Versos e poesias de Saudades Lembranças
Quando a saudade bate
Pego as nossas lembranças que estão guardadas na gaveta
E me deparo com aquele sorriso que só você tem
Aquele olhar que mesmo pelas recordações das fotos
Consegue me tirar de mim
Me faz viajar para o passado onde eu poderia te olhar e te dizer o quanto você era especial, o quanto eu te amava
Mas a vida é assim, nos tiras pessoas que jamais imaginamos perder
Mas as lembranças dos momentos bons, sempre estarão guardadas onde ninguém pode tirar
No meu coração, saudades eternas.
Me encosto
Se enrosco nas lembranças
Abraço a saudade
Fecho os olhos e te vejo
Sinto teu cheiro
Teu riso na minha cama
Nossa canção
Percorre meu corpo
Desliza entre os meus dedos
Arrepios
Volto no tempo
E te abraço
19/04/2022
A saudade vêm.
A lembrança machuca.
Mas meu coração ainda bate pelo seu amor.
É... Eu ainda sinto sua falta...
Sua ausência me sufocava, mas ainda assim... Meu coração palpitava...
Ainda te esperava todos os dias e ainda espero que possamos nos encontrar de novo.
Se Sentimos Saudade,
É Porque Boas Lembranças Ficaram no Passado,
Foi Possível Pois teve a Presença de Deus.
Não se passa indiferente numa vida, quando o amor é presente. Há lembrança na saudade da gente...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
22 02 2022 - Araguari, MG
Lembranças
Sinto saudades do tempo que já passou, na qual hoje se torna uma nostalgia
Saudades de pessoas que quando estávamos juntos tínhamos sinergia
Bons momentos e total alegria
Aonde o tempo levou para longe
E hoje somente em nossas memórias revivemos
E lamentamos
Choramos
E relembramos
Às vezes somos fortes e superamos
E outras às vezes apenas lembramos
“CUGINA” FLÁVIA
Se da morte predomina a saudade
Da saudade a lembrança de porte
Doce menina, nunca pela metade
Tenho na falta uma saudade forte
Um vazio tão cheio de recordação
Que invade a todo momento o dia
Pulsa abafante, árduo. Tristura não
Pois deixaste aquela boa simpatia
E, tenho da privação aquele pesar
O teu olhar arraigado no passado
Numa carência do silêncio a surrar
Ah! o tempo distância mais e mais
Mas também abrevia o reencontrar
Pois, tivemos a regalia de te amar...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
05 de março, 2022 – Araguari, MG
*data natalícia da prima Flávia Magalhães Nogueira (In Memorian)
Nada pode escapar ao tempo da saudade
As lembranças que tornam os dias suportáveis
Depois que tudo foi desfeito com sua partida repentina;
Uma miragem no deserto escaldante
Não passa de mais uma projeção na mente
Agora tão absorta em seus devaneios cotidianos.
A saudade já não dói mais…
As lembranças vem e me abraçam, trazendo uma onda de sentimentos incríveis dos momentos em que estivemos juntos, mas ao se aproximar da praia a onda quebra e sem resistência ela acaricia a areia voltando para a escuridão do oceano que existe dentro de mim.
Se você observar em pleno silêncio e se permitir ouvir com o coração, poderá escutar na brisa suave trazida pelo mar a minha alma sussurrar, "Para sempre vou te amar…"
Ah.. quantas saudades, quantas lembranças, quanto amor..
Porque tem que ser assim, querer estar perto estando longe, querer estar ao lado mesmo distante..
Querer não amar mesmo te amando com todas as minhas forças.
O após
O Após, ao mesmo tempo que é bom
pela lembrança que deixa,também
traz a saudade da ausência.
Após tudo, a vontade dentro de nós
permanece, cresce o desejo, sente-se
a ânsia no interior do peito,de
tentar dominar a ação das ideias,
que nos entorpecem os sentidos.
Ideal seria termos junto a nós a quem
amamos.
E esta ansiedade, esta vontade, essa
chama que queima, a deixarmos para que
depois, a vivamos
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artese Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Acadêmico Acilbras - Roldão Aires
Cadeira 681 -
Patrono- Armando Caaraüra- Presidente
O Melhor Pedaço
Se o coração for um quadro, quero pintar de saudade as boas lembranças pra emoldurar os dias de minha vida
"Cor(ação)"
A lembrança será vaga,
A saudade vai passar em outra rua.
Pra que me serve essa coisa?
Que só me ocupa quando eu vejo
A lua.
Em dezembro, a saudade bate forte,
Nas lembranças, no peito, a suavidade,
No calor do inverno, o frio traz a sorte,
De relembrar amores, com intensidade
Saudade é coração alagado
é coração em dilúvio
E eu com lembrança
sereno
espero um dia essa tempestade passar.
Guardo na lembrança cada momento com você
Sinto tantas saudades dos beijos, dos abraços, dos carinhos
Minha razão pede para não te procurar
Mas meu coração reclama sua falta
Histórias de um passado vivido de forma única
Intensidade, paixão, amor, não sei dizer
Foram momentos únicos eu e você
Se te amo ou te odeio, não sei responder
Só sei que meu coração pede você, e minha razão me faz te esquecer
Entre amor e ódio... eu vivo você....
Na meiguice daquele olhar, transmuta-se a saudade.
O suspiro de lembrança abraça o coração sensível.
Em meio a cortina da noite,
surgem imagens e medos gigantes,
bem no centro da escuridão.
Transmutando-se, o azul marinho dá lugar ao alaranjado das novas ideias...
A menina planta sorrisos tímidos
e corajosamente semeia amizade,
que germinam na infinita doçura do ser.
