Poemas de reflexão curtos que dizem muito em poucos versos
Um filme pra distrair,
e pipoca pra acompanhar
Uma chuva pra dormir
Um poema pra pensar
FELICIDADE RESUMIDA
Poema Sozinho
Na solidão do poeta
rota certa
entre as palavras e as entrelinhas.
Conjugo eu sou,
eu vou,
eu sigo.
É só o que me cabe.
Quem quizer venha comigo...
Poema morto
Saudade, saúde
Vida, vivida
Palavra sem rima
Poema sem vida
Sonho encantado
Acordei desesperada
Sonho horrível
Sem ti inexprimível
Sonho azul
Estrela brilhante
Traga meu rosa
Entrego-te um diamante
Sonho encantado
Sonho sem vida
O que farei
Quero que viva.
E eu vou desenhando você aqui,
mesmo de longe, com a ajuda da saudade
até que o poema termine na doce voz de um violão...
O teu corpo é luz,seduçãoPoema divino
cheio de esplendor.Teu sorriso prende,inebria,
entotece.Es fascinação.......amor
Enquanto a lua sorria ao que ama.
O poeta eternizava seu poema, almas pequenas pichavam seu planeta com epigramas.
Me vi no poema retratada
Falando a minha voz
Dizendo a minha dor
descrevendo minha imagem.
Repartindo meu clamor.
22/01/14
Abraço (Poema ABC)
Q uisera eu ter-te por alguma hora
R eedificaria todo meu ser.
S ão dos teus braços que mais sinto falta.
T abernáculo do mais puro prazer
É na solidão que a vida mostra a magia de um simples ato, como de um abraço.
Enide Santos 23/01/14
Fazer poesia (Poema ABC)
B rincar de fazer poesia
C ontemplando as formas com alegria
D evolvendo-lhes boas energias
E sta é a magia que da vida a poesia.
Buscar entender as diferentes formas de amar, sempre nos faz viajar.
Enide Santos 23/01/14
Tão forte o poema, mesmo descalço…
Que te escreve, e te lê;
E tu achas que foi tu que o escrevera.
— talvez o poeta fingidor é que seja às alparcas dos poemas seus.
Na simplicidade da vida no interior, cada amanhecer é um poema silencioso, escrito no canto dos pássaros e na dança serena do vento entre as árvores.
Bom dia
🌌 Mas o mundo das raízes
(aquele que pulsa no poema) sussurrará:
"Dança!
Cada passo teu ecoa no eixo das galáxias.
O que chamam de 'loucura' é a única sanidade:
honrar o ritmo que te habita,
mesmo quando os relógios do mundo param.
Os que riem ainda não ouviram
o compasso das folhas caindo,
o gemido do átomo enamorado,
o silêncio que canta por trás de tudo.
Poema-pé-de-valsa!
Pé de valsa, valsa de pé,
Quem é vivo, sempre é.
Sabiá na manga do pé,
Sapateando com pés de mulhe...
Assobiando, como quem diz:
— Ele é!
Abacateiro lá do terreno
Do Seu Zé.
Moços na procura de doces, até…
Aos "pé de moça",
Doçura de raposa,
Ao mel lá do Ceará —
Ô doçura de encanta!
Doçura de mulhe.
Sou Poesia
Posso ser o poeta
Ou então, o Poema em si.
A diferença está apenas nos meios,
O que importa, é o fim.
Sou alma presente,
Chamada Poesia.
Sou do poeta, o dente
E do poema, melancolia.
Com a palavra,
Alice Coragem.
Poema do ciclo
Me sinto uma bonequinha de vidro,
Que não pode se quebrar,
Ela muitas vezes é usada e quando acaba a pilha ela é descartada.
Será que ela é algo ou
Será apenas enganada?
Seus cacos estão no chão e ninguém os colheu pois não faz falta.
Sera que a bonequinha de vidro estará melhor ?
Não sei...
Essa é uma resposta que eu não sei
Alegra-me a perversidade poética,
O ódio que se insinua nas entrelinhas do poema,
A imoralidade hiperbólica,
A sátira, a ironia,
O sexo, o ritmo.
A rua, o riso.
Os meus versos
Não falam, gritam,
Não perguntam, acusam,
Desmentem, destronam,
Reprovam sem rimas.
