Vida Eterna
Parafraseando o mestre
"O que fazer para alcançar a vida eterna?
Ame, pois o amor é uma sentença de imortalidade."
Penalidade
Vida eterna queria eu ter!
Como posso eu sempre viver?
Reparo em meu corpo, eis que é finito!
Nele tudo é imundo! Débil é tudo isto!
Mas se eu morresse e ressuscitasse?
Só assim eu poderia, sempre viver!
Se outra pessoa eu ficasse!
Se de novo eu viesse a nascer!
Se a penalidade fosse meu castigo.
Mas eu vida tivesse, neste meu ser.
Se Deus fosse meu amigo!
E foi isto que aconteceu!
Deus morreu, por mim, para eu vida ter!
Em Jesus Cristo, isto se deu!
Vida eterna
Para os que são incrédulos em relação ao Dilúvio, eu digo que a Bíblia está certa, o Dilúvio foi uma realidade. Deus destruiu todo um mundo incrédulo. Deus é justo. Durante dezenas de anos Deus deu oportunidade ao povo para se arrepender. Mas o povo não acreditou no que Noé dizia "que Deus ia mandar um Dilúvio". A mesma coisa se passa hoje. Ninguém acredita que Jesus Cristo vai vir outra vez. Alguém me disse "sabe Ele não veio, já não vem"! Mas a questão é que ele virá e só serão salvos os o esperam, ou os que morreram nesta esperança.
No Dilúvio, depois dele, o mundo começou de novo. Todas as nações vêm dos filhos de Noé Sem, Cão e Jafeth. Tudo isto é verdade. Estes fatos são reais. Jesus Cristo vai votar para reinar eternamente. Aceita esta verdade. Entrega o teu coração a Jesus Cristo e teu ser é então salvo, para ter vida eterna!
Jesus morreu na cruz em nosso lugar para nos dar a vida eterna. Isso etá bem longe de ser um ato heroico, é divino. Heróis dão apenas a vida terrena. Mas Cristo é o único que nos dá avida eterna.
Se concedessem ao homem uma vida eterna, sentiria tanta repugnância por ela que acabaria desejando a morte, farto da imutabilidade de seu caráter e de seu ilimitado entendimento.
Por que fui agraciado – ou condenado – com a dádiva da vida eterna? Abençoado com a eternidade, assisto aos ciclos incessantes da existência, vejo aqueles que amo partirem enquanto permaneço, imóvel no fluxo do tempo, um espectador sem escolha. Serei eu a testemunha do fim? Mas quem, afinal, foi a testemunha do início?
Pensamentos ressoam em minha mente como ecos distantes, ora complexos, ora vazios, enigmas que carecem de solução. Sou um corpo mortal, frágil, carregando um espírito indestrutível – uma contradição ambulante. Esta imortalidade, seria um privilégio divino, um propósito reservado apenas a mim? Ou seria o mais cruel dos fardos, me obrigando a caminhar por eras sem fim?
Talvez não seja privilégio, nem castigo, mas o eterno retorno: uma dança circular onde tudo se repete, onde respostas escapam e apenas perguntas sobrevivem, renovando-se a cada ciclo. É poesia isso que sinto? Ou apenas um poema inacabado, rasurado pelo tempo?
Não sei dizer se sou um poeta, que canta a melancolia da eternidade, ou um pensador, que tenta desvendar seus mistérios. Entre criar versos ou ideias, entre sentir ou compreender, me pergunto: existe diferença? Ou tudo isso é apenas mais uma busca sem destino, na infinitude da minha jornada?
Dedicado ao meu conhecido colega Rubinho, que nos deixou cedo demais. Que sua memória permaneça viva nos corações daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Que onde quer que esteja, encontre a paz que transcende o tempo.
A vida eterna aparenta ser algo ótimo até que se imagine a possibilidade de ter que aguentar companhias inconvenientes para sempre.
A crença na vida eterna tende a ser inversamente proporcional à aceitação da finitude da existência.
Como esperar frutos para a vida eterna, de alguém que vive segundo a carne?
Seria como esperar mangas de uma jaqueira. E isto não é razoável...
(Fabi Braga, 10/10/2014)
" Se de alguma forma concreta soubéssemos que após a morte poderíamos usufruir da vida eterna, todos nós iriamos cometer suicídio para poder de alguma forma se beneficiar desse beneficio"....
Se o sucesso perece com a falta de simplicidade, será que com a simplicidade se consegue vida eterna no sucesso?
