Violência

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Festejemos a falta de amor pelo próximo
Ou da violência que nasce pela intolerância
Não vemos sorrisos sinceros...
Ou nem um “Eu te amo!” verdadeiro;

Mas damos importância à inveja
Com falta de bom senso
E estupidez de acharmos
Que a verdade nos pertence;

A minha vida é como as ondas às vezes serena, mas às vezes confusa com a minha própria violência enxergando o que mais ninguém enxerga;

" E assim...mais um dia...intolerância...violência...egoísmo...assim caminha a humanidade...passos largos a injustiça...dificuldade de ver...observar...a dura realidade...triste vida...vida triste...assim vivemos...assim morremos...alienados...idiotizados...manipulados...espectros humanos...ridículos...se existe vida inteligente neste vasto universo...na terra,com certeza,não vão chegar...espero que não."👽🤪

Àqueles que desprezam a vida, apostando na morte, investindo no ódio e violência gratuita, fiquem preparados porque receberão o cashback!

Ensinar a Palavra exige brandura, paciência e respeito; a violência verbal nunca veio de Deus.

Não são as guerras, a violência ou má sorte que podem derrotar um bom homem, somente uma mulher poderá levá-lo à ruína completa, pois dormir ao lado do inimigo é a melhor estratégia para vencê-lo.

O amor é a arma mais poderosa que existe, asfixia a violência que há em mim e faz transbordar a docilidade que reside no outro

O Direito não pacifica o mundo; ele apenas organiza o modo como a sua violência será narrada.

O grito constante destrói o amor lentamente; a violência o destrói brutalmente. Ambos revelam ausência de maturidade emocional.

Minha carne é a roupagem da essência ancestral.
Minha cor é armadura: atrai a violência, mas também a enfrenta.
Sou preta.
E preta é cor de nobreza, de memória, de luta e de permanência.
Preta é a cor da resistência.

Eli Odara Theodoro

Quando observamos guerras, violência, corrupção, abandono de animais, destruição da natureza e tantas outras tragédias, será que estamos olhando para a ausência de Deus ou para o reflexo das decisões humanas acumuladas ao longo das gerações?

Quando olho para a minha história, percebo que o que mais me marcou não foi apenas a violência que vivi.


Foi a quantidade de responsabilidades que colocaram sobre os ombros de uma criança.


Uma criança deveria estar preocupada em brincar, estudar, fazer amizades e descobrir o mundo. Eu não tive esse privilégio. Desde muito cedo precisei aprender a sobreviver.


Aprendi a reconhecer sinais de perigo antes mesmo de entender muitas outras coisas da vida. Aprendi a identificar mudanças de humor, ameaças e situações que poderiam terminar em violência. Aprendi a proteger meus irmãos quando eu mesma precisava de proteção.


Durante muito tempo, enxerguei isso como força.


Hoje entendo que essa força nasceu da necessidade.


Eu não escolhi amadurecer cedo.


Fui obrigada.


Eu não escolhi me tornar protetora.


Fui obrigada.


Eu não escolhi carregar preocupações de adultos quando ainda era uma menina.


Fui obrigada.


Eu não escolhi conhecer o medo antes de conhecer a segurança.


Fui obrigada.


E talvez seja por isso que, ao longo dos anos, eu tenha desenvolvido uma capacidade enorme de resistir.


Mas existe uma diferença entre ser forte e ser forçada a ser forte.


Muitas pessoas elogiam a resistência de quem sobreviveu. Poucas percebem o preço que foi pago para construí-la.


Mesmo assim, existe algo que me traz paz quando olho para trás.


Apesar de tudo o que aconteceu, eu não permiti que a violência definisse quem eu me tornaria.


Poderia ter reproduzido o mesmo ciclo.


Poderia ter me tornado uma pessoa amarga.


Poderia ter passado adiante toda a dor que recebi.


Mas escolhi outro caminho.


E talvez essa seja uma das minhas maiores vitórias.


Com o passar dos anos, percebi que a minha luta não era apenas por mim.


Era também pelos meus irmãos.


Eu sabia o que estávamos vivendo. Sabia o quanto aquilo nos destruía por dentro. Sabia que, se ninguém fizesse algo, aquela realidade continuaria se repetindo.


Por isso, quando finalmente consegui me afastar daquele ambiente, uma parte de mim nunca desistiu de ajudá-los a enxergar que existia vida além daquele sofrimento.


Hoje, quando digo que me sinto com a missão cumprida, não estou falando de perfeição.


Estou falando de liberdade.


Porque para quem cresceu em um ambiente saudável, liberdade pode significar muitas coisas.


Mas para mim, liberdade sempre teve outro significado.


Liberdade é dormir sem medo.


Liberdade é não ouvir gritos.


Liberdade é não viver esperando a próxima ameaça.


Liberdade é não precisar olhar para trás o tempo todo.


Liberdade é poder respirar em paz.


Durante anos eu vivi em estado de alerta.


Hoje eu vivo em estado de gratidão.


Não porque o passado deixou de existir.


Não porque as cicatrizes desapareceram.


Mas porque finalmente compreendi que sobrevivi.


As marcas continuam em meu corpo.


Algumas lembranças continuam em minha mente.


Mas aquilo que tentaram destruir permanece vivo dentro de mim.


A minha fé permanece.


A minha capacidade de amar permanece.


A minha esperança permanece.


A minha vontade de viver permanece.


E quando olho para os meus irmãos livres daquele ambiente, percebo algo que me emociona profundamente.


Nós conseguimos.


Depois de tantos anos de medo, dor, lágrimas e sobrevivência, nós conseguimos.


Eles marcaram partes da nossa história.


Mas não conseguiram escrever o nosso destino.


Hoje, eu não sou mais a menina que vivia esperando a próxima tragédia.


Sou a mulher que atravessou a tempestade e permaneceu de pé.


E isso ninguém jamais poderá tirar de mim.

⁠Toda nação que não investe em conhecimento, em cultura e artes; terá a violência, a alienação e a degradação moral como base da sociedade.

Há um impacto poético que
acontece entre o mar e a falésia,
não como violência,
mas como reencontro de velhos cúmplices.O mar desfaz-se em espuma, a falésia em ecos.

"Quem planta violência, colhe deseducação."

⁠A Ferida Aberta da Hipocrisia sangra aos aplausos à Violência contra homens que seriam crucificados se não fossem as vítimas.


Há algo de profundamente perturbador quando a dor alheia deixa de ser critério e passa a ser conveniência.


A violência, que deveria causar repulsa instintiva, passa a ser tolerada — e até celebrada — dependendo de quem a sofre.


Não é mais sobre justiça, mas sobre preferência.


Não é mais sobre princípios, mas sobre narrativas.


A hipocrisia, nesse cenário, não se esconde: ela se exibe.


Aplaude com uma mão enquanto aponta com a outra.


Condena o ato em um contexto e o glorifica em outro, como se a moral fosse maleável o suficiente para caber nos interesses do momento.


E assim, o que deveria ser uma ferida a ser tratada transforma-se em espetáculo a ser consumido.


O mais inquietante é que esse aplauso não nasce do desconhecimento, mas da escolha deliberada de ignorar.


Sabemos — ou deveríamos saber — que inverter papéis não muda a essência do ato.


Se a violência é inaceitável, ela o é em qualquer direção.


Quer seja contra o Homem ou contra a Mulher.


Que não se confunda: denunciar a hipocrisia na forma como a violência é tratada não é, em hipótese alguma, relativizar sua gravidade — muito menos quando ela recai, historicamente, de forma brutal e recorrente sobre as mulheres.


A crítica aqui não suaviza a violência; ao contrário, exige coerência nua e crua na sua condenação.


Porque aquilo que é inaceitável não pode depender de quem sofre para ser reconhecido como tal.


Mas reconhecer isso exigiria uma coerência que poucos estão dispostos a sustentar.


Preferimos, então, o conforto da seletividade moral.


Julgar com rigor quando nos convém e relativizar quando nos favorece.


E nesse jogo, a vítima deixa de ser humana para se tornar argumento, e o agressor, muitas vezes, apenas um reflexo do aplauso que recebe.


No fim, a hipocrisia não apenas sangra — ela contamina.


E enquanto insistirmos em escolher lados ao invés de princípios, continuaremos assistindo, cúmplices, à normalização daquilo que um dia juramos combater.

O violento é destruído pela própria violência. ☠️

O pacifismo termina quando a violência começa. 💥

A mulher grita,
E...
...chora...pois amou,
A ignorância e violência foram a resposta...
A mulher pede desculpas...
por pedir justiça... um grito abafado
A mulher grita,
pelo direito de viver.
A mulher pede desculpas,
por viver para amar.
A mulher grita,
pois o amor terminou.
A mulher morreu.
Pois os vizinhos so ouvem
E chamam atenção
pela rejeição e intolerância.
A mulher morre
no instante em que imaginou ser livre.
A morte busca desculpas.
Na desordem da dor apenas um grito o silêncio no termino da vida.⁰

Proteger uma criança hoje é impedir que a violência marque o seu amanhã.