Vício
Nem todo vício é prejudicial,
O embriagar de Felicidade
Sem dano na moralidade
Um bem descomunal.
Tragar a Lucidez e fugir por um instante da ignorância real tão constante.
Ficar sempre conectado na rede do Bom Senso, algo tão escasso.
E na Overdose de Amor, fazendo a si um favor e a todos a seu redor.
A leitura é o vício mais gratificante e empolgante que existe! Você tanto se beneficia como ajuda a outros! Tornando-se melhor do que antes!
Você é como um vício que não consigo largar e sei que a proximidade me faz ter esperanças que nego a mim mesmo mas no fundo sinto uma luz acesa que faz eu acreditar em nós.
Tento me convencer de que devo ficar onde estou do jeito que tudo está mesmo que cause esta inquietação em mim... de ainda te querer
Meu Deus que loucura é esta vontade louca que tenho de te ver e sei que não vou resistir aos seus encantos naturais
Você não imagina tudo que penso e sinto por você.
Me apaixonei por você e não consigo mais negar este sentimento.
Será que é tão errado assim.? Amar alguém tão loucamente mesmo que não esteja em seus planos...então aqui somente aqui posso compartilhar meus sentimentos mais profundos e sinceros.
Minha querida senhorita...
Há quem chame de vício.
Eu chamo de fuga.
Fuga de si, dos abismos internos que não tiveram coragem de atravessar.
Vícios não são só substâncias — são pactos silenciosos com a autossabotagem, com personagens frágeis que fingem força, com sombras que cresceram demais porque receberam atenção demais.
Eu sei o que é isso.
Eu já estive ali: no precipício da compulsão, no limite entre o alívio momentâneo e a destruição silenciosa.
Mas um dia — e esse dia sempre chega para quem decide — eu olhei no espelho e entendi: ninguém virá me salvar.
Ou eu me levanto, ou viro pó.
Troquei minha compulsão pela escrita.
Pelas palavras que curam, pelas ideias que constroem, pelo trabalho que transforma.
Troquei o vazio pelo propósito.
E entendi, com a brutalidade da vida vivida, que ninguém me deve nada.
Quem me ama, fica.
Quem escolhe partir, que vá em paz.
Eu não imploro, não suplico, não me diminuo.
Aprendi que o outro só pode me ferir uma vez.
Depois disso, se continuo sangrando, o punhal já é meu.
Quem se agarra ao passado arrasta correntes.
Quem se liberta, voa.
E eu escolhi voar.
Deixo as pessoas livres para serem quem quiserem ser — mesmo que isso signifique escolherem não ser comigo.
Porque o amor verdadeiro não suplica: oferece.
E se não for recebido, segue inteiro.
No fim, quem mais precisa do meu amor sou eu mesma.
E esse amor, hoje, é inegociável.
Não carrego mais monstros — só cicatrizes que me lembram do quanto fui forte.
A vida não é sobre vencer todos os medos, mas sobre não deixar que eles decidam quem você vai ser.
E eu decidi:
Vou ser farol.
Não âncora.
Ilumino.
Mas não prendo.
Diane Leite
Romance é um vício que alivia a alma, semeia no árido solo do peito, fazendo brotar água e florescendo o lugar antes tomado por um vazio.
Tudo é Hábito
Tudo é hábito, costume que gera vício,
e o que se faz demais nos faz refém.
O vinho aquece, adoça a alma,
mas em excesso, curva o homem,
faz da taça uma jaula invisível.
O amor é luz quando livre,
mas quando prende, queima, fere,
e o ciúme, sombra de seu brilho,
se arrasta lento, como fera à espreita,
pronto para devorar.
O amante apaixonado, se não contido,
pode se tornar destino e maldição.
Já não ama, exige,
já não sonha, vigia,
transforma o desejo em sentença.
A busca pelo saber ilumina,
mas quem vai fundo demais
pode perder o chão,
trocar a dúvida pelo vazio,
e o mistério pela descrença.
Até a fé, se imposta,
deixa de ser fonte e vira peso.
Crer demais sufoca,
crer de menos nos faz naufragar.
E a criação, que deveria ser alívio,
se torna cárcere do próprio pensamento,
se não houver pausa, respiro,
se não houver o equilíbrio
entre a chama e a brisa.
O paladar se perde na fartura,
e o desejo se esvai no excesso.
Tudo demais vira veneno,
e o que era doce, sereno,
transforma-se em sal no próprio ventre.
"Todo vício por menor que seja: É fácil de adquirir e difícil de deixar; podemos citar o celular -- utilizamos em 10% para assuntos úteis e 90% não úteis e não percebemos"
"Já vi o justo mendigar o PÃO, qualquer descuido: vício, perda de emprego, desentendimento familiar, perder a motivação; entre outros, pode levar o ser humano, mesmo justo, PARA SARJETA"
"O nosso VÍCIO DE HOJE, pode ser a causa da nossa dor, sofrimento e até a nossa MORTE AMANHÃ, por isso abandona-lo é IMPRESCINDÍVEL"
"Todos nós temos deficiência; o mérito está em lutar contra esta deficiência; seja ela vício , desânimo, doença ou outra mazela que não percebemos e os outros enxergam"
"O vício da BEBIDA E DO CIGARRO pode se comparar a tuberculose, no início é difícil de perceber e fácil de curar , a medida que o tempo passa é fácil de perceber e DIFICIL DE CURAR" Ademar de Borba
Não contribua para engordar os lucros da indústria de BEBIDA E DO CIGARRO, dar trabalho aos MÉDICOS e talvez um dia deixar a sua família CHORANDO pela sua perda e falta de recursos para sobreviver"
