Versos curtos de Licença Maternidade
Tem dias que tenho coragem para mover montanhas, e tem dias que a Maternidade Atípica me desafia a encontrar força e fé nos pequenos detalhes!
Na Maternidade Atípica, o caos interno se transforma em recomeços, e a resiliência nos guia em cada passo da jornada!
Eu vejo a maternidade me açoitar feito a ventania que acalenta na tendenciosa maneira do visitar os campos de verdes relvas.
A MATERNIDADE ATÍPICA nos ensina a olhar para o mundo com novos olhos, cultivando a empatia e a paciência em cada passo do caminho. É uma jornada onde cada pequena conquista é celebrada com o coração, e cada desafio enfrentado com muita coragem e resiliência!
Na MATERNIDADE ATÍPICA, a solidão pode ser grande, mas a força que você encontra dentro de si é ainda maior!
Aqueles e aquelas que se queixam dos custos da maternidade esquecem que a infelicidade é o preço que se paga por uma vida barata.
"Amei a maternidade, acho encantadora, sublime, algo sobrenatural de se viver, linda demais e meus filhos... Ahhh meus filhos, um amor para vida toda!"
Ela amava Agnes ferozmente, embora a maternidade parecesse um casaco pesado que ela era obrigada a colocar todos os dias, não importava o tempo.
A maternidade é isso? Ela pensava, furiosa e com o coração partido enquanto tentava se livrar de si mesma para poder liberar os braços para segurar Agnes.
Toda Mulher já nasce com o divino dom da maternidade. Dom que desabrocha quando afaga um recém-nascido e o aloja em seu coração, pouco importando se veio do seu ventre ou não.
A maternidade supera o gênero de quem a pratica, o modo como se deu, o dia do ano dedicado à sua comemoração... mais tem a ver com o amor envolvido, com a dedicação ofertada e com a certeza de um bem, sem medida, que se faz ao/à outro/a.
A mulher não veio ao mundo para procriar, ela veio para através da maternidade ensinar o mundo a amar.
A maternidade só é transformadora quando você permite se transformar. Filho é uma caixinha de surpresas. A premissa é entender, e não conseguimos entender de cara, que esse ser humano não é você. Isso é muito difícil de aceitar, porque o nosso desejo, no fundo, são repetições de nós mesmas.
“A maternidade e a docência foram experiências fundamentais para começar a escrever livros para crianças.”
A maternidade tem o dom de transformar mulheres comuns e desacreditadas pelo mundo corporativo em empreendedoras de sucesso.
Uma pergunta que me fez: o que mais me importava – se a maternidade ou a literatura. O modo imediato de saber a resposta foi eu me perguntar: se tivesse que escolher uma delas, que escolheria? A resposta era simples: eu desistiria da literatura. Nem tem dúvida que como mãe sou mais importante do que como escritora.
