O amor é a doença dos tolos, aqueles que são acometidos desse mal criam uma figura irreal da outra pessoa ser racional se significa ser livre dessa ilusão.
Todo mundo diz que amor não existe, mas minha mãe dizia que eu não sou todo mundo, então, vou contrariar o rebanho e continuar acreditando que ele existe.
O amor pode ser a interpretação mais linda do mundo, quando te chamo de amor, completa toda e qualquer razão do meu bem querer, faz de mim seu fiel escudeiro, seu AMOR!.
Enquanto o amor ainda for seletivo, não será verdadeiro, pois o amor não separa. O que separa é a escolha. O amor não conhece ciúme, pois não quer possuir nada: ele quer irradiar-se.
DAHLKE, Rüdiger; DETHLEFSEN, Thorwald. A Doença Como Caminho: Uma Visão Nova da Cura Como Ponto de Mutação em que Um Mal se Deixa Transformar em Bem. São Paulo: Cultrix, 1992.