Violência

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Um homem que abomina a violência não porta armas.

A violência mais eficaz é aquela que se chama normalidade.

⁠O militar é preparado para o exercício cívico, da violência, levado às últimas consequências com o sacrifício da própria vida.

Uma iniciativa eficaz para coibir a violência contra a mulher seria o Governo disponibilizar, a todas as interessadas, aulas gratuitas de defesa pessoal (como Jiu-Jitsu, Karatê ou Judô). Embora não garanta salvaguarda absoluta, a medida aumentaria significativamente as chances de defesa das vítimas diante da agressividade e covardia excessiva dos agressores.

"Se o patriarcado fosse algo natural, não precisaria de homens com violência para se sustentar."


_Ué? Mas, se o matriarcado fosse natural, não precisaria de homens para o mantê-lo.

⁠Somos navegantes de um tempo cada vez mais nublado...
Nublado de coisas fúteis, violência, agressões...
Onde o ser humano está se afogando no seu próprio ego, onde anda transbordantes em frieza e donos da razão.
Onde a família e os amigos reais já não são tão importantes, esquecendo os sentimentos de amor, afetos...
Esquecendo os verdadeiros laços e caindo numa rede de embaraços.
Quando vê já é tarde. Quando acordar e vê o que é realmente importante na vida, ja se perdeu com o tempo e restará somente saudades do tempo que não volta mais.

Liddy Viana. ✍🌻

A prisão não é a solução para a violência; ela é parte do problema; isso significa que a prisão se envolve com problemas que violam a integridade, e a autoridade é acionada pela necessidade de conflitos alegados.

Clamor pelas crianças Um grito contra a violência, o abuso e a omissão diante das crianças do nosso país.

Tags: criança, violência infantil, abuso, tráfico humano, casamento infantil, denúncia social, proteção, sociedade, Marajó

Precisamos agir diante da violência que se impõe diante dos nossos olhos.

Crianças sendo traficadas.
Crianças violadas ainda nas maternidades.
Crianças expostas e vendidas através das redes sociais.

É um erro acreditar que o abuso parte apenas dos homens.
A realidade é mais dura:
Mães que vendem suas filhas.
Mães que violam seus próprios filhos.
Pais que violentam filhas e filhos.
Tios, sobrinhos, avós que abusam de netos e netas.

É lamentável. É inaceitável.

Até quando permaneceremos em silêncio, sociedade?
É tempo de nos levantarmos em defesa daqueles que não podem se defender.
Crianças indefesas. Crianças vulneráveis.

Não podemos naturalizar em nosso país práticas como o casamento infantil sob o pretexto de cultura.
É dever de todos lutar.

Que haja misericórdia e, sobretudo, vigilância.
Observemos nossos filhos, netos, sobrinhos e também as crianças ao nosso redor.
Estejamos atentos aos sinais. Estejamos atentos aos pedidos de ajuda silenciosos.

Porque crianças gritam mesmo em silêncio.
E esse grito já não ecoa apenas na Ilha de Marajó. Ele atravessa o Brasil inteiro.

© 2026 Márcia Reis Nazar. Todos os direitos reservados.

Festejemos a falta de amor pelo próximo
Ou da violência que nasce pela intolerância
Não vemos sorrisos sinceros...
Ou nem um “Eu te amo!” verdadeiro;

Mas damos importância à inveja
Com falta de bom senso
E estupidez de acharmos
Que a verdade nos pertence;

A minha vida é como as ondas às vezes serena, mas às vezes confusa com a minha própria violência enxergando o que mais ninguém enxerga;

Àqueles que desprezam a vida, apostando na morte, investindo no ódio e violência gratuita, fiquem preparados porque receberão o cashback!

A violência transforma pessoas em obstáculos; a justiça devolve a elas sua condição de pessoas.

No limite entre o Direito e a violência está a pergunta que nenhuma civilização pode abandonar: quanto poder podemos exercer sobre alguém sem deixar de reconhecê-lo como humano?

A violência pergunta quem é mais forte; o Direito pergunta qual força pode ser legitimamente exercida sobre alguém.

Toda justiça que esquece a humanidade do culpado corre o risco de tornar-se violência com toga.

Uma sociedade verdadeiramente livre não é aquela sem violência, mas aquela em que ninguém precisa tornar-se violento para ser ouvido.

A violência destrói o adversário; o Direito deve preservar até mesmo aquele que o adversário representa.

Quando o Direito abandona a razão, a violência encontra uma gramática para falar em seu nome.

A maior vitória do Direito não é punir o violento, mas tornar desnecessária a violência como linguagem política.

Toda violência procura uma justificativa; o Direito existe para perguntar se ela merece ser ouvida.