremos viver
Até quando?

Pais,
Vocês deram o seu melhor
Perdoo-os para eu poder seguir
Vocês não têm culpa, nós também não temos culpa
De quem é a culpa?

Pais,
Um lugar de aconchego
Onde encontro a paz
Um lugar de amor, o meu cais
Cadê vocês, onde estás?

Pais.

Inserida por Robkenede

⁠A prontidão e disposição dos pais em cuidar e atender às necessidades de seus filhos superam cansaços e preguiças; no entanto, o contrário nem sempre é recíproco.

Inserida por I004145959

⁠Os pais tendem a ficar para trás enquanto os filhos crescem, traçando seus próprios caminhos, formando novos pares, criando novos lares e respirando novos ares.

Inserida por I004145959

⁠Os pais se veem perdidos tanto quanto seus filhos sobre os valores e rumos da vida pós-moderna, hesitando em orientar e proibir devido a dúvidas morais.

Inserida por I004145959

⁠Quem de qualquer modo concorre para os filhos, incide nos cuidados a eles necessários, na medida de suas possibilidades

Inserida por luizantdesouzasilva

⁠Filhos que desprezam os pais.

Filhos que desprezam os pais,
por causa de uma nova amizade,
vai levar um chute nas nádegas e
vai sentir a sua maldade.

Uma mãe ama seus filhos,
em qualquer situação, sejam os mesmos
viciados, traficantes ou ladrão.

Mas, o filho miserável,
não lhe tem consideração.
Despreza a mulher que tanto
lhe amou e nos momentos mais difíceis,
nunca lhe abandonou.

O vento espalha o lixo e ninguém consegue
juntar. Assim será a vida daqueles, que
aos seus pais vêm a humilhar.

Inserida por COMPOSITOR

Os deveres dos pais em relação aos filhos estão inscritos na consciência. Evidentemente as técnicas psicológicas e a metodologia da educação tornam-se fatores nobres para o êxito desse cometimento. Entretanto, o amor - que tem escasseado nos processos modernos da educação com lamentáveis resultados - possui os elementos essenciais para o feliz desiderato. No compromisso do amor estão evidentes o companheirismo, o diálogo franco, a solidariedade, a indulgência e a energia moral de que necessitam os filhos, no longo processo da aquisição dos valores éticos, espirituais, intelectuais e sociais.

Joanna de Ângelis
S.O.S. Família

A maior herança que os pais podem deixar para seus filhos é a educação.

⁠Na ordem natural das coisas,
são os pais que acordam os filhos..

Os filhos devem ser obedientes aos pais, a experiência de vida nos faz aproximar de Deus.

QUANDO O ESTADO VIRA A COSTAS PARA FILHOS COM PAIS INSANOS
Alinny de Mello


Agradeço a cada um de vocês por acompanharem esta anatomia das relações mais densas da nossa existência. Antes de encerrarmos esta sequência de reflexões, reitero o convite para que conheçam a minha página no Pinterest. É lá que mantenho o acervo dos meus e-books e organizo os tópicos que debatemos aqui. Não deixem de acompanhar as atualizações semanalmente para que possamos continuar jogando luz sobre as engrenagens ocultas do comportamento humano.
O conceito de liberdade, quando forjado no interior de um ambiente de destruição sistemática, difere substancialmente da definição idílica dos dicionários. Para mim e para os meus irmãos, ser livre não significou a ausência de cicatrizes, mas a conquista da autonomia sobre os nossos próprios destinos. Nós vencemos os pesadelos, domamos os traumas e estabelecemos uma distância profilática do epicentro do caos. Sobrevivemos ao que chamo, sem qualquer receio de exagero analítico, de um holocausto familiar. Contudo, a independência factual não nos concede imunidade diplomática contra a insanidade alheia; a libertação está consolidada, mas a necessidade de vigilância permanece intacta.
É profundamente doloroso constatar que, mesmo após termos reconstruído as nossas vidas longe daquele perímetro, a proximidade daquelas duas figuras ainda represente uma ameaça latente. A dor não vem mais do chicote ou do facão mecânico, mas da certeza racional de que a perversidade e a loucura deles são forças dinâmicas, perfeitamente capazes de articular novas conspirações sob qualquer pretexto, a qualquer momento. Nós conhecemos a engenharia daquela aliança neurótica; sabemos que o ódio que partilham entre si é frequentemente canalizado na tentativa de nos destruir.
Essa vulnerabilidade é amplificada pela falência gritante das instituições que deveriam oferecer salvaguarda jurídica. Quando decidimos acolher e cuidar da nossa mãe no período mais agudo de sua degradação mental, fomos confrontados com o ápice do perigo: ela empunhou uma faca na calada da madrugada, tentando desferir golpes contra um dos meus irmãos. Diante da ameaça de morte iminente e concreta, buscamos o Estado. A resposta que recebemos na delegacia de polícia foi o silêncio burocrático e a negligência institucional. O delegado recusou-se a registrar o boletim de ocorrência, negou-se a lavrar uma simples nota, demonstrando a total incapacidade das autoridades de decodificar a violência quando ela se apresenta sob o manto da senilidade ou do transtorno psíquico. Ficamos por nossa conta, como sempre estivemos na infância.
É nesse vácuo de proteção oficial que opera a inversão mais perversa da nossa história. Diante da cegueira social e da inércia estatal, os papéis são magicamente trocados pelo senso comum: os verdugos históricos são promovidos a vítimas indefesas, enquanto os filhos, que sangraram na infância e estenderam a mão na velhice, são carimbados como os vilões frios e ingratos. Ninguém na vizinhança, na delegacia ou nos círculos sociais distantes se dá ao trabalho de compreender o contexto estrutural do nosso calvário. Desconhecem o peso do sal na carne viva, as madrugadas de tremor involuntário e a tentativa de homicídio no útero. Julgam a nossa legítima defesa utilizando a régua hipócrita de uma moralidade que nunca precisou ser testada em um porão de torturas.
Deixar este relato registrado não é um ato de apego ao passado, mas um documento de autodefesa e um manifesto de sobrevivência. Nós saímos daquela trincheira por mérito próprio, arrancando a nossa sanidade das garras de um sistema doméstico feito para nos aniquilar. Estamos livres da tirania diária, mas permanecemos atentos às fronteiras do nosso sossego. Se o mundo prefere comprar a narrativa vitimista de quem nos agrediu, que compre; a nossa verdade não necessita do aval de burocratas ou de espectadores casuais para permanecer irrefutável.
Como lidar com a constatação de que as estruturas do Estado são frequentemente analfabetas para ler a mecânica do abuso familiar? Até que ponto o preço da nossa paz definitiva exige que aceitemos o papel de vilões no teatro da ignorância alheia?

Algumas virtudes dos filhos são baseadas em erros dos pais.

Inserida por DouglasVieira2012

Todos os pais desejam que seus filhos cresçam e se fortaleçam para enfrentar os problemas da vida. Mas aqueles que seguem o exemplo de Jesus Cristo, instruem seus filhos nos caminhos do Senhor e por eles intercedem, esses cumprirão, efetivamente, os seus mandatos da paternidade e maternidade responsável.

Inserida por JonatasdeLara

Hoje em dia muitos pais se esforçam para dar tudo aos seus filhos, mas esquecem de mostrar o caminho da vida para eles.

Inserida por PastorSamuelGermano