Violencia Domestica de Pais Contra Filhos
Até quando, Catilina, abusarás
da nossa paciência?
Por quanto tempo a tua loucura há de zombar de nós?
A que extremos se há de precipitar a tua desenfreada audácia?
Somos seres não libertos
“A esfera da consciência reduz-se na ação; por isso ninguém que aja pode aspirar ao universal, porque agir é agarrar-se às propriedades do ser em detrimento do ser, a uma forma de realidade em prejuízo da realidade. O grau da nossa emancipação mede-se pela quantidade das iniciativas de que nos libertamos, bem como pela nossa capacidade de converter em não-objeto todo o objeto. Mas nada significa falar de emancipação a propósito de uma humanidade apressada que se esqueceu de que não é possível reconquistar a vida nem gozá-la sem primeiro a ter abolido.
Respiramos demasiado depressa para sermos capazes de captar as coisas em si próprias ou de denunciar a sua fragilidade. O nosso ofegar postula-as e deforma-as, cria-as e desfigura-as, e amarra-nos a elas. Agito-me e portanto emito um mundo tão suspeito como a minha especulação, que o justifica, adoto o movimento que me transforma em gerador de ser, em artesão de ficções, ao mesmo tempo que a minha veia cosmogônica me faz esquecer que, arrastado pelo turbilhão dos atos, não passo de um acólito do tempo, de um agente de universos caducos.
Empanturrados de sensações e do seu corolário, o devir, somos seres não libertos, por inclinação e por princípio, condenados de eleição, presas da febre do visível, pesquisadores desses enigmas de superfície que estão à altura do nosso desânimo e da nossa trepidação.
Se queremos recuperar a nossa liberdade, devemos pousar o fardo da sensação, deixar de reagir ao mundo através dos sentidos, romper os nossos laços. Ora, toda a sensação é um laço, tanto o prazer como a dor, tanto a alegria como a tristeza. Só se liberta o espírito que, puro de toda a convivência com seres ou com objetos, se aplica à sua vacuidade.
Resistir à sua felicidade é coisa que a maioria consegue; a infelicidade, no entanto, é muito mais insidiosa. Já a provastes? Jamais vos sentires saciados, procurá-la-eis com avidez e de preferência nos lugares onde ela não se encontra, mas projetá-la-eis neles, porque, sem ela, tudo vos pareceria inútil e baço. Onde quer que a infelicidade se encontre, expulsa o mistério e torna-o luminoso. Sabor e chave das coisas, acidente e obsessão, capricho e necessidade, far-vos-á amar a aparência no que ela tem de mais poderoso, de mais duradouro e de mais verdadeiro, e amarrar-vos-á para sempre porque, ‘intensa’ por natureza, é, como toda a ‘intensidade’, servidão, sujeição. A alma indiferente e nula, a alma desentravada - como chegar a ela? E como conquistar a ausência, a liberdade da ausência? Tal liberdade jamais figurará entre os nossos costumes, tal como neles não figurará o ‘sonho do espírito infinito’”.
Depois de anos de fidelidade conjugal, de impulsos errantes reprimidos pelo bem da voda doméstica tranquila. Uma hora a fantasia a muito ensaiada em sua mente, se torna realidade.
A paixão é livre, não à quem possa doméstica-la e engaiolá-la. Deixar ir, por que é menos doloroso do que ficar esperando, ela sempre volta, mas não espere. Siga em frente.
Desejo que a filha da empregada doméstica possa frequentar a universidade ao lado do filho da patroa e ter as mesmas oportunidades que os qualificados.
É uma questão de oportunidade!
Uma mulher que fica em casa, faz as tarefas e é sustentada é chamada de doméstica, um homem que fica em casa mesmo fazendo as tarefas se for sustentado é chamado de vagabundo. A sociedade ainda não está igualitária nesse sentido.
Dentre as atividades corporais ao ar livre ou doméstica, o exercício físico coopera para a mobilidade de todo o corpo humano, liberando endorfina, oxigenação, sensações de recompensa e bem-estar, disposições auditivas, perceptivas e sensoriais, nas quais os impulsos mentais e emocionais buscam o equilíbrio, a harmonia e novos sentidos para a criatividade artística, inspirações para o trabalho e estudos, aprimorando enfim, os sentidos para descobrir e desfrutar de novas habilidades e superar novos desafios.
A beleza verdadeira é simples e está contida no dia a dia, da vida domestica mas a beleza artificial super produzida é ilusória, só aparece no dia de festa.
A ternura que procuro é de origem doméstica. Não vem de placas nem diplomas, mas de mãos simples. Ela aparece em gestos que não pedem retorno. Quando recebo tal ternura, sou restaurado. E volto a acreditar em recomeços honestos.
Economia doméstica e cuidados com o lar,tem sido um bom esclarecimento também na administração seja de bens públicos ou privados lembrem-se oíko casa nomos gerir administrar.
oíkonomos -administrar a casa.
Assim, da mesma forma que a família como Santuário da Vida se torna uma Igreja Doméstica, também a Igreja como Instituição deve ser mais Família para se tornar mais próxima dos seus filhos.
Vergonha não é ser gari, empregada doméstica, etc... Vergonha é não trabalhar!! Seu trabalho não é inferior aos outros, pois numa sociedade todos depem de todos e é isso que importa.
Foi a vez da doméstica se formalizar e pagar imposto para o governo e a sua refeição para o patrão ou levar a comida de casa, agora é a vez do caseiro pagar aluguel da casa que mora para o patrão ou seja, ele recebe para cuidar das coisas do patrão e paga para morar na casa que fica para cuidar das coisas do patrão; a comida já é por sua conta. E, ainda, tem quem diz que leis são para beneficiar o empregado. Assim como as mulheres estão perdendo suas ajudantes, os homens perderão seus ajudantes.
Consta numa obra psicografada sobre a vida de Getúlio Vargas que a única coisa que contou pontos na sua avaliação superior sobre suas ações de governo foi a criação da CLT.
A empregada doméstica carregava o bolo de aniversário do filho mais velho da patroa. Em um momento de desequilíbrio, no tropeço do descuido, leva um tombo e o bolo se espatifa no chão. Com as sapatilhas sujas de glacê, compra uma passagem para Córrego do Bom Jesus.
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Lhe ocorre um momento privilegiado de um descortinamento interior como se o céu se abrisse e a uma iluminação elevadora da consciência onde você se afasta de uma vida mecanizada como de quem é responsável por fazer todo o serviço da casa, abrir as toalhas de banho para secar, levar o lixo para fora, desinfetar o banheiro e outras coisinhas domésticas para, assim, irromper numa luminância de clara batida. Ao imaginar o rosto do menino de aniversário que não haverá bolo, ela sente que toda a fragmentariedade do sujeito e a problemática existencial é dissolvida. Toda tensão psicológica dos intervalos dissonantes e do sabor de xarope que a palavra próclise causa na boca dissipa.
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Pós dispifania, a vida do personagem nunca mais será a mesma. Ela não terá um final feliz. Não terá um processo completo. Um incômodo desejo de ser vividamente uma presença que não estará lá. E de não voltar para casa.
Um jeito tão extrovertido
Seus argumentos são demais
Fala na lata, é concreta
E domestica animais
Tão relaxada
Você se esvai
Vive sem leva e traz
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