Vício
Muitas das vezes, temos o vício de criar círculos de amizades com pessoas que compartilham pensamentos e gostos semelhantes aos nossos, formando uma bolha social. Todavia, a beleza da humanidade reside na pluralidade que ela apresenta. E o convívio com pessoas dos mais diversos tipos nos enriquece, concordemos ou não com elas.
“Nenhum perigo é mais nocivo que o vício de insistir em desistir das coisas que diariamente o coração ousa acreditar.”
Decida-se imediatamente pelo abandono do vicio de reclamar de tudo, de se alimentar de más notícias, de sofrer pelo que você nao pode resolver.
O banquete está posto mas você se alimenta se quiser.
tem pessoas que destroem as outras só por maldade, fraqueza ou vício.quando a maldade é a única razão tem com certeza a loucura,e a falta de paz.se for fraqueza é uma inveja, despeito, insegurança ou posse,que leva a mais profunda dor,a dor de não ser capaz de controlar a si próprio, agora trazendo o vício,esse embarca na maldade como uma adrenalina, sucumbindo aos impulsos e se aprisionando a um abismo sem fim.
Você sabe quando aquela "coisa" virou vício?
É quando você não tem mais controle sobre a "coisa", a "coisa" é que te controla!!!
O vício é o sussurro do diabo e todo uísque envelhece nas profundezas do inferno. O tabaco apenas aprimora a ideia de como o enxofre assemelha o lar. Ao homem os jogos na mesma adrenalina da morte.
Carlos Alberto Blanc
O VÍCIO BOM
No mais alto nível de fascínio e flama à flor das nossas peles couradas, não existem palavras que descrevam os detalhes sobre a comoção.
Hilários por tudo e nada qualquer gesto simples é válido, até porque estamos adictos pelo simples vulto da sombra, ademais, do anélito.
Adictos sim, pela voz, cor, cheiro, olhar, presença, pestanejo, sorriso, gesto, andar, falar, tossir, tudo isso e mais, provoca-nos comichão.
Fumo que sobes, espetáculo divino,
Um vício antigo, um prazer passageiro.
Entre voltas de fumaça, eu me perco,
E por um instante, esqueço.
Mas, será que faz bem, essa paixão?
Ou é apenas ilusão?
Meu corpo clama por ar puro,
Mas minha alma pede um pouco mais.
Nas profundezas do meu ser,
Uma voz sussurra: "Pare!"
Mas a outra responde: "Sigo!"
E o ciclo continua.
Fumo, meu amigo e inimigo,
Meu prazer e meu castigo.
Um paradoxo que eu não entendo,
Um vício que eu não abandono
Seria triste não saber sorrir
ou não ter motivos
Eis as belas marcas de expressão
que este vício deixa gravado na minha pele
antes de felicidade
do que de tristeza
O vício é a erva daninha que plantamos em nosso interior e vai aos poucos nos consumindo e levando a autodestruição
O vício é um verme que damos residência em nosso interior pela satisfação que ele nos oferece em seu início de moradia, mas que aos poucos vai invadindo outras áreas sem permissão e consumindo vorazmente nossa vida
O vício não está ao nosso lado como nossa sombra, e por isso passa a ser mais fácil se desvincular dele por não ser fruto de nossa criação
O vício e o desânimo é a arma mais forte
que o mal tem contra nós mesmos.
No mundo de hoje o que vemos são as pessoas
vivendo de aparências pra preencher um vazio da alma.
Devemos sempre e a todo momento
desviarmos de nossas preocupações sem sentido.
As perturbações causadas pelo mundo exterior.
Por mais pequena que seja a brecha.
Não devemos deixar com que sejamos influenciados e devorados
pelas nossas más tendências e opiniões do mundo.
É difícil claro, mas temos que tentar ser fortes
por nós mesmos.
O vicio regenerado posto sob o pedestal da virtude. O cálice abominável guardando um avental púbico exige que a noite ouça mais um desabafo das nossas bexigas, e as plantinhas recebam a chuva urinária daquilo que melhor soubemos preparar. Não podemos lavar as mãos, as torneiras não existem por aqui. Seca-se o rosto na vaga sensação da agonia. Vingar a intempérie do nosso juízo talvez fosse uma boa maneira de começar um auto de penitência. Seria uma “mea culpa”? Acho que está mais para uma “máxima culpa” e choramos depois de mijar na relva. Ainda bem! Torço pra não chegar o dia em que eu ouçamos o choro e sintamos o mijo.
És uma mulher incrível,
meu vício saudável,
teu sentimento recíproco
deixa-me ainda mais grato
por ter te conhecido
por nossos universos
terem se cruzado.
Estar contigo é algo que vicia, um vício para qual me rendo, fico preso sem nenhum desconforto às correntes de uma emoção intensa, proporcionada por tua deleitável companhia, vidrado na tua graciosidade grandiosa com as minhas mãos acarinhando os teus lindos cachos, desfrutando da tua ousadia, enquanto saboreio o teu cheiro, a euforia que brota do teu coração caloroso que contagia e faz florescer na vitalidade do meu espírito, assim, vai surgindo naturalmente uma reciprocidade entre nossas vontades, também um desejo inextinguível como se um fogo abrasador tão prazeroso que faz ignorarmos durante alguns instantes a racionalidade, dispensarmos qualquer pudor por uma liberdade rara, juntos na nossa realidade sonhada e imensamente vivida, ironicamente, uma prisão temporária, marcante, benquista, aprisionados pela paixão, ocasião profusamente rica de muita exultação, satisfação mútua, genuína, um banquete hipnotizante de inspiração.
Linda, tu és minha dose de insanidade, meu vício impulsivo,
o veneno que bebo de bom grado mesmo correndo o risco,
quiçá, eu seja imune a tua intensidade
e tenha o benefício por ter arriscado, pior é só ficar na vontade
e lamentar por nunca ter tentado.
