Versos do Cotidiano
BELEZA PRIMITIVA
Ver a beleza simples do cotidiano e expressár la na pintura primitiva é compartilhar as expressões alegres da vida,é ser livre e ser criança sem nenhuma barreira ou limite,onde tudo é possível.Até mesmo a magia,a magia da cor e sobretudo do amor.
Militão dos Santos
Você não percebe seus atos, sua influencia no cotidiano, mas ela te mostra o caminho, mesmo assim.
Seu olhar se encerra todos os dias, para que outros se abram em cores, e desperta todas as noites, para que muitos mergulhem em sonhos.
Eu nunca fiz questão de estar aqui
Muito menos participar
E ainda acho que o meu cotidiano
Vai me largar
Andamos tão dispersivos neste cotidiano implacável, que passamos por ele indiferentes de sua importância.
Esquecemo-nos de que, cada dia vencido é um milagre consumado, pois, inconscientemente nos livramos de tantas contrariedades que nem nos damos conta.
Esquecemo-nos de maneira ingrata, de sempre elevarmos a Ele nossos agradecimentos por mais este dia.
Que Ele continue sendo louvado.
(teorilang)
O poder da mente é incrível né?
Te leva para luz ou para escuridão.
Quando o cotidiano de vida ativa esse gatilho,podemos ver o lado que vamos escolher.
Os sábios são calmos de proceder.
...porém de alma em ebulição, talvez por perceber o cotidiano de tolices...
Teus olhos - esse oceano -
no qual mergulho por gosto,
são um belo cotidiano
de ondas quebrando em meu porto.
Cabeça de vento
Constantemente me vejo em nada pensar
No cotidiano em meio a grande concentração
Dou uma pausa não planejada para simplesmente pensar em nada
A cabeça parece feita de isopor uma leveza oca
Mas para onde foram meus pensamentos ou para onde minha mente foi e porque me deixou?
Chego a ficar bravo ao continuar a trabalhar e brigo com ela tipo sermão de patrão ou marido traído e a pergunto "Pra onde foi e com quem estava"
Ela simplesmente responde "já que você só quer para o trabalho me usar, fui até a outra mente de outra cabeça oca namorar"
Coisa de doido
A vida é mesmo um desafio cotidiano, você ri e chora, cai e levanta...Nem sempre tão rápido, mas levanta e tudo faz parte, ninguém está a todo momento sorrindo e tudo bem, isso é o "normal", a gente se cobra tanto e se compara tanto e esquecemos até de Viver e apenas sobrevive...Muito louco tudo isso!!
"Andar com fé vou, com fé não costuma "faiar"!!😇🤗
O mundo é ansioso e preocupado
O caráter descrente.
O devaneio cotidiano.
Uma loucura presente.
Deixar se ser crente.
É um ato leviano.
Crente no poder da oração.
Crente que ser coerente é a comunhão.
O desafio que se render a criação.
O mundo é ansioso e preocupado.
Engole a destreza onde o orgulho desafia.
O homem é auto machucado.
Onde estarás a vida e uma condição.
É certo.
Estar por perto.
A fé que traz salvação.
A palavra diz não turbe o coração.
Não estejais ansiosos por coisa alguma.
É o senhor que propõe o suporte.
Seja do sul a norte.
Entregue no amor da cruz a sua sorte.
O socorro é diante mil batalhas e não só uma.
A palavra é condicional ao temor e fé.
Porém tem nos dado o senhor muita misericórdia.
Ainda rebelde o mundo está de pé.
Não se entende sobremaneira.
O homem tendo o ciclo como brincadeira.
Até parece do mau uma paródia.
Giovane Silva Santos
Viver a vida
Saber viver, deve fazer parte do nosso cotidiano, você deve seguir sempre em frente e crescer diariamente em pensamento e com humildade.
"Precisa se de coragem para nascer diariamente, pois nosso cotidiano se embriaga na morte."
Giovane Silva Santos
Enfrentando a verdade
O caráter humano tem inclinação para o mau.
O corriqueiro cotidiano.
Que se envolve no engano.
Todo dia o juízo final.
Minha coragem de dizer.
Meu medo de sofrer.
Minha coragem na revelação.
O medo da solidão.
Minha coragem de assumi.
Tamanha minha necessidade.
O destino venha reprimi.
Minhas insanas vaidades.
O medo e a coragem lado a lado, de frente na colisão.
Machucado fica a vulnerável paixão.
Os prazeres e dizeres com segunda intenção.
Intenso, voraz e frágil o desditoso coração.
O ego.
O orgulho.
Ambição.
Um emaranhado que arrebenta a paz.
Uma intranquilidade.
Tirana maldade.
Vida fugaz.
Giovane Silva Santos
O brilho um dia é ofuscado.
As novidades tornam-se parte do cotidiano.
Os sorrisos são trocados por uma lágrima.
Os sentimentos, esquecidos.
O desejo trocado por um outro novo desejo.
A alegria tem revezamento com a tristeza.
E as expectativas disputam um espaço com a insegurança.
O dia é trocado pela noite, que no lugar das estrelas, um novo sol toma este novo cenário.
E assim temos a vida, que repleta de aventuras, lembranças e de batimentos cardíacos, é transformada em uma simples saudade.
Cotidiano..
Às vezes quando a gente ama deixamos certas coisinhas corriqueiras e sem motivos fazer nos esquecer de momentos tão divinos e maravilhosos de amor e de alegria que vivemos.
Que fica quase impossível de entender, pois certas coisas acontecem ser precisar acontecer.
Entre as divagações bestiais do cotidiano, cá estou, na sacada, de visão absurdamente citadina, a contemplar o barulho da máquina de lavar roupas, imaginando ser ela de escrever.
Em minha frente os saltos altos demais e o batuque deles, me lembro da escola de samba. É carnaval.
E me vem a mente, presente em minha frente, sobre a mesa, a figura do anjo branco e rosa. Que balançava suas ancas, num vai e vem calmo e doce. Com olhos fundos e tristes ela me acompanha.
Agora, a máquina enche de água novamente, me fazendo imaginar a cachoeira.
Ela lava a sujeira fétida das roupas e o que não presta vai pelos canos.
Assim funciono. Todos os dias um recomeço, como meu nome diz!
Normalidade da vida da gente
faz da gente prisioneiro do cotidiano
e do cotidiano se faz tédio
o tédio que estraga a vontade
encerra os olhos
cala a língua
Normalidade que afeta o paladar
inodora o cheiro.... emudece palavras
Normalidade que sofre
quer se rasgar as roupas
desnudar pensamentos
e inibi-se a alma
fecha-se janelas
e do outro lado continua-se andando
continua-se falando
erra-se no seguinte da vontade
a ação encerra
fecha as portas da normalidade
onde sente-se só
desamparo em meio as vírgulas
em meio aos pontos finais
a ação é o próprio desfecho
nos pontos finais do dia a dia
Renata Nunes
02 de outubro de 2007
Eu odeio tornar cotidiano em mim esses sentimentos Banais, e por mais que me frustrasse como individuo eu os deixei entrar
Sem nenhuma cerimônia, habitando a caixa e a ocupando
Sufocando as regalias que me propus a ter das quais amar ficava em ultimo lugar
Para de propósito não ter a dor como aliada, mas já agora ela é intima
Se de certo comanda minhas duas mãos que enfraquecem o pincel e torna fraco o que havia a lhe dizer.
Foge de controle as minhas palavras e quando a mim voltam, se tornam essa rasura de dor
Essa fraca carta de amor.
