Versos Românticos
Posso tatuar seu nome em meu braço...mas isso não provará nada além de minha ignorância, paixão é coisa de pele, o amor verdadeiro é gravado na alma.
O tempo passou, o café esfriou, a fila andou, e você que era apenas uma paixão, acabou virando (ex) traordinariamente meu louco e incondicional amor.
Paixão não é pra sempre? nem seus cabelos pretos, nem seus dentes, nem uma primavera, nem o pôr do sol, nem mesmo o sol, nada nesse universo é pra sempre, então deixe-me com minha paixão.
Paixão pressupõe loucura, insensatez, patologia, irracionalidade.E ela chega sozinha, despretensiosa, inocente, sem juízo, nem sequer imagina que pode vir a se tornar amor. Com um tempo, a casa vai ficando familiar, o cantinho se aquece, as coisas se ajeitam, se assumem e se revelam. O amor chegou.
Todos nós já vivemos sob a força da paixão, que é um sentimento tão possuidor, que deixa marcas que nunca cicatrizam.
Se sua vontade e fé se encontrarem, então você será movido, por uma paixão incrivelmente forte, e ninguém poderá te parar.
Inquietei-me quando descobri que era paixão, aquele leve e intenso pulsar do coração logo frutificou e não entendi que já era amor...
A paixão é passageira, e como um fósforo recém riscado pode começar um incêndio, pode queimar todo um prédio, pode queimar uma folha de papel ou simplesmente, se apagar.
Mais do que palavras que falem de desejo, prazer ou paixão, a mulher quer ser amada e correspondida, sem ser dominada ou controlada, e apenas seu coração admite ter dono, porque essa espécie de estrela não nasce para morrer de amor.
"A paixão é como fogo, percebendo combustível, se expande rapidamente incendiando rapidamente, mas assim como se inicia, após a queima se extingue. Diferentemente, o amor é como o sol, vai atingindo devagar, com seus raios alegres, esquentando os corações, até que, quando se percebe, já estão envolvidos o bastante por seu doce calor e quando o sol se põe, as vitaminas adquiridas, permanecem causando efeito".
A Paixão é um caldo fervente de interdependência emocional que despejamos sobre outra pessoa. Ingeri-lo implica em uma perda no mínimo parcial de si mesmo.
A paixão é uma Deontologia baseada na vítima, onde a vítima é o sujeito que diz estar amando: ele deseja para si todos os direitos, inclusive o de sequestrar e parasitar o outro como uma filial, transformando-o em uma franquia externa de suas angústias destinada a trabalhar incessantemente para quitar os débitos de sua própria miséria emocional.
