Versos de amor: poemas curtos para aquecer o coração

Nada é mais potente contra o amor do que a impotência.

No amor, a autoridade é por direito daquele que ama menos.

É próprio do amor (...) ser obrigado a aumentar, sob pena de enfraquecer.

O amor é um egoísmo a dois.

A ociosidade faz nascer o amor e, uma vez desperto, conserva-o. É a causa e o alimento deste mal delicioso.

A fome e o amor são os dois sexos do mundo. A humanidade gira toda sobre o amor e a fome.

Sem a alegria, a humanidade não compreende a simpatia nem o amor.

Como a nossa fragilidade o concebe e o pratica, o amor é um sentimento essencialmente incômodo. Mal dois olhares se trocam e duas mãos se enlaçam, vem logo a tragédia das suspeitas, dos ciúmes, das zangas, das recriminações, estragar momentos que deviam ser os mais belos, os mais alegres, os mais despreocupados da vida.

As loucuras provêm da natureza íntima do verdadeiro amor.

Antes que amor, que dinheiro, que fama, conceda-me a verdade.

O amor é vida quando não é morte; é berço e também sepultura.

O nosso amor-próprio exalta-se mais na solidão: a sociedade reprime-o pelas contradições que lhe opõe.

Não se esqueça que o amor, tal como a medicina, é só a arte de ajudar a natureza.

Beber sem ter sede e fazer amor a qualquer hora, senhora, são as únicas coisas que nos distinguem dos outros animais.

O encanto que supomos encontrar nos outros só em nós existe; e é apenas o amor que tanto embeleza o objeto amado.

O amor é como o sarampo: quanto mais tarde chega na vida, mais perigoso é.

Até mesmo o Olimpo é um deserto se não existir amor.

O amor é um som que reclama um eco.

O tempo, tudo o consome e apenas o amor o aproveita.

O amor é um estado essencialmente transitório. É como uma enfermidade. Tem a sua fase de incubação, o seu período agudo, a sua declinação e a sua convalescença. É um fato reconhecido e ratificado por todos os fisiologistas das paixões.