Versos de amor: poemas curtos para aquecer o coração

O amor é um egoísmo a dois.

Como a nossa fragilidade o concebe e o pratica, o amor é um sentimento essencialmente incômodo. Mal dois olhares se trocam e duas mãos se enlaçam, vem logo a tragédia das suspeitas, dos ciúmes, das zangas, das recriminações, estragar momentos que deviam ser os mais belos, os mais alegres, os mais despreocupados da vida.

Sempre disse que uma mulher só se deve casar por amor - e continuar a casar-se até o encontrar.

O encanto que supomos encontrar nos outros só em nós existe; e é apenas o amor que tanto embeleza o objeto amado.

O amor é um estado essencialmente transitório. É como uma enfermidade. Tem a sua fase de incubação, o seu período agudo, a sua declinação e a sua convalescença. É um fato reconhecido e ratificado por todos os fisiologistas das paixões.

Até mesmo o Olimpo é um deserto se não existir amor.

O amor é o milagre da civilização.

O que é o amor? - um conto simples, dito de muitas maneiras.

O amor é um som que reclama um eco.

O tempo, tudo o consome e apenas o amor o aproveita.

O mal nunca está no amor.

O amor-próprio dos tolos desculpa o das pessoas inteligentes, mas não o justifica.

O amor é um poema essencialmente pessoal.

Não se esqueça que o amor, tal como a medicina, é só a arte de ajudar a natureza.

O nosso amor-próprio exalta-se mais na solidão: a sociedade reprime-o pelas contradições que lhe opõe.

Beber sem ter sede e fazer amor a qualquer hora, senhora, são as únicas coisas que nos distinguem dos outros animais.

O amor é como o sarampo: quanto mais tarde chega na vida, mais perigoso é.

Muitos são os remédios que curam o amor, mas nenhum é eficaz.

O amor-próprio do tolo, quando se exalta, é sempre o mais escandaloso.

O amor é como a febre, nasce e extingue-se sem que a vontade tome minimamente parte nele.