Versos e poesias para Encontro
À sobrevivência; uma vista interior me dou e nas lacunas dessa estrada encontro a razão, aquela que é vaga, espaçosa... Bebe por entre os segundos expirando duvidas deliciosas.
A cura dos sentimentos está no encontro de si mesmo. Só assim haverá a chance de praticar o verdadeiro desapego e se tornar capaz de se perdoar verdadeiramente e perdoar ao próximo.
Ah... Como é bom ouvir a voz de quem se ama. Como é bom o encontro de olhares. Como é bom o toque na mão. O cheiro que fica na pele depois do abraço. E o gosto depois do beijo.
E quando penso que estou sozinho encontro na solidão minha companheira mais fiel, sem reclamações, exigências ou lamúrios, apenas escuto o silêncio e nele percebo maior sinceridade do que palavras que por vezes me confortam.
Não... Não é na felicidade que eu me encontro, mas na dor, pois é nela que percebo a minha força e assim, continuo acreditando no amor.
Aquieta coração! Há barulho demais aqui dentro. Preciso ouvir o silêncio... É nele que encontro minha dose diária necessária de serenidade.
Minha vó foi a uma apresentação de Arte de Essência do Emin Brasil e a um encontro no Parque da cidade... onde percebeu o azul, meditou e falou sobre lagos trazerem serenidade as pessoas... sabia alma! forte mulher...que esteja com sagradas, refinadas essências para alinhar mais ainda seu desenvolvimento como ser, agora extracorpóreo. nossa evolução continua avante com refinamento cada vez mais sutil. aqui na Terra é apenas o primeiro degrau do grande e majestoso castelo... ela agora adentrou no salão principal e nós de cá ainda longe do tapete de entrada, nos primeiros degraus... que refinemos e alinhemos para avançar nos lances das escadas que sobem. e a luz dourada e crística nos espera... sorrindo, jesus e os anjos estarão!!! na fé, façamos nossa parte que o Universo se encarrega do restante
Faz as malas e vem morar comigo? Sai correndo e vem de encontro ao meu abraço, vem ficar pertinho de mim. Eu prometo te fazer feliz, prometo te proteger e te aquecer nas noites frias, prometo te fazer carinho até você pegar no sono e te acordar enchendo de beijos, prometo está sempre te mimando como se você ainda fosse um bebê, prometo te abraçar forte para que se sinta seguro, prometo te arrancar sorrisos quando você menos esperar e enxugar suas lágrimas antes delas caírem. Então, vem? Vem que te faço feliz, vem que eu te cuido.
Me abandonei! Me larguei em alguma parte da vida que já não me encontro mais. Quem já fui, não restou nada, nem sobras, nem sombra... Virei uma que nem conheço, que nem sei quem é, que não me diz nada: uma estranha! E eu não faço nada por ela, porque ela não faz nada por mim... uma triste história de abandono! Uma triste história de uma outra que vive em mim pedindo socorro e eu não faço nada além de pedir que ela se cale. Não adianta tentar salvar quem já morreu!
Só não gosta daqui, quem ainda não esbarrou vistas nos pés rochosos das montanhas, que no encontro com as águas lembram crianças chapinhando numa poça! Só não gosta daqui, quem ainda não se atreveu desenrolar os olhos por sobre as guardiães vestidas de verde, fazendo baia em Paranapuã! Não deve gostar daqui, quem nunca percebeu o halo de paz por sobre as preces de quem nas areias louva a Rainha do Mar...
E quando penso que não há mais como encontrar a pior das misérias, encontro-as. Meu coração chora e lágrimas escorrem! São para esses que viverei!
E nós teus braços eu encontro o paraíso, e em teu cheiro eu perco meu juízo, sem você eu só tenho prejuízo...
Vejo o espelho e encontro eu mesmo. Nesta jaula mental eu permaneço aprisionado. Olho para minha criança interior e sussurro: cuidado com os sonhos. E eu seguro ela para ela não chorar, diante de olhos que se tornaram geleiras. Minha fraca respiração guia o vento, enquanto eu destruo o inquebrável. Liberdade, para um coração que é um oceano e pensamentos que são uma galáxia. Apenas observo os imbecis, porque é assim que me sinto: perdido, nessa selva sádica onde todos falam, mas ninguém entende nada.
