Violência
VÍTIMA? VOCÊ?
Culpar a vítima pela violência sofrido é tão comum quanto culpa-la por respirar!
Muitas mulheres sentem medo de falar e denunciar, porque quando as que têm essa coragem, a própria sociedade automaticamente traça formas de desencoraja-las, intimida-las
e condena-las!
EI, EU SOU UMA VÍTIMA!
Nesse dia das crianças, vamos lembrar das crianças que sofrem, e dizer NÃO à violência contra criança ou contra qualquer outra pessoa, tolerância zero.
Um dia um ouvinte me perguntou no ar: o que fazer para a violência acabar? respondi: o dia que a humanidade entender o que Jesus Cristo ensinou e trocar o ódio pelo amor.
A violência é a falsidade de um ser humano covarde, Quem ama de verdade, não bate, não faz covardia, ama e da carinho todo dia.
A paz de Cristo nos traz benevolência, a guerra é só violência. Fique na paz do Senhor Jesus Cristo.
Sonhei que a violência é fantasia e a guerra é utopia, um mundo de amores onde as armas viraram flores.
Se a força Divina utilizasse de violência para corrigir os homens, tiraria deles a oportunidade de arrependimento do erro cometido e nem os estimularia a agir corretamente na próxima vez...
Com toda essa onda de violência e insegurança que hoje integra nosso cotidiano, percebo vários dos meus amigos que passaram a ter medo de sair de casa ou ir a todos os lugares que gostariam. Como eles, eu também sinto muitos desses medos. Mas tem um em especial que me assusta mais do que todos: é o de que eles se tornem maiores do que minha vontade de sentir a vida, e então os desafio aproveitando-a tanto quanto possa.
É difícil discernir de que lado se encontra a violência maior: se no desequilíbrio
do agressor contumaz que se abate sobre as vítimas, ou se na ação covarde dos interessados no status quo, que insistem em afirmar "não ter acontecido nada
de mais grave" apenas porque o resultado não atingiu ainda seu ponto irreversível e todos podem continuar "felizes para sempre".
Fragmento VI - Violência simbólica
Peço-te, mostra-me como ter-te em liberdade.
Dou-te a boca, e não me chamas pelo nome.
Tiro-te o chão, logo começas a gritar.
E se teu grito é liberdade, por quem clamais?
Cala o teu brado, pois não há quem desperte.
Já não adianta reconhecer tais desequilíbrios.
De ato para si e ficção para o outro.
Tal a tirania do teu beijo e a ironia da tua face.
Fragmento VIII - Violência simbólica II
É em tal precipício de pulsões que o fortuito cumpre o hábito.
A brisa torturante varre o antídoto da inópia, assim,
não pode experimentá-lo nem morte, muito menos vida.
Não há armas nessa peleja; nem tampouco ato que livre.
Parcas águas não podem saciar o homem sem domínio de si,
obstinado a beber daquilo que lhe é comum.
