Versos Antigos de Criancas
Murtillas na boca,
comigo no coração,
celebração de amor
e muita inspiração
com Versos Intimistas
para a consagração.
Cada um dos meus Versos Intimistas
a intimidade celebra contente
com aroma de amor narivo e Calafate,
Sou eu a dona da tua devoção,
da liberdade e de toda a intimidade.
Os meus Versos Intimistas
trazem a lenda do Calafate
e o sabor de quem prova
pela primeira vez sempre
retorna à Patagônia,
Assim inabalável estarei
contigo a minha volta.
Sem nenhuma preocupação
com quebras de linhas,
Escrevo os meus profundos
doces Versos Intimistas,
com os lábios pintados
de Maqui do jeito que a vida
ensina para nos manter
em estado de poesia.
...
Cereja-do-Chile na ponta
da língua para a sua língua,
Versos Intimistas plenos,
vida que te quero vida,
um lirismo entre os seios.
...
Na minha varanda a Chilco
florescido é uma confissão
igual aos Versos Intimistas
que escrevi para o coração.
...
Versos Intimistas com cor
e sabor de Calafate unidos
a sua pele feita de petrichor,
que me repleta de amor -
é possível viver sem dor.
Eu vivo no improviso
mas meu coração rima sem querer Entre notas e versos.
Me encontro de novo, como quem volta pra casa sem perceber.
Sou apaixonado pela música que cura, pela poesia romântica que acende o peito , conto histórias vivendo sentimentos, e no silêncio mais fundo encontro meu jeito.
Tudo o que toco vira verso, tudo o que sinto vira canção. Sou feito de melodias e memórias de saudade, amor e inspiração.
Entre versos quebrados
O silêncio virou música quando você partiu, cada passo teu ecoou como um refrão tardio.
Meu peito aprendeu a tocar saudade em tom menor, e o amor, que era festa, virou solo de dor.
As lembranças giram como vinil riscado, promessas pulam, repetem, não seguem o combinado.
Teu nome ainda dança entre notas e ais, é a canção que insiste em não terminar jamais.
No meio da noite,
o coração muda o ritmo,
tenta ser forte,
mas falha no próprio compasso.
Entre versos quebrados
e acordes perdidos,
aprendo que amar também
é saber ficar só no espaço.
E quando o último acorde
enfim se desfaz,
não é o fim do amor
— é só o fim de “nós dois”.
Guardo essa trilha como parte de quem fui, porque toda despedida também ensina depois
Versos para quem nunca entenderá!!!
Se eu gritasse tão alto
que toda a humanidade
se tornaria surda,
tu me escutarias?
universo ou vida
Se eu tivesse um laser
e escrevesse no céu
meu sofrimento,
e toda a terra e todas
as vidas enxergassem,
tu enxergarias?
ó universo ou vida...
tu não te comoves
com o sofrimento
de uma mãe
e és indiferente
a essa criança
que não pode
se defender
das toneladas
de sofrimento da
vida.
Tu, ó universo
ou vida,
cego,
surdo,
mudo,
e não
tens um
coração
sou estrangeiro
do universo
e da terra.
somos estranhos
um ao outro
não sou feito
de ti
somos feitos
água e óleo
tô escrevendo
versos e tu nunca
entenderás
porque não sou
feito para ti.
Minh’alma calada
Trancada numa escuridão tranquila
Mentalmente escreve versos
Descrevendo histórias que não duram nada
Pensamentos que divergem de si mesmos
Tardes de alegria, noites de saudade
Saudade de manhãs que só choviam
Monstros e fantasmas
Que assustavam bem menos que a vida lá fora
Nem mesmo a escuridão de agora
Jamais a trocaria por sorrisos do passado
Minh’alma está calada
De andar pelo mundo
Conhecer a vida e receber sorrisos
Hoje escreve versos solitários
Briga consigo mesma
Não sabe responder se está feliz
Se um dia, alguém lhe perguntar se está em paz
Essa resposta ela tem
Tem, mas não revela nem pra mim.
Edson Ricardo Paiva
Ecoando a minha alegria.
Espalhando poesia.
A minha, a sua, a nossa.
Entre versos e rimas.
Os ecos da cidade.
Pelo Brasil, aflora.
Quero tanto e não quero nada.
Das incertezas, nada é meu ou seu.
Tudo é nosso!
Nesse Brasil, lá fora.
Nos becos, estradas e vielas.
No subúrbio ou na zona sul.
Ouve-se os
Ecos da cidade.
De norte a sul...
1480
"Alguém escreve (ou copia) versos, rima alhos com bugalhos e, no mesmo dia, já se autodenomina poeta (ou poetiza)! Tem sido assim e a Internet e os puxa-sacos tem contribuído pra isso!"
TextoMeu 1480
QUERO
Quero esta força que explode incontida nos teus versos
Quero a densidade de toda a tua realidade
Quero a tua intensidade afastando os fantasmas da fatalidade
Quero a tua fragilidade transformando a minha verdade
Quero o brilho do teu olhar e tua capacidade infinda de amar
Quero a tua boca me beijando e incitando... Incitando e...
Quero a tua doce timidez frente a minha inteira nudez
Quero o excitante mistério que atrai, que contrai, que me esvai
Quero teus braços, envolvendo e acalmando meus compassos
Quero tuas mãos e teus dedos, violando meus segredos
Quero teus quadris na cadencia insinuante, desta amante
Quero teu coração, iluminando os vazios do meu coração
Quero tua alma, esta divina chama, pois é meu ser, quem clama
O sofrimento que brota
Da ponta da minha pena
Traz versos a rota
Que faço na esperança amena
O turbilhão incomoda
E o procurar por uma vida sem a
Paixão. A ilusão transforma
A dor em beleza
É como se quisesse à toa
Vestir de esplendor a gama
Das coisas sem nexo, que vem à tona
E transforma em beleza além de mundana!
Voei sem destino
voei dentro dos meus pensamentos
nos versos desta poesia
nas batidas do meu louco coração.
Voei...
Nesta canção cantei meus versos,
que de tão incertos perderam a razão,
em letras miudas fiz versos,
em letras graudas a canção
sonhos perdidos,
lembranças contidas de um coração
Lagrimas ,em meio ao sorriso,
a saga de uma ilusão.
Cantei a canção,
que de tanto planto parecia um fado,
mas,ao encontrar-te ,virou valsa
Dentro do meu coração.
Entoei um sopro e chamou se vento,
meu olhos brilharam e viraram sol
minhas lagrimas goticulas de chuva,
meu corpo as montanhas
que se erguem ao céu,
meus cabelos negros como
a noite,meus labios,
chamaram-se rios de mel.
E das minhas entranhas saiu a canção,
entoei um som do destino,que levou o meu amado ao céu
**UI**
Que carinho é esse que tenho por ti
que enche meus versos de reticências
e meu coração de incoerências...?!
Perdi-me no tempo a procura do amor.
Isolei-me em poesias e versos.
Contentei-me apenas com a brisa do mar
e hoje sigo em frente a sonhar...
Oh, versos! Às vezes, com rimas,
Vezes sem rima...
Não importa...
Precisa só sair da margem,
Ser profundo.
