Vícios
Quem preza pelo sigilo e pela discrição deve afastar-se dos excessos, pois eles são verdadeiros expositores e comprometedores de nossa privacidade.
Quando um vício caleja nosso comportamento, perdemos a criticidade de pensamentos e nos tornamos reféns de situações que não nos envolveríamos em sã consciência.
Quando nossas virtudes são desperdiçadas numerosas vezes diante de tentações fúteis, nos sobram como consequência os males derivados dos vícios.
Considerar os efeitos colaterais resultantes da constante busca pela realização de desejos demasiados é uma atitude necessária para dispensar vícios iminentes.
Caso procure privacidade e discrição, lembre-se de que seus exageros reveladores de segredos vêm na contramão.
O caminho mais prodigioso para abandonar qualquer coisa que não nos faz bem é troca lo para algo semelhante que não se gosta nenhum pouco. Pois fica bem mais fácil abandonarmos o que não gostamos do que se livrar de uma vez daquilo que nos dá um mórbido prazer.
As Redes Sociais são apenas uns dos vários recursos incríveis que o ser humano não sabe controlar para usar, lançando sobre elas a culpa de suas fraquezas e as rebaixando ao nível dos seus vícios patéticos.
Uma conduta irrepreensível consiste em lapidar bastante as boas faculdades por ora já vistas e dilapidar pouco a pouco os vícios até então encobertos
É necessário um longo período para lapidar grandes virtudes, mas basta um sopro para maus hábitos dilapidarem a alma
"Vício é um barato que sai caro.
Pois, viciado não fica o corpo,
viciado fica o espírito.
Cuidemos deles, antes que eles cuidem de nós.
Reconheçamos nossos vícios, para que neles
não nos chafurdemos.
Nenhum vício é bom, nenhum vício faz bem!
Haredita Angel-18,03.18
“Quem muito ouve, pensa. Quem muito pensa, vê. Quem muito vê, fala. Quem muito fala, faz.”
PSICANÁLISE
Devemos aprender a usar a tecnologia. Porque ela pode matar antes de qualquer coisa...
Viver a realidade ainda que nos machuque, nos cura das coisas tóxicas que achamos ser necessárias, mas que não passam de necessidades fabricadas em que na maioria das vezes não é para toda e qualquer finalidade que criativamente determinamos. Como uma indústria de alimentos ser utilizada para outra coisa, e que põe em risco nossa saúde e o propósito original das coisas. Eu já sofro com esse mundo e pessoas vazias, que só vivem pela Internet. Que estão desenvolvendo fobias consequentes por causa da realidade. Mas intercalam com as pessoas reais que estão desenvolvendo fobias por não conseguir viver suas vidas normalmente, porque pessoas excessivamente conectadas que estão escrotas demais para conviver com gente de verdade e começam a atacar as pessoas por aí. Numa disputa de espaço, de atenção, de qualquer merda produzida pela insanidade do ego. Quanta gente anda virando programa de televisão? Quanto lixo tóxico anda se autopropagando? Ainda assim, eu não perco a esperança nas pessoas. Entretanto, prefiro pessoas que adoram terra, mato, do que as pessoas que constroem prédios para se trancarem dentro de salas, e logo mais nos seus computadores e aparelhos móveis escrevendo sobre os seus vastos conhecimentos de como se viver. Atacando pessoas e inventando outro tipo de lixo, um lixo que só recicla a desumanidade.
Já desabafei... agora, aos questionáveis, podem se sentir à vontade para se dirigirem a cotidiana rotina dos viciados em demolir humanidade e estejam conectados, mas lembrem-se, esta arma destrói quem a maneja.
