Frases sobre vidro

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⁠Antes de jogar uma pedra, certifique-se se o teu telhado não é de vidro

⁠NUM DIA DE CHUVA

Céu cinza, telhados molhados
As gotas de chuva no vidro da minha janela
Escorrem feito lágrimas
Bate àquela saudade
Do abraço que não aperta mais
De quem só restou um retrato amarelecido
E a presença que insistiu em ficar dentro de mim
Dos olhos que não se cruzarão mais com os meus
De sentimentos fugidios que moram no ontem
Saudade daquilo que não tomou forma
As gotas de chuva choram na minha janela
Enquanto a saudade chove em meus olhos.

Se eles pudessem, o meu pai e a minha mãe tinham criado uma redoma de vidro e me botado dentro, pra não me chegar nenhuma chateação, nenhuma palavra de desabono.

Janaína Dutra
CAVALCANTI, Davi; LOPES, Flávio. Mrs. Janaina. Eu sou aquilo que seus olhos veem. Brasil, 2008.

Ironia, é a pessoa plantar caco de vidro e querer colher flor⁠

⁠Somente você, pode encontrar a saída!
Você é o próprio Cosmos encaixotado numa garrafa de vidro.

Meu mundo é tão pequenininho, e só você pôde quebrar, esse meu coração de vidro, sempre ao lado de um punhal
Você me encontrou nos
Trechos de uma canção, que prometi nunca cantar, unindo as peças desse chão, que eu prometi não mais pisar
Você encontrou o amor em mim
Eu não o matei mas percebi
Que morria ao estar sem ele
Eu então morri
Eu morri, eu morri
E você veio pra me despertar outra vez

Aquele que tanto se preocupa com a beleza,
encontra-se na transparência,como
aquele vidro com um lindo
rótolo,porém sem nenhum conteúdo.

Será que foi o som da vida?

Não saberia dizer, mas olhou pra fora, as mãos no vidro gelado da janela, os olhos atentos a qualquer simples movimento mágico que fazia tudo simplesmente continuar. Porque não importa o que aconteça, tudo continua, não é? Você pode estar sangrando, entregue ao seu último suspiro, mas lá fora o mundo continua. As pessoas dirigem seus carros, andam nas calçadas, trabalham, dormem, fazem amor. Foi exatamente assim que aconteceu.

Som de pneus cantando e uma voz assustada que dizia que o moço tinha sido atropelado. Ali do lado, bem embaixo dos olhos deles, na mesma avenida em que seguiam suas vidas. E foi mesmo: estava lá estirado no asfalto, com as pessoas aglomerando-se em volta. Mas foi rápido demais, logo já não podia mais divisar o corpo e tudo o que via através da janela era a vida em movimento, porque apesar do fato de o moço ter sido atropelado, a vida continua. E o ônibus continuou o seu caminho, levando-os pra fora da cidade, para o trabalho de todos os dias, para o cotidiano. A mesma estrada, o mesmo cenário, o mesmo tempo cinza de inverno.

Ficou se perguntando se talvez aquelas gotas finas de chuva que começaram a cair era o choro triste da vida por toda essa indiferença. Quis gritar que o moço tinha sido atropelado, mas passaria-se por louca. Todo mundo tinha visto e ouvido, com exceção de alguns que estavam dormindo envoltos apenas em seus próprios sonhos. Algo em seu estômago retorceu, doeu, incomodou. Como poderiam continuar a vida assim? O moço tinha sido atropelado. Estava lá, estirado, ainda vivo no chão, com dores, ou talvez até já morto.

Poderia ser filho de alguém que ao saber da notícia enterraria o rosto nas mãos com lágrimas inundando os olhos, ou ficaria em choque olhando o nada por um longo tempo e só choraria lágrimas silenciosas, quando visse o caixão baixando na terra. Poderia ser irmão de alguém que viesse correndo até seu corpo e gritasse aos quatro cantos que NÃO, não poderia ser verdade. Poderia ser pai de uma criança que viveria todos os demais dias de sua vida sem a figura de um pai, uma vida inteira modificada por um segundo de imprudência. Talvez tivesse um amor impossível, que no exato momento em que o acidente ocorrera, sentira uma dor esquisita no coração. Uma dor que lhe trouxera lágrimas aos olhos e alguém ao seu lado poderia questionar se estava tudo bem ao que ela responderia que só estava com um pressentimento ruim. Ou talvez tivesse uma esposa que no momento estava em casa dando café da manhã aos filhos, e quando descobrisse perderia o chão, o equilíbrio, desmaiaria.

Alguém em algum momento teria parado pra se perguntar o que ele estaria fazendo justamente ali, naquela avenida e naquele horário? Estaria indo para o trabalho? Ou comprar o pão para o café da manhã? Ou talvez estivesse indo à casa do seu amor impossível dizer que iriam se casar, pois não poderiam jamais viver separados. Ou indo visitar a mãe para dizer-lhe que a amava, ou talvez estivesse apenas andando depois de uma briga para espairecer?

Notou de repente e com espanto que nada disso importava a ninguém mais além das pessoas queridas relacionadas ao moço. Porque para todos os demais, a vida continua. ‘O moço foi atropelado’ foi só mais um acontecimento normal e comum nos dias de hoje em que estamos acostumados com a violência, acostumados com a morte, acostumados com sangue e dor e guerra. ‘O moço foi atropelado’ poderia ser também ‘Choveu ontem à noite’, ‘A rua foi interditada’, ‘Dizem que vai fazer sol no final de semana’. As reações são as mesmas. Apáticas. É o nosso cotidiano.

Amor em abstrato

Que amor é esse
Tão forte ,tão fraco
Ora de ouro,
Ora de lata.
Ora de vidro, ora de cristal
Que me faz tanto bem
E tanto mal.

Seria um amor de verdade
Ou irreal
Quem sabe em abstrato...

O amor é uma tolice
O amor é para os fracos
O amor é uma ilusão
É o coração de vidro em cacos

Vidro

Embaçando o box do banheiro
A água fervente passeia no meu corpo
Escorre da cabeça ao pés , passa pelo meu corpo e sai pelo ralo .
Inundando- me flui as ideias .
Quanta coisa boa eu posso fazer outras nem tanto não eu deveria cruzo as pernas e me encosto na parede, escuro úmido mas não frio .
É tão quente que consigo suar enquanto me molho .
Aquela sensação na nuca de ser observando aquele arrepio na pontas da orelha.
Sumiu o sussurro .

⁠Um dia um velho amigo me disse no reflexo de um vidro sujo, cuidado com quem amas. Fiquei perplexo, mas em alerta. Nove horas mais tarde eu havia levado nove facadas da visita que chamei de morada.

Você pode ser um vidro quando blasfema ou um diamante quando ora.
Um caminho ou um obstáculo.
Uma tempestade que destrói, ou aquela que torna a terra fértil, de onde nascerá vida novamente.
Você pode ser uma chance perdida ou uma segunda tentativa.
Um episódio de amor ou uma história inteira.

Quem atira pedra no telhado do outro,esquece que o dele também e de vidro

Preciso de alguém que quebre-me aos pedaços
Eu já sou um vidro rachado
Esquecido no centro da loucura

Se falarem mal de vc n ligue, caco de vidro tem inveja de diamante...

⁠"Só percebo que meu telhado também é de vidro quando ouço os estilhaços!"

⁠"⁠Sempre gostei de ver
as gotas caírem no vidro,
assistir a luz
mergulhando nelas.
Talvez em um dia de chuva,
daqueles em que eu
ficava grudado à janela,
você era uma delas".


- Trecho de "Mosaico", do livro "Ruas & Rosas".

Quero ser um diamante em tua vida a ser
lapidado…
e não cacos de vidro em teu coração
colado…

Pergunto-me se minha direção que trilho é certa, por fora de ferro, por dentro de vidro;
Reconheço meus tropeços de erros ou até mesmo acertos para eu guardar os sentidos já dormente;
Sei que devo resistir e nunca desistir para colher minhas vitórias, tenho ainda amor em meu coração, retroceder jamais;
Tudo passará e cicatrizará para que possamos nos levantar para reconstruirmos nosso castelo com o nossos sentimentos;

✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.

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