Versos Sobre as Árvores
E o vento - ah o vento! - este que me ensinou a acariciar com delícias a verde copa da Árvore das Esperas...
Observe as árvores frutíferas, simplesmente oferece os seus frutos, sem nada pedir. Elas não dependem de nós, pelo contrário, nós que necessitamos delas.
O amor e a fé estão intrigados ao homem, como uma árvore á suas raízes; que enfrenta as tempestades, os ventos fortes, o sol de verão e até caem as folhas, mas resite... E para ver chegar a primavera, se renova em novas folhagens, se enfeita em flores, produz frutos, espalha sementes. Mas se faltar as raízes, a árvore cai, como o homem que sem fé se despenca... E sem razões para amar, o homem morre, como uma árvore sem raiz.
Esse ano o natal não chegou. As luzes não piscaram, as risadas não apareceram e a árvore estava seca. Sem você a alegria não passa de história de natal. Saudade.
Uma árvore sozinha é apenas uma árvore, em conjunto, suas raízes se entrelaçam fortalecendo formam uma floresta. Assim mesmo é o homem, só ele é apenas um em conjunto é uma humanidade.
"Enquanto as árvores se entregam à dança frenética do vento, o silêncio da noite ecoa sussurros de lugares distantes e tempos remotos."
Se as árvores dessem Wi-Fi, todos plantavam uma. O problema é que elas simplesmente produzem o oxigénio que respiramos. E infelizmente, nem todos alcançam isso com inteligência.
lembro do tempo das Árvores deitado na grama vendo do Sol sobre as folhas eu era criança e não me importava de considerar as árvores como os melhores amigos afinal você se foi e me deixou sozinho e lembro dos nossos abraços de infância éramos pequenos eu te amava por ser a melhor pessoa do mundo hoje você é meu anjo e espero que você tenha orgulho por quem eu tenho me tornado eu tenho muito orgulho de ter aprendido com você sobre as coisas do amor.
Que tu sejas como às árvores de raízes profundas para quando vier os vendavais da vida, tu continuares de pé.
As belas frutas avermelhadas tem aspecto cromático adentro de árvores que se estende terra além como tapete de veludo da coloração laranjada das folhas outonadas, na qual entra em sintonia com o azul mórbido do céu e a liberdade paira no formato da Sovi fadigada pela longa emigração para um horizonte invisível.
