Violência
Na maioria dos casos de crimes de violência contra a mulher é sempre o homem que agride e mata a mulher.
A mulher só mata o homem em casos de legítima defesa.Isso ocorre por causa do temperamento agressivo de alguns homens e devido a posse e o porte legal ou ilegal de armas.
A violência de gênero e a misoginia assombra muitas mulheres em todo o mundo.Mulheres lésbicas podem enfrentar o preconceito em dobro por serem mulheres e por amar outras mulheres. Por isso,que para uma mulher conseguir vencer na vida de forma digna e honesta precisa ter muita maturidade e constância nas decisões.
-Ainda na infância, me deparei com a violência moral da vida.
-E pedi a Deus para tal fato não violar meu caráter.
-Deus é bom.
Deus é muito bom!
☆ Haredita Angel
Pela Vida e Contra a Violência Policial
O caso de Thainara Vitória Francisco Santos que tive acesso via Instagram hoje, mas ocorreu em 14 de novembro deste ano me moveu a escrever este, ela jovem grávida de apenas 18 anos, morta durante uma abordagem da Polícia Militar em Governador Valadares, Minas Gerais, é mais um retrato cruel da escalada da violência policial no Brasil. Ao tentar proteger seu irmão autista, Thainara tornou-se vítima de um sistema que historicamente privilegia o uso da força desproporcional, muitas vezes (para não dizer sempre) contra os mais vulneráveis.
É inadmissível que agentes públicos, cuja função primordial é proteger a população, sejam responsáveis por práticas que configuram tortura, violência e, em casos extremos, o assassinato de cidadãos. A perpetuação de abordagens violentas e abusivas por parte das polícias militares é um sintoma de um modelo de segurança pública ultrapassado e autoritário antes apenas narrado hoje amplamente divulgado e documentado, que precisa ser urgentemente reformado e impedido.
A violência policial, em todas as suas formas, é uma violação dos direitos humanos e uma afronta à democracia. É imperativo que as forças de segurança sejam treinadas com base em princípios de respeito à dignidade humana, proporcionalidade e legalidade. Além disso, casos como o de Thainara devem ser rigorosamente investigados, garantindo a punição exemplar dos responsáveis e o fim da impunidade que alimenta esses abusos, bem como é fundamental levantar todas as paginas que divulgam torturas e excessos como algo bom e padrão existem hoje varios policiais que se colocam como formadores de conteúdos onde expoem pessoas e criam narratovas perigosas ao contexto da verdade.
Reiteramos a necessidade de ações concretas para combater a tortura, a violência institucional e as execuções extrajudiciais no Brasil, no Rio Grandedo Norte e principalmente Natal. A construção de uma segurança pública humanizada e comprometida com os direitos da cidadania é o único caminho para evitar que tragédias como essa se repitam.
Que a memória de Thainara como a de tantos outros, sirva de alerta e mobilize a sociedade para exigir mudanças estruturais. Sua morte não pode ser em vão.
Por uma segurança pública que respeite a vida e os direitos humanos letemos, pois até que tudo cesse nos não cessaremos.
Wesley de Lima Caetano
Fragmento VI - Violência simbólica
Peço-te, mostra-me como ter-te em liberdade.
Dou-te a boca, e não me chamas pelo nome.
Tiro-te o chão, logo começas a gritar.
E se teu grito é liberdade, por quem clamais?
Cala o teu brado, pois não há quem desperte.
Já não adianta reconhecer tais desequilíbrios.
De ato para si e ficção para o outro.
Tal a tirania do teu beijo e a ironia da tua face.
Fragmento VIII - Violência simbólica II
É em tal precipício de pulsões que o fortuito cumpre o hábito.
A brisa torturante varre o antídoto da inópia, assim,
não pode experimentá-lo nem morte, muito menos vida.
Não há armas nessa peleja; nem tampouco ato que livre.
Parcas águas não podem saciar o homem sem domínio de si,
obstinado a beber daquilo que lhe é comum.
Vis-à-vis com os vis
Há homens que da violência trazem a chaga, porque lhes feriu primeiro a carne e a alma; há homens que da violência fazem casa, porque nela se assentam, dela se servem e por ela se governam; e há homens violentos, mais vis que desgraçados, porque, conhecendo o fel da dor, não o abominam: dão-no a beber ao próximo.
Que culpa há em ser ferido? Nenhuma. Que desgraça há em morar na ferida? Grande. Mas que baixeza é ter sofrido o golpe e, podendo quebrar-lhe o ferro, escolher brandi-lo contra outro!
Saulo Nascimentto
Não existe guerra que não seja a nossa. A violência sempre afeta a Humanidade inteira tal qual a injustiça. Ambas vem por hábito e onda. Ciente disso a preservação da paz tem que ser constante.
Não sou a favor da violência,
eu sou a favor a tapas poéticos
que alcançam direto a consciência.
Se você não viu o míssil que explodiu
o Shopping em Kremenchuk,
a câmera da fábrica e muita gente viu.
Não foi um gesto de boa vontade
abandonar a Ilha da Cobra,
afinal a Ilha não te pertence.
Se o teu entendimento a cada
recuo é encarado como gesto
de boa vontade volte para a sua casa.
Não é da arte da política querer
se impôr por meio da guerra,
e sim buscar sempre convencer.
Você usou mal a arte da política
e o teu tempo será encurtado
e colocado numa situação crítica.
Não é da arte da guerra invadir
outra terra: quem convenceu
o contrário não passa de besta fera.
Nunca será da arte de qualquer
religião não fazer um exame
de consciência e para gente como
você não haverá na vida clemência.
Nunca será de todas estas artes
agir sem estado de ampla consciência,
retire as tropas de uma vez não prolongue a sua vergonha,
e pare de gastar toda a paciência.
A violência política no Brasil em 2022 me fez refletir o seguinte:
os políticos consagrados conquistaram os votos da gente batendo ou conversando? Por que vocês estão se matando entre si por causa de política? Não é mais fácil conversar do que se matar, larguem de ser bestas!
Algumas pessoas só se sentem gente ouvindo acriticamente mentiras e violência porque projetam o seu lado obscuro no emissor da mensagem. As mentiras e arrogância para elas são meios de buscar sanar os seus recalques.
A melhor forma de frear a violência doméstica é ensinar as pessoas a dialogarem usando a seguinte fórmula:
1- Um fala e o outro escuta até o final.
2- O primeiro terminou de falar escuta o outro.
3- Não berrar em hipótese alguma. Quando houver grito não conversem.
4- Quando um dos lados ou os dois estiverem exaltados não conversem. Cada um vai para um lado.
5- Quando o assunto for complexo troquem cartas. Não berrem e não se agridam de maneira nenhuma.
6- Aprendam a se divertir com pouco dinheiro e cultivem o romantismo.
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